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Capitães da areia Capa Comum – 10 mar 2008

4.4 de 5 estrelas 63 avaliações de clientes

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Resenha Especializada

Resenha Especializada - A Taba

Capitães da areia é uma obra precursora, portanto, modelar. É a partir dela que outras narrativas brasileiras que focam em grupos de adolescentes vivendo na marginalidade arriscada são produzidas, como “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, e “Querô”, de Plínio Marcos. As crianças  ainda estão na idade dos sonhos, mas já perspectivam a batalha que é vida adulta; por isso conjecturam uns com os outros, ou intimamente, o que cada um “gostaria de ser”. Mas para os garotos que se abrigam num trapiche abandonado na cidade de Salvador, integrantes do grupo liderados pelo herói Pedro Bala, nada é fácil. Sem o respaldo da casa paterna, eles criam um simulacro de família entre eles para exercitar suas afetividades, e se unem para ganhar o que a sociedade lhes nega, os meios necessários para sobreviver e viver dignamente, o que os tornam adultos precoces. Nesse embate, o escritor toma partidos dos desvalidos e tinge com feições românticas a dinâmica em que vivem esses adolescentes, sem poupar o leitor de certas cruezas insuspeitadas por aqueles acostumados com as facilidades da vida burguesa.

Sobre o Autor

Nasceu em 10 de agosto de 1912, em Itabuna, na Bahia, filho de João Amado de Faria e Eulália Leal. Aos dois anos, a família mudou-se para Ilhéus, onde o menino passou a infância e viveu experiências que marcariam sua literatura: a vida no mar, o universo da cultura do cacau e as disputas por terra. Começou a escrever profissionalmente como repórter aos catorze anos, em veículos como Diário da Bahia, O Imparcial e O Jornal. Na década de 1930 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde estudou direito e travou contato com artistas e intelectuais de esquerda, como Raul Bopp, Rachel de Queiroz, Gilberto Freyre, Graciliano Ramos, Vinicius de Moraes e José Lins do Rego. Estreou com o romance O país do Carnaval (1931). Durante o Estado Novo (1937-45), devido à sua intensa militância política, sofreu censuras, perseguições e chegou a ser detido algumas vezes. Foi eleito deputado federal pelo PCB em 1945. Entre os projetos de lei de sua autoria, estava o que instituía a liberdade de culto religioso. Nesse mesmo ano, conheceu Zélia Gattai, com quem se casou, teve dois filhos, João Jorge e Paloma, e viveu até os últimos dias. Nas décadas de 1940 e 50, viajou pela América Latina, Leste Europeu e União Soviética. Escreveu então seus livros mais engajados, como a biografia de Luís Carlos Prestes e a do poeta Castro Alves, além da trilogia Os subterrâneos da liberdade. Rompeu com o PCB nos anos 1950. A partir de então, sua literatura passou a dar mais relevo ao humor, à sensualidade, à miscigenação e ao sincretismo religioso, em livros como Gabriela, cravo e canela (1958), Tenda dos Milagres (1969), Tieta do Agreste (1977). Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1961, e ganhou prêmios importantes da literatura em língua portuguesa, como o Camões (1995), o Jabuti (1959 e 1997) e o do Ministério da Cultura (1997). A partir da década de 1980, passou a viver entre Salvador e Paris. Sua obra está publicada em mais de cinquenta países e foi adaptada com sucesso para o rádio, o cinema, a televisão e o teatro, transformando seus personagens em parte indissociável da vida brasileira. Jorge Amado morreu em 2001, alguns dias antes de completar 89 anos.


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Mostrando 1-8 de 63 avaliações

100 PRINCIPAIS AVALIADORES
23 de dezembro de 2017
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4 pessoas acharam isso útil
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50 PRINCIPAIS AVALIADORES
20 de dezembro de 2017
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27 de março de 2017
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7 de agosto de 2017
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5 de setembro de 2018
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2 de janeiro de 2018
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17 de janeiro de 2018
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12 de setembro de 2017
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