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D. Pedro II: O último imperador do Novo Mundo revelado por cartas e documentos inéditos (A história não contada) por [Paulo Rezzutti]

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D. Pedro II: O último imperador do Novo Mundo revelado por cartas e documentos inéditos (A história não contada) eBook Kindle

4,8 de 5 estrelas 615 avaliações de clientes

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Descrição do produto

Resenha Especializada

Do príncipe que se tornou regente ainda menino ao monarca de espírito republicano que morreu no exílio, novo livro do pesquisador Paulo Rezzutti desmistifica o último imperador brasileiro Em D. Pedro II – A história não contada, o escritor e pesquisador Paulo Rezzutti lança mão de cartas e documentos inéditos para revelar a história não contada do último imperador do Brasil. Depois de desmistificar d. Pedro I e d. Leopoldina, recolocar as grandes personagens femininas de nosso passado em seu devido lugar de destaque em Mulheres do Brasil e narrar o romance que abalou o Primeiro Reinado em Titília e o Demonão, Rezzutti apresenta um d. Pedro II muito além do imperador e do mito no novo volume da série A história não contada. A obra humaniza o imperador por meio de seus próprios atos, gestos e palavras, seja pela mania de, como muitos viajantes daquele tempo, “grafitar” seu nome pelos locais onde passava (no Egito, chegou a de deixar sua assinatura nas Pirâmide de Quéops) ou pela relação com suas amantes, com sua família. Rezzutti reproduz grande parte dessa correspondência, incluindo material inédito em livro, evidenciando que, ao contrário do que se imagina, d. Pedro II, ainda que muito mais reservado e menos escandaloso que o pai, também se envolveu com diversas mulheres ao longo da vida – o que chegava a acontecer simultaneamente, como provam mensagens datadas do mesmo dia, ou de dias próximos, para amantes diferentes. Não são poucos os aspectos inéditos ou ignorados em outras biografias que vêm à tona em D. Pedro II – A história não contada. Um deles é a eterna busca pelo pai ausente e a importância de d. Pedro I na educação do filho. Pela leitura das cartas que trocava com d. Pedro II, fica claro que, mesmo depois de partir para o exílio, seu pai procurava ensiná-lo – principalmente no que se refere a respeitar o tutor José Bonifácio e os professores, mas também sobre como governar e a importância do respeito à Constituição. Além disso, em diversos momentos, o filho repetiu roteiros feitos por d. Pedro I no Brasil e no exterior, buscando sempre entrar em contato com pessoas que o teriam conhecido. Ao mesmo tempo em que desvenda sua vida pessoal, Paulo Rezzutti evidencia a força de d. Pedro II como o homem público que, durante os 48 anos em que esteve no poder, tentou transformar o Brasil num lugar melhor. Governante comprometido com o desenvolvimento do país e, acima de tudo, com a educação, chegou a dizer que, se não fosse imperador, seria professor. Em suas palavras, não via “missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”. Dessa forma, do príncipe que se tornou regente ainda menino ao monarca de espírito republicano que morreu no exílio, D. Pedro II – A história não contada, que inclui caderno de fotos colorido, preenche muitas lacunas com uma extensa pesquisa em documentos, cartas e diários para iluminar a vida de um homem que esbanjava cultura e cuja intimidade era bem mais intensa do que as barbas brancas em seus retratos mais famosos podem fazer supor. --Este texto se refere à edição paperback.

Sobre o Autor

Paulo Rezzutti é escritor e pesquisador paulista. Membro titular do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, trabalhou como consultor técnico na exumação dos corpos dos primeiros imperadores do Brasil. Publica pela LeYa a série “A história não contada”, da qual fazem parte: D. Pedro – A história não contada: O homem revelado por cartas e documentos inéditos (2016), vencedor do Prêmio Jabuti 2016 na categoria Biografia; D. Leopoldina – A história não contada: A mulher que arquitetou a Independência do Brasil (2017); Mulheres do Brasil – A história não contada (2018); em 2019, D. Pedro II – A história não contada: O último imperador do Novo Mundo revelado por cartas e documentos inéditos; e a nova edição de Titília e o Demonão – A história não contada: A vida amorosa na corte imperial: mensagens de d. Pedro I à marquesa de Santos. --Este texto se refere à edição paperback.

