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Avaliação de clientes

4,9 de 5 estrelas
43
Em Busca de Sentido
Formato: Capa comum|Alterar
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de outubro de 2015
O livro tem duas partes (a primeira originalmente era o livro inteiro, a segunda foi adicionada posteriormente):

1ª - O autor narra suas percepções acerca da psicologia dos prisioneiros de campos de concentração nazista. O próprio autor foi prisioneiro e sobrevivente de campos de concentração, então os relatos dizem respeito tanto às suas próprias reações quanto às de seus colegas.

2ª - Apresentação breve da logoterapia, modelo de clí­nica terapêutica que começou a ser desenvolvido por Viktor Frankl antes da ascensão do Nazismo na Alemanha, interrompido durante a prisão do autor em campos de concentração e retomado após sua libertação. Como o tí­tulo do livro dá a entender, a logoterapia tem como principal pressuposto a noção de que é a realização de um ou mais sentidos que confere a um indiví­duo uma boa saúde mental e uma vida que vale a pena ser vivida (em contraste às buscas pelo prazer e pela felicidade, por exemplo).

A resenha:

A primeira parte é muito boa e merece 5 estrelas. O autor se expressa de forma bastante cientí­fica e nada melodramática (o livro não é de forma alguma um tipo dramalhão de auto-ajuda). Além disso, escreve bem - muitos conseguirão ler toda essa parte do livro em apenas uma sentada e sem perder em momento algum o interesse. A mensagem dessa parte do livro que mais me marcou: mesmo em condições muito adversas, as pessoas ainda têm a liberdade de escolha. P. ex.: um prisioneiro de Auschwitz podia não ter a opção de comer bem, descansar em um leito confortável etc., mas nada nem ninguém podia tirar-lhe a liberdade de escolher como reagir à sua difí­cil situação. Essas convicções que o autor já desenvolvia antes de ser preso o ajudaram imensamente a sobreviver aos horrores dos campos de concentração. Recomendo fortemente essa leitura tanto a profissionais da saúde mental quanto ao público em geral.

A segunda parte - princípios básicos da Logoterapia - me levou a não pontuar o livro com 5 estrelas.
Após ler a parte 1, é natural que o leitor queira saber mais sobre a escola prática de terapia criada por Viktor Frankl, então a adição da segunda parte em edições mais modernas fez bastante sentido.
Entretanto, a logoterapia é apresentada de uma forma demasiadamente simples. Isso até que é compreensí­vel, uma vez que o objetivo do autor era mesmo fazer uma breve apresentação.
Ainda assim, me incomodou a forma como ele apresenta casos de curas quase milagrosas de pacientes com problemas de longa data.
Não duvido desses relatos, na verdade acredito neles. Bons terapeutas provavelmente se depararão com sucessos similares umas poucas vezes ao longo de suas carreiras, mas a apresentação selecionada induz à crença de que a logoterapia é milagrosa.
A argumentação em favor da importância do sentido da vida por meio desses casos soa um pouco pobre, mesmo sendo o pressuposto muito interessante. Tenho fé que outros livros do mesmo autor elucidam melhor sua escola terapêutica.
Posto isto, gostei de ler sobre a logoterapia e me interessei por saber mais a respeito.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 9 de abril de 2017
Há muitos livros de sobreviventes do Holocausto, mas este é diferente porque não conta somente uma História, e sim as reflexões de um sobrevivente sobre o que restou da História. Nós não nascemos para desistir: Viktor mostra isso! Livro para ser lido, relido e presenteado.
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em 15 de dezembro de 2017
Gostei do livro, dá bastantes detalhes sobre os campos de concentração e as condições físicas e psicológicas em que as pessoas sobreviviam lá, além de contar como as pessoas que saiam vivas de lá pensavam e agiam no campo de concentração. Fala sobre o sentido da vida e como você ter ou não uma visão positiva de futuro influência na sua maneira de pensar, agir e sentir, além de influenciar também fisicamente em todo o seu sistema imunológico. Um ponto marcante do livro pra mim é quando ele conta que próximo ao natal a taxa de mortalidade no campo de concentração aumentou 4x, justamente porque os prisioneiros já estavam vendo sua visão positiva de futuro que no caso era conseguir passar o natal e a virada do ano com suas famílias não acontecer, e já não tinham mais esperança de um futuro melhor, o que afetou o sistema imunológico deles e os fez ficarem mais propensos a doenças que consumaram suas mortes. Recomendo muito a leitura.
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em 10 de janeiro de 2018
Leio este livro uma vez a cada ano. O relato do autor sobre os acontecimentos no campo de concentração pode levar ao leitor a mudar a perspectiva que olha sua própria vida.
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em 8 de agosto de 2017
Um dos melhores livros para ter no seu acervo, complexo e útil para todos os brasileiros que sobrevivem nessa terra
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 27 de fevereiro de 2016
O livro é interessantíssimo. Prende a sua atenção primeiramente pelo relato autobiográfico de Viktor Frankl feito como forma de contextualizar a psicoterapia que ele criou (Logoterapia). Em seguida é feita uma apresentação mais formal do conceito de Logoterapia e suas prerrogativas.
Não classificaria esse livro dentro do estigma de "auto-ajuda" que conhecemos. Pois ele não vende "segredos" para uma vida melhor e mais próspera, pelo contrário, fala justamente do sofrimento como elemento de transformação e busca pelo sentido. Como o autor diz: "Não se trata do que a vida faz com a pessoa, mas do que a pessoa faz com a vida..."
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de fevereiro de 2017
Neste livro, o psiquiatra Viktor Frankl relata sua experiência como prisioneiro no campo de concentração nazista em Auschwitz. O relato é bastante forte e detalhado. Conseguimos visualizar a dureza e desumanidade daqueles que passaram por essa experiência escabrosa. Frankl descreve o cotidiano da prisão e relembra sua família que acabou separada quando os nazistas começaram a enviar os judeus para as câmaras de gás.

