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A Arte da Guerra (Português) Capa Comum – 17 abr 1998

4.2 de 5 estrelas 74 avaliações de clientes

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Sobre o Autor

A única biografia de que dispomos de Sunzi, presente nos Registros Históricos (Shiji) de Sima Qian2, não informa quase nada sobre sua história. As datas usuais para a época em que teria vivido – em torno do século VI a.C. – não são aceitas nem mesmo pelos comentaristas chineses, que preferem acreditar que ele teria vivido (se existiu) dois a três séculos depois. Nesse contexto, é preciso compreender a produção de Lei da Guerra para inferir sobre a possível existência de Sunzi. A Lei da Guerra teria sido escrita durante o período dos Estados Combatentes (aproximadamente 481-221 a.C.), época calamitosa para a China Antiga, quando a antiga casa dinástica dos Zhou começou sua agonia final, e os reinos mais poderosos – Qi, Qin, Chu, Zhao, Han, Yen e Wei – empreenderam uma luta mortal para assumir o poder absoluto. A guerra vinha sofrendo uma mudança drástica em seu perfil. Nos séculos anteriores, combates cavalheirescos e batalhas com poucas mortes eram comuns. No entanto, o objetivo da guerra – o domínio do território, a submissão do inimigo – eram transformados em promessas de fidelidade, em contratos de cessão administrativa ou ainda, na conquista efêmera de territórios que em breve voltavam a ser objeto de disputas intermináveis. As regras da guerra tradicional não valiam mais para os objetivos em jogo. Uma famosa passagem na literatura confucionista, presente em Anais das Primaveras e Outonos (Chunqiu) ilustra bem esse problema: numa determinada ocasião, o Duque de Song foi dar combate às tropas de Chu, e chegou ao local da batalha antes. Nesse momento, as forças de Chu atravessam um rio, e estavam em posição totalmente desvantajosa. Mesmo tendo a oportunidade de atacar, o Duque de Song resolveu esperar que as forças de Chu saíssem da água e se alinhassem, pois atacá-los de outro modo não seria nobre nem cavalheiresco. O resultado: as tropas de Song foram vencidas, o Duque ferido e os oficiais liquidados. Essa passagem foi motivo de controvérsia entre os comentadores e moralistas da época: como pode uma pessoa nobre ser derrotada pelo ardil? Como alguém de espírito superior poderia ser vencido pelas circunstâncias? O tratado de Sunzi veio dar uma resposta para esses problemas. Em seu entendimento, a estratégia seria o meio pelo qual se conquista o poder; e tendo o poder, se conseguiria fazer tanto o certo quanto o errado. No entanto, nada pode ser feito se a reação não for apropriada; ou, como disse Edmund Burke, “o mal só prevalece porque os bons não fazem nada”. Sendo assim, o texto demonstra claramente a mudança de mentalidade acerca dos conflitos militares, e esse processo se inicia, justamente, no tempo dos Estados Combatentes, o 16 que tornaria um tanto complicada a existência de Sunzi em um período anterior. Além disso, algumas passagens do livro mostram, claramente, incorporações de termos que só existem depois do século 4 a.C. (tal como “besta”, por exemplo, arma que surge ao longo do período de conflito, e inexistente no século 6 e 5 a.C.), o que aponta a possibilidade do texto ser tardio.

74 avaliações de clientes

4,2 de 5 estrelas

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2 de junho de 2016
Formato: Capa comumCompra verificada
5 pessoas acharam isso útil
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22 de janeiro de 2019
Formato: Capa comumCompra verificada
1 pessoa achou isso útil
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12 de abril de 2018
Formato: Capa comumCompra verificada
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25 de julho de 2014
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9 de outubro de 2018
Formato: Capa comumCompra verificada
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28 de setembro de 2017
Formato: Capa comumCompra verificada
1 pessoa achou isso útil
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13 de outubro de 2017
Formato: Capa comumCompra verificada
1 pessoa achou isso útil
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16 de janeiro de 2017
Formato: eBook KindleCompra verificada
4 pessoas acharam isso útil
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