Detalhes do produto

  • ASIN ‏ : ‎ B07WDSBLBS
  • Editora ‏ : ‎ Leya (10 setembro 2019)
  • Idioma ‏ : ‎ Português
  • Tamanho do arquivo ‏ : ‎ 28862 KB
  • Leitura de texto ‏ : ‎ Habilitado
  • Configuração de fonte ‏ : ‎ Habilitado
  • Dicas de vocabulário ‏ : ‎ Não habilitado
  • Número de páginas ‏ : ‎ 713 páginas
  • Avaliações dos clientes:
    4,8 de 5 estrelas 615 avaliações de clientes

Avaliações de clientes

4,8 de 5 estrelas
4,8 de 5
615 classificações globais
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Principais avaliações do Brasil

50 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 21 de novembro de 2020
Compra verificada
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2,0 de 5 estrelas ❌ A editora esqueceu-se de passar o livro a um preparador… 💭
Por Thiago Luzzi em 21 de novembro de 2020
O livro começa com excelentes cenas de 17 de novembro de 1889, data em que o Imperador Dom Pedro II e sua família foram mandados embora do país pelos militares e positivistas que comandavam o golpe de estado que instituiu a república no Brasil. Logo em seguida, Rezzutti passa a narrar a história na ordem cronológica: Dom João VI, Dom Pedro I, Dona Leopoldina…

Desde o início, porém, revela-se o enorme problema desse livro: os erros de português. Não me refiro aqui a mau estilo, repetições, adjetivação excessiva ou galicismos. Estou falando de erros básicos de concordância, regência e, o que mais espanta, erros de ortografia!

Trago aqui alguns exemplos:
● «O seu equilíbrio era notável e quem o visse poderia achar que ele simplesmente não se importava em ter sido banido do país que nascera e governara por mais de quarenta anos.» → “país EM QUE nascera”.
● «O Alagoas trazia a bordo diversas pessoas que o governo permitiu que seguissem viagem com a Família Imperial ou que dela fosse se despedir.» → “ou que dela FOSSEM despedir-se”.
● «A partir das 22 horas, a família recebeu aqueles que haviam vindo despedir-se e depois foram descansar em suas cabines.» → “e depois FOI [a família] descansar”.
● «[…] o príncipe do Grão-Pará, d. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, e os príncipes d. Luís e d. Antônio. Seguiam juntos os barões de Muritiba e de Loreto com suas esposas, o conde de Mota Maia e seu filho, o camareiro de d. Pedro II, o conde de Aljezur, uma velha dama de d. Teresa Cristina, a viscondessa de Fonseca Costa, que a serviu por quarenta anos, André Rebouças, Frederico Stoll, professor de alemão e de ginástica dos príncipes, o professor de línguas orientais do imperador, Christian F. Seybold, além de diversos criados.» → O autor parece desconhecer a existência do ponto-e-vírgula, e com isso torna confusa a distinção entre os apostos e os novos itens de sua longa lista de passageiros.
● «Ela não teve como não perceber, visto que algumas das conquistas do marido eram realizadas pessoas próximas.» → “algumas das conquistas do marido ERAM PESSOAS próximas”.
● «Missas, promessas e procissões eram feitas em intensão da soberana, que faleceu em 11 de dezembro.» → “feitas em INTENÇÃO da soberana”.
● «D. Pedro I, o imperador abdicante, escutou as salvas das fortalezas e dos navios que saldavam d. Pedro II como novo monarca brasileiro.» → “navios que SAUDAVAM d. Pedro II”.

A coleção de solecismos chega a dar a impressão de que o livro não foi revisado por um profissional, de que a editora Leya simplesmente dispensou ou esqueceu o trabalho de preparação de texto.

Quanto aos dados biográficos, não posso dizer se são fiéis à realidade, pois desconheço os documentos; mas o português descuidado em que foram escritos não condiz com o respeito que Dom Pedro II sempre manteve pela cultura e pelo idioma de nosso país. O Imperador foi homem estudioso, fomentou a ciência e propiciou o surgimento de duas ou três gerações de excepcionais escritores brasileiros — Machado de Assis entre eles.

O texto de Paulo Rezzutti está muito longe de honrar o Maior dos Brasileiros, e depois de umas 50 páginas (10% do e-book Kindle) senti-me compelido a abandonar o livro. DUAS ESTRELAS.
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👨🏻 THIAGO E. L .G.
Perfil: https://www.amazon.com.br/gp/profile/amzn1.account.AENVE6MZQUMXUV6STFMMVW2RZO7Q?ie=UTF8&ref_=pd_hud_ysc_pf
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57 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 5 de dezembro de 2019
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Avaliado no Brasil em 17 de outubro de 2019
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35 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 28 de maio de 2020
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5,0 de 5 estrelas O imperador patriota
Por Lucas em 28 de maio de 2020
O livro está rico narrativa que faz o leitor se emocionar, de fato humaniza Dom Pedro II na escola você aprende pouco sobre o Brasil império. Agora aqui você vê os sentimentos de todos os personagens dessa história e de fato Dom Pedro II foi um patriota traído.
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20 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 31 de janeiro de 2020
Compra verificada
7 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 31 de dezembro de 2019
Compra verificada
7 pessoas acharam isso útil
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500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 16 de janeiro de 2021
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1 pessoa achou isso útil
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100 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 7 de agosto de 2020
Compra verificada
2 pessoas acharam isso útil
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Principais avaliações de outros países

Flavinha
5,0 de 5 estrelas Pedro Alcântara
Avaliado nos Estados Unidos em 2 de novembro de 2019
Compra verificada