Na segunda parte do livro nos é apresentada a "logoterapia", corrente psicológica fundada por Frankl e altamente baseada em sua experiência pessoal. Para Frankl os fundamentos de sua abordagem consistem em três pontos:

1) A liberdade da vontade: Esse conceito foi introduzido para solucionar o problema filosófica do determinismo e do pandeterminismo.
2) A Vontade de sentido: De acordo com Frankl esse fundamento foi introduzido uma vez que a logoterapia detectou uma insuficiência nas análises de Freud e Adler.
3) O Sentido da vida: Esse último conceito foi introduzido por Frankl como solução ao problema filosófico do relativismo e do subjetivismo.

Frankl pontua que existe um sentimento de ausência de sentido na vida e que esse sentimento pode gerar certos tipos de neuroses.Ele chama esse fenômeno de "vácuo existencial".

Para Frankl essa condição em que o paciente manifesta uma total falta de sentido e propósito em sua vida pode ser tratada, pois todo ser humano possui um afã básico para encontrar e realizar um projeto de vida. A logoterapia, portanto, é o tratamento que visa solucionar a atitude do paciente que se vê diante de um destino imodificável, de uma vida sem valor e de um futuro esvaziado de realizações, alegrias e projetos.

Enfim, uma leitura não apenas para especialistas, mas para todo o tipo de leitor.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de junho de 2017
Esse é um daqueles livros que eu considero situacional, ou seja, a conclusão dele vai depender muito do momento do qual você está passando em sua vida. Se você chegou até aqui é porque muito provavelmente já sabe a sinopse do livro. O autor narra como foi a sua passagem em um campo de concentração nazista durante a Segunda Guerra Mundial.

Os detalhes são a parte mais emocionante da história. O momento em que ele fala que em situações extremas, os sonhos e as conversas dos prisioneiros sempre recaem sobre a nossa necessidade mais básica: comida. Política e religião também são assuntos corriqueiros. Na segunda parte ele é um pouco mais técnico, e descreve os princípios do seu método cunhado de Logoterapia, parte essa talvez mais interessante para quem trabalha na área..

