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Enclausurado (Português) Capa comum – 29 set 2016

4.4 de 5 estrelas 24 avaliações de clientes

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Detalhes do produto

  • Capa comum: 200 páginas
  • Editora: Companhia das Letras; Edição: 1ª (3 de outubro de 2016)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8535928014
  • ISBN-13: 978-8535928013
  • Dimensões do produto: 20 x 13,6 x 1,2 cm
  • Peso do produto: 259 g
  • Avaliação média: 4.4 de 5 estrelas  Ver todas as análises (24 avaliações de clientes)
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Avaliação de clientes

Principais avaliações de clientes

Por Alysson Oliveira AVALIADOR TOP 50 em 3 de outubro de 2016
Formato: Capa comum
Talvez os romances um tanto macabros do início da carreira de Ian McEwan não dessem notícia de que ele seria, no século XXI, cronista das crises da Europa contemporânea – das narrativas (Atonement), políticas (Saturday), históricas (On Chesil Beach), ambientais (Solar) –, e seu mais novo romance, NUTSHELL, dá conta do presente – da era das imigrações, das fronteiras supostamente fluidas, da contenção de políticas de identidades, da União Europeia (e, por consequência, do Brexit).

Narrado por um feto – no final do terceiro trimestre de gestação – ainda sem nome, o romance é uma releitura de Hamlet, o que já é apontado logo na epígrafe. Na sua existência intrauterina, ele acompanha o plano de sua mãe, Trudy, junto com o tio, Claude, de assassinar seu pai, poeta fracassado e editor quebrado, John. A formação do protagonista-narrador-feto é dada por acompanhar diálogos da mãe, programas de rádio e afins. Dotado de senso crítico, perspicácia e sagacidade, esse pequeno ser, embora muitas vezes subordinado aos interesses e possibilidades físicas da mãe, sabe o que quer, mesmo que muitas vezes não saiba como agir, ou nem possa agir como queria.

Vivendo no momento em que ele chama de segundo crepúsculo da Era da Razão, o narrador constrói uma trama que transita entre o suspense e uma comédia nervosa e tensa dado algo que patético que existe em toda a situação. Por meio dessa voz, ainda em formação, o escritor comenta o estado do mundo atua. A pergunta nunca se formaliza, mas fica no ar: que mundo é esse em que essa criança nascerá? A resposta pode ser assustadora.
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Formato: Capa comum Compra verificada
A despeito do título em português não corresponder rigorosamente ao original em inglês ("Nutshell") a palavra "Enclausurado" prepara bem a experiência em primeira pessoa desse narrador singular, uma criação de alto grau de elaboração artística. A literatura mundial já conheceu narradores bastante variados, como o defunto Brás Cubas (Machado de Assis) e o gato do romance de Natsume Soseki (Eu Sou Um Gato). No seu mais novo romance Ian McEwan dá voz a um feto, ainda no útero da mãe, passando por vivências precocemente traumáticas no seio de sua família. São muito curiosas as soluções encontradas, as descrições do ambiente intra-uterino, as observações desencantadas de um mundo adulto pernóstico e as associações com obras-primas da literatura de disfunções familiares, como Édipo Rei de Sófocles e Hamlet. É o primeiro livro de McEwan que leio e me surpreendeu pela prosa magistral e pela inventividade.
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Por Alberto Dias Filho AVALIADOR TOP 500 em 2 de novembro de 2016
Formato: eBook Kindle Compra verificada
O romance narrado por um personagem inusitado - o feto ainda no útero materno - traz uma perspectiva diferente, às vezes irônica, sarcástica, alternando reflexões ora pessimistas ora otimistas sobre a humanidade mas sempre refletindo a esperança e a vontade de viver sua própria vida. A tragédia que se anuncia com o assassinato de seu pai pela própria mãe e seu tio, um enredo inspirado em Shakespeare, assume um tom dramático visto pela perspectiva do filho que se torna órfão antes de nascer. Um ótimo livro diferente.
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Por Leila Gonçalves AVALIADOR Nº 1 em 27 de outubro de 2016
Formato: Capa comum Compra verificada
Em "Enclausurado", Ian McEwan retoma um tema recorrente em seus livros de forma inusitada. O choque traumático da infância com o mundo frustrante dos adultos ressurge cáustico, entre trágico e cômico, destilando criatividade e fantasia.

Se você já leu "Hamlet", de Shakespeare, perceberá uma nítida semelhança entre ambas histórias. Não é por acaso que a novela abre com uma citação da tragédia: "Deus, eu poderia viver enclausurado dentro de uma noz e me consideraria um rei do espaço infinito — não fosse pelos meus sonhos ruins".

Porém, ao contrário do atormentado príncipe, destronado pelo tio após matar o rei numa conspiração com a cunhada, McEwan escolheu um nascituro para protagonista e narrador. É ele quem ouve o planejamento do assassinato de seu pai, só que virado de cabeça para baixo e, praticamente, sem conseguir se mexer dentro do útero da mãe. Essa imobilidade é sua falha trágica e uma característica da dramaturgia shakespeariana.

Outra diferença é que ele não tem título de nobreza nem nome. É filho de um poeta e editor sem sucesso, John Cairncross, que presencia Trudy e Claude, respectivamente, sua esposa e seu irmão, viverem um tórrido caso de amor, sem imaginar que seu único bem, uma mansão de sete milhões de libras, faz parte dos planos do casal, aliás, um casal tão desprezível quanto Gertrudes e Claudius, os dois grandes vilões de "Hamlet".

O mais curioso é a sapiência dessa pequena criatura cuja verve eclipsa a leitura.
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