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Deuses Americanos: (American Gods) Capa comum – 13 outubro 2016
Obra-prima de Neil Gaiman, Deuses americanos é relançado pela Intrínseca com conteúdo extra, em Edição Preferida do Autor.
Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.
A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.
Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses ― os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) ―, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.
O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério ― um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós.
Deuses americanos foi adaptado para a TV em série com estreia prevista para 2017, com roteiro do próprio Neil Gaiman e produção de Bryan Fuller (das séries Hannibal e Pushing Daisies e dos filmes da franquia Star Trek).
Juntos, os livros de Neil Gaiman lançados pela Intrínseca já venderam mais de 100 mil exemplares.
“Original, arrebatador e infinitamente criativo.” George R. R. Martin
“Mistério, sátira, sexo, horror, poesia ― Deuses americanos tem todos esses elementos, que vão fazer com que os leitores não queiram desgrudar do livro.” The Washington Post
Sobre o Autor
- Número de páginas576 páginas
- IdiomaPortuguês
- EditoraIntrínseca
- Data da publicação13 outubro 2016
- Dimensões23 x 15.8 x 2.8 cm
- ISBN-108551000721
- ISBN-13978-8551000724
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Da editora
Shadow Moon
Shadow não era supersticioso e não acreditava em nada que não pudesse ver. Quando ele conhece o sr. Wednesday, um homem misterioso que o contrata como seu guarda-costas, tudo em que ele acreditava cai por terra. Afinal, eles estão em uma road trip para reunir um time de antigos deuses para lutar em uma guerra cuja vitória é não ser esquecido.
Em uma guerra entre divindades, qual a chance de um homem sobreviver?
Os velhos deuses
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OdinDeus nórdico da sabedoria e da guerra, Odin é o líder dos velhos deuses e foi um dos primeiros a chegar à América. Ao perceber que as novas divindades estão ficando cada vez mais poderosas, o Pai de Todos reúne velhos amigos e desafetos para garantir que não sejam esquecidos. |
NancyConhecido por muitos nomes, Anansi chegou à América em um dos primeiros navios negreiros vindo de Gana. Deus africano da trapaça e de todas as histórias, sua forma mais conhecida é a de uma aranha. |
BilquisA deusa árabe do amor era adorada por seu povo em rituais de orgia. Embora o sexo seja o seu tipo preferido de adoração, ela ainda busca relevância nos dias de hoje. |
Os novos deuses
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Sr. WorldLíder dos novos deuses, o sr. World representa a globalização. Sua arma mais poderosa é a informação: ele sabe tudo sobre qualquer coisa e sobre qualquer um. O que o torna um grande adversário para os antigos deuses é o simples fato de que nada pode surpreender alguém com todo esse conhecimento. |
Garoto técnicoO garoto técnico, que se autointitula a grande descoberta da humanidade, personifica a tecnologia moderna. Ele é alimentado pela atenção que as pessoas dedicam a seus celulares e aparelhos eletrônicos. Com uma enorme fome por poder, seu maior desejo é tornar os deuses antigos completamente obsoletos. |
MediaApesar de fazer parte do grupo dos novos deuses, Media é uma das mais antigas entre seus colegas. Antes mesmo da televisão, ela já era adorada com o tempo que as pessoas dedicavam ouvindo rádio. Capaz de assumir a forma de qualquer personagem, Media não demorou muito para perceber o poder das narrativas de massa. |
Agora uma série da Amazon Prime
Detalhes do produto
- Editora : Intrínseca; 1ª edição (13 outubro 2016)
- Idioma : Português
- Capa comum : 576 páginas
- ISBN-10 : 8551000721
- ISBN-13 : 978-8551000724
- Dimensões : 23 x 15.8 x 2.8 cm
- Ranking dos mais vendidos: Nº 42,965 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
- Nº 92 em Livros de Adaptações de Romances Gráficos
- Nº 147 em Literárias Graphic Novels
- Nº 185 em Fantasia em Graphic Novels
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Eis que saiu a tal versão pela editora Intrínseca. Mas fica aqui meu descontentamento quanto ao preço praticado nos e-books dessa editora que não tem fundamento algum para a exorbitância do valor. Então se eu fosse dar a minha nota levando em conta o valor dessa obra, ela não passaria de três estrelas.