Enfim, esse é um livro que todo mundo deveria ler para valorizar a vida que tem e parar de reclamar dos obstáculos que ela apresenta, sejam eles pequenos ou grandes.
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em 7 de julho de 2015
Ouvi de um senhor exatamente a frase acima da leitura indispensável deste e falou por cima do que se tratava o livro e do autor.
Me interessei pelo livro porque se tratava de uma experiencia pessoal do autor pela passagem por campos de concentração. Um sobrevivente que foi capaz de relatar esse infortúnio na forma de literatura. O interessante é que ele faz um esboço da psique humana em confronto com situações extremas para suportar e viver dias de incertezas e desesperança diante de um quadro tão caótico.
Recomendo, nos faz pensar o quanto levamos a vida levianamente sem dar conta da enorme importância de cada dia.
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em 24 de julho de 2017
Sem dúvida, este é um dos melhores livros que já li e sei que continuará sendo enquanto eu viver. Leitura indispensável.

Por si só o testemunho já seria impactante, ou seja, alguém que sobreviveu a um campo de extermínio nazista. Porém, o autor era professor de Neurologia e Psiquiatria. Ele descreve suas experiências durante esse período sob a lente do sentido. Viktor Frankl foi o fundador da Logoterapia, muitas vezes chamada de "terceira escola vienense de psicoterapia" (as duas primeiras são a da Psicanálise de Freud a da Psicologia Individual de Adler). Sendo bem enxuto, a Logoterapia trata do sentido da existência humana - o sentido da vida - como sendo a principal força motivadora do ser humano.

3 principais lições que aprendi:

1. A importância de encontrar um sentido, de ter uma causa maior, uma missão na vida. Nas palavras de Nietzsche, 'Quem tem por que viver aguenta quase todo como'."
2. Todo ser humano tem o poder de decidir quem ele vai ser, ou seja, qual será sua atitude dado o ambiente em que está inserido.
3. A felicidade acontece em decorrência de algo, ela é uma consequência.

Alguns trechos do livro:

"Sendo professor em dois campos, neurologia e psiquiatria, sou plenamente consciente de até que ponto o ser humano está sujeito às condições biológicas, psicológicas e sociológicas. Mas além de ser professor nessas duas áreas, sou um sobrevivente de quatro campos - campos de concentração - e como tal também sou testemunha da surpreendente capacidade humana de desafiar e vencer até mesmo as piores condições concebíveis."

"(...) é bem característico da cultura norte-americana o fato de que a todo momento pessoas são exortadas a "ser felizes". Mas a felicidade não pode ser buscada; precisa ser decorrência de algo. Deve-se ter uma razão para "ser feliz". Uma vez que a razão é encontrada, no entanto, a pessoa fica feliz automaticamente."

""Quanto à origem da falta de sentido, pode-se dizer, ainda que de maneira muito simplificadora, que as pessoas tem o suficiente com o que viver, mas não tem nada por que viver; tem os meios, mas não tem o sentido."

"O que realmente importa não é o que nós esperamos da vida, mas antes o que ela espera de nós."

"Existem diversas máscaras e disfarces sob os quais transparece o vazio existencial. às vezes, a vontade de sentido frustrada é vicariamente compensada por uma vontade de poder, incluindo sua mais primitiva forma, que é a vontade de dinheiro. Em outros casos, o lugar da vontade de sentido frustrada é tomado pela vontade prazer. É por isso que, muitas vezes, a frustração existencial acaba em compensação sexual. Podemos observar nesses casos que a libido sexual assume proporções descabidas no vazio existencial."

"Há três caminhos principais pelos quais se pode chegar ao sentido na vida.
1. criar um trabalho ou fazer uma ação;
2. experimentar algo ou encontrar alguém; em outras palavras, o sentido pode ser encontrado não só no trabalho, mas também no amor;
3. mesmo uma vítima desamparada, numa situação sem esperança, enfrentando um destino que não pode mudar, pode erguer-se acima de si mesma (autotranscedência), crescer para além de si mesma e, assim, mudar-se a si mesma. Pode transformar a tragédia pessoal em triunfo."
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