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O Diário de Anne Frank (Português) Livro de bolso – 30 jul 2007

4.6 de 5 estrelas 117 avaliações de clientes

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Detalhes do produto

  • Livro de bolso: 378 páginas
  • Editora: Best Bolso; Edição: De Bolso (30 de julho de 2007)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8577990001
  • ISBN-13: 978-8577990009
  • Dimensões do produto: 17,8 x 11,9 x 1,5 cm
  • Peso do produto: 204 g
  • Avaliação média: 4.6 de 5 estrelas  Ver todas as análises (117 avaliações de clientes)
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Avaliação de clientes

Principais avaliações de clientes

Por Leila Gonçalves AVALIADOR Nº 1 em 27 de novembro de 2015
Formato: Livro de bolso Compra verificada
Os Frank viviam confortavelmente em Amsterdam. O pai, Otto, possuía uma empresa chamada "Opteka" que vendia especiarias e pectina para conservação de doces e geleias. Porém, em 1940, com a anexação da Holanda pela Alemanha Nazista e a acirrada perseguição aos judeus, a família resolveu emigrar para os Estados Unidos. Com os vistos negados, a única saída foi passar o negócio para os empregados e esconder-se num pequeno anexo localizado no prédio onde funcionava a empresa. Foi durante esse período atribulado que Anne, a filha caçula, decidiu iniciar um diário.

Nele, ela conta para uma amiga imaginária, Kitty, seu dia a dia marcado pelo medo, a dependência de ajuda externa e a difícil convivência com a família e estranhos num pequeno espaço físico, mas que não a impediu de flertar com o amor e a sexualidade.

Em 1944, eles foram denunciados, presos e levados para um campo de concentração. Otto foi o único que resistiu, infelizmente, Anne morreu em Bergen-Belsen meses antes da derrota de Hitler.

Quando voltou para Amsterdam, não se sabe ao certo se seu pai encontrou ou recebeu o diário de uma ex-empregada. Incentivado a apresentar o horror do Holocausto, ele resolveu publicá-lo. Finalmente, seria realizado o sonho de sua filha que sonhava ser jornalista ou escritora.

Lançado em 1947, na Holanda, o livro foi um imediato sucesso, mas desde a década de 50, sua autoria foi questionada. Muitos críticos afirmavam que as reflexões filosóficas de Anne Frank não correspondiam a de uma adolescente de apenas 13 anos com restrito acesso a informações.
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Formato: Livro de bolso
O livro é bom. Pessoalmente, eu não gosto de histórias tristes e tensas que contam o sofrimento de pessoas durante guerras, mas ainda assim eu as leio porque acho importantíssimo estar sempre relembrando como a humanidade tem a capacidade de se destruir, destruir pessoas, sonhos, destruir esperança... e tudo isso pelos motivos mais ridículos. Nesse contexto, eu recomendo o livro pra todos. Em alguns momentos eu realmente fiquei surpreso com a maturidade de Anne Frank. Como ela mesma diz em alguma de suas cartas à Kitty, "a idade não reflete a maturidade das pessoas" e eu acho que ela ter passado por uma situação tão claustrofóbica, tensa e infeliz, foi como viver 10 anos em 2. Também, eu gosto das partes em que ela descreve como funcionava a vida no Anexo, como eles se viravam pra conseguir comida, como planejavam para usar o banheiro. Eu só não dou 5 estrelas porque em vários momentos eu acho suas cartas muito repetitivas em relação às discussões e às batatas - que parece ser o que eles mais comiam enquanto estavam confinados. Além disso suas abstrações são um tanto superficiais e então eu me perco entre uma Anne Frank madura e uma Anne Frank que, sem sucesso, se esforça para fazer um discurso comovente, mas que na verdade não passa de abobrinha da cabeça de uma pré-adolescente. E isso torna o livro muito monótono em grande parte do tempo. Eu acho importante que quem vier a ler o livro, o faça sob a ótica de que o Diário de Anne Frank é um diário de uma menina de 13 anos que viveu tempos terríveis e teve um fim trágico, mas não sob a ótica de que Anne Frank é uma grande heroína. Enfim, se ela fosse uma heroína o livro seria péssimo. O livro é bom porque ela é uma grande vítima, assim como todas as outras pessoas que morreram e ainda morrem injustamente pela guerra.
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Por André Willian AVALIADOR TOP 1000 em 5 de setembro de 2015
Formato: eBook Kindle Compra verificada
Estava para ler esse livro à um bom tempo, mas caiu em um ótimo momento...
É difícil acreditar que, de fato, tudo o que foi dito foi real, tamanha carga emotiva e, por que não, repugnante.
O livro é muito bom, amadurece com o decorrer da leitura, assim como a própria autora, que conseguiu me cativar com seus relatos e seu jeito diferente de enfrentar as situações...
A pior parte do livro é o final, por sabermos aonde toda essa luta termina...
Recomendo!
...
" O motivo para o ódio é compreensível, talvez até mesmo humano, mas isso não o torna direito. "
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Formato: eBook Kindle
Acredito que todo mundo que ame ler tenha uma história particular com esse livro. A minha começou ainda criança - não lembro exatamente a idade - quando minha mãe contou que sua escola chamava Escola Municipal Anne Frank e que ela decorou músicas israelistas para apresentar ao pai de Anne , Otto, na viagem que fez ao Brasil. Claro que depois disso me interessou e muito saber mais sobre quem era Anne Frank, então quando eu tinha uns 13 anos entrei na finada loja Sodiler e adquiri um pocket book - que tentei encontrar para mostrar a vocês, mas até o momento não achei o - do livro em inglês.
Devorei o em poucos dias, confesso que naquela época meu inglês não era tão fluente quanto o de hoje, mas com a ajuda do dicionário entendi boa parte. Hoje, ao pegar o livro para ler novamente, me peguei lembrando de poucas coisas.
Agora com essa linda versão da Record com a capa imitando o diário dela e com trechos que eram proibidos a publicação por determinação do pai, me vi durante 3 dias mergulhada no triste mundo da menina dos 13 aos 15 anos.
Anne era uma garota comum, judia, com sonhos e anseios de uma menina de sua idade. Em 1942 quando começa o diário, o mundo era muito diferente de hoje, e na Holanda onde morava as tropas nazistas começavam a invadir, entre trechos comuns a adolescente se via com medo pelo futuro do que viria por causa da Segunda Guerra.
Não por acaso seu pai havia proibido os trechos que ela falava sobre sexualidade - nada demais, comuns para idade, mas naquela época um tabu - e também sobre sua mãe, com quem Anne definitivamente não se dava nada bem, por vezes eu diria que pelo que ela escreveu ela não tinha nenhum amor por ela.
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