Porém, vou me ater a esta edição em si e a essa história grandiosa que é Deuses Americanos. Primeiro que já no inicio do livro temos algumas palavras do Neil Gaiman (inexistente na versão anterior) contando como foi criar essa obra, viajando por diversas cidades dos EUA, passando por vários lugares que deram ideias para a história. Também fala um pouco sobre os cortes que teve de fazer na primeira versão por solicitação da sua editora. E ao fato da capa do livro estar pronta antes mesmo de iniciar a história.
Falando em história, ela é sensacional. Vamos acompanhar a vida de Shadow a partir de suas ultimas semanas na cadeia, antes de sair após cumprir parte de sua pena e ir trabalhar para Wednesday, um sujeito estranho que parece conhecer bem Shadow. Nessa nova vida passamos a conhecer junto com Shadow diversas pessoas estranhas e acontecimentos até meio macabros mostrando a vinda dos deuses a América junto com os emigrantes e como é esse “submundo”. A história consegue prender bem o leitor na leitura não deixando nada a desejar, em momento algum ela se arrasta ou parece enrolar você.
Também vale ressaltar a importância da escrita que Neil Gaiman usa, deixando bem claro tudo que ele desejava passar, não havendo necessidade nenhuma de ficar refletindo ou raciocinando sobre nada, já que tudo é muito esmiuçado e mastigado para o leitor. É um livro que eu recomendaria para qualquer um ler, pois apesar de fantasia, tudo aqui é levado bem a sério e em momento algum ele infantiliza a obra ou perde força nos capítulos.
Ao final da edição nós temos um apêndice contando uma parte da história que não foi colocada no livro, pois Neil Gaiman achou que não ficou bom, que é quando Shadow (nosso protagonista) se encontra com Jesus. Eu particularmente achei o encontro muito bom, mas se o autor acha que não ficou bom, tudo bem. Logo depois disso, também temos uma entrevista com Neil Gaiman dez anos depois da primeira publicação de Deuses Americanos respondendo a perguntas muito legais.
Por fim deixo meus parabéns ao responsável pela tradução dessa nova versão o Sr. Leonardo Alves, pois ficou muito melhor que a tradução da primeira edição que veio ao Brasil (eu li por volta de seis capítulos dessa primeira versão). Também cito aqui que não encontrei problema algum na versão digital do livro para Kindle.
Recomendo demais a leitura, eu adorei a história do começo ao fim e a edição esta primorosa.
Quem não conhece a obra recomendo de mais.
É bem similar a série com alguns elementos distintos… só lendo para perceber a nuances.
Começou com uma boa notícia: ele ia ser libertado dias mais cedo. Para quem está atrás das grades cada segundo conta, e cada dia mais cedo que ele possa se ver livre é uma benção. Mas a felicidade da liberdade custou caro demais. Sua esposa havia morrido em um acidente de carro e estavam o libertando para o funeral.
Ela era o motivo pelo qual Shadow ansiava pela liberdade. Não foi o desespero que veio até Shadow, mas um vazio repentino, como se o mundo se tornasse um grande vácuo. Ainda tinha um amigo e um emprego esperando por ele, poderia recomeçar, mas havia mais um obstáculo no seu caminho para uma vida pacífica. Um estranho homem lhe oferece um serviço:
— Você não vai me perguntar que tipo de serviço? — Disse.
— Como é que você sabe quem eu sou? — O homem deu uma risadinha.
— Ah, é a coisa mais fácil do mundo saber como as pessoas se chamam.
Um pouco de raciocínio, um pouco de sorte, um pouco de memória.
Pergunte que tipo de serviço.
— Não — disse Shadow.
A comissária trouxe outro copo de cerveja, e ele tomou um gole.
— Por que não?
— Estou indo pra casa. Tenho um emprego esperando por mim. Eu não quero outro serviço.
O sorriso marcado do homem não se alterou aparentemente, mas agora ele parecia surpreso, de verdade.
— Você não tem nenhum emprego esperando por você em casa – ele disse.
—Você não tem nada esperando por você lá. Ao mesmo tempo, estou oferecendo um serviço perfeitamente legal; um bom dinheiro, estabilidade razoável, benefícios notáveis. Diabos, se você viver tanto assim, posso até incluir um plano de previdência privada. Você acha que gostaria de ter um desses?
Depois de saber que o seu amigo também havia morrido, Shadow não tinha opção. Resolveu aceitar o serviço desse estranho homem que se chama Wednesday e servir de guarda costas em uma viagem pelos Estados Unidos a procura de aliados para uma guerra sem precedentes. Logo Shadow percebe que não está lidando com pessoas comuns. Ele estava indo ao encontro de lendas vivas, antigos ícones do passado…
Ele estava lidando com Deuses.
Deuses Americanos é um livro de fantasia urbana que começa com a premissa de que os deuses são reais, ou pelo menos em parte. Todas as coisas que são adoradas, sejam elas deuses antigos, como Thor e Odin, criaturas de lendas, como o leprechaum e o gênio da lâmpada, ou apenas conceitos mais abstratos que nós “veneramos” de diferentes formas, como a Pascoa e a Internet, ganham personificação, e o poder dessa entidade depende do quanto as pessoas a veneram.
A América é cheia de culturas de todas as partes do mundo. Imigrantes trazem com eles suas lendas, suas crenças e seus deuses. Mas na América atual a adoração de deuses antigos foi esquecida. As antigas mitologias só vivem nas histórias, por isso os deuses estão fracos e a beira do esquecimento. Wednesday está organizando os deuses da antiguidade para travar uma guerra contra os novos deuses: o dinheiro, a tecnologia…
“Deuses morrem. E, quando morrem para sempre, não há luto nem memória. É mais fácil matar uma ideia do que uma pessoa, mas, no fim das contas, ideias também podem morrer”
Os personagens recorrentes do livro são mesmo Shadow e Wednesday, e os dois são muito bons.
Shadow é um cara amargurado, que cometeu alguns erros no passado e agora não tem mais para onde voltar. Ele não queria confusão, e na companhia de Wednesday acabou descobrindo um caminho totalmente novo para a sua vida.
Wednesday é um velho sedutor e manipulador com pinta de gangster. Ele literalmente conduz o Shadow nesse caminho e vai convencendo cada divindade que encontra a lutar nessa guerra contra o mundo moderno.
Além deles, o livro está recheado de figuras incríveis! Mesmo aqueles que têm poucas cenas acabam com uma construção tão boa que se tornam memoráveis, como o senhor Nanci e sua cena incrível do carrossel, onde Shadow consegue ver todos os aspectos da divindade Anansi ao mesmo tempo mostrando o quanto a cultura e as lendas são mutáveis.
O livro tem algumas falhas leves. A continuidade da história não foi bem armada. O autor, em uma tentativa de englobar o mundo das lendas de uma maneira mais abrangente, trás pequenos cacos de outros personagens não envolvidos com a trama de Shadow e isso quebra o ritmo da história. Sem falar sobre a sub trama da pequena cidadezinha de interior que poderia facilmente estar em outro livro só dela e sair desse. Detalhe que eu não estou falando que essas coisas são ruins, muito pelo contrário, eu pessoalmente adorei essas narrações e achei a sub trama muito legal, elas só estão meio deslocadas aqui, entende?
Neil Gaiman faz o seu melhor nesse livro. Assim como em Sandman, ele usa a personificação de conceitos para contar uma história com várias camadas. Deuses conversando têm tanto peso quanto uma conversa entre o Desejo e o Desespero. Pensando bem, ele faz seu segundo melhor…
Eu creio que a coisa que Neil Gaiman faz melhor mesmo é o aspecto de contador de história que mostra na sua narração, quando usa praticamente a própria voz como narrador. Ele faz com que o leitor se sinta uma criança sentada ao redor de uma fogueira escutando lendas do passado de uma forma divertida e emocionante. Esse aspecto da narração foi suavemente negligenciado nesse livro em prol de uma narrativa mais descritiva, o que eu achei uma pena. As melhores cenas são quando o Neil “Contador de História” vem à tona.

















