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Hex: Uma bruxa clássica - Um terror moderno (Português) Capa dura – Edição especial, 14 março 2018

4,7 de 5 estrelas 552 classificações

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Detalhes do produto

  • Editora : Darkside; 1ª edição (14 março 2018)
  • Idioma : Português
  • Capa dura : 368 páginas
  • ISBN-10 : 8594540698
  • ISBN-13 : 978-8594540690
  • Dimensões : 23.4 x 16 x 2.8 cm
  • Avaliações dos clientes:
    4,7 de 5 estrelas 552 classificações

Descrição do produto

Resenha Especializada

“Brilhantemente original.” — Stephen King — “Assustador pra caralho.” — Joe Hill — “HEX é assustador, emocionante e original.” — George R. R. Martin — “Os calafrios permanecerão com você muito depois de virar a última página.” — The BiblioSanctum — “Uma leitura assustadora que combina as antigas bruxas com a tecnologia do século XXI de maneira criativa.” — New York Journal of Books —

Sobre o Autor

Thomas Olde Heuvelt é autor de cinco romances e muitos contos fantásticos. Já foi publicado em inglês, holandês, chinês e, agora, em português. Ganhou o Harland Award (prêmio holandês na categoria de Melhor Fantasia) em três ocasiões, e o Hugo Award de 2014 na categoria Melhor Conto. Olde Heuvelt escreveu seu romance de estreia aos dezesseis anos e estudou Língua Inglesa e Literatura dos EUA em sua cidade natal, Nijmegen, e na Universidade de Ottawa, no Canadá. Desde então, ele se tornou autor best-seller na Holanda e na Bélgica. Considera Roald Dahl e Stephen King os heróis literários de sua infância, que incutiram nele o amor pela ficção macabra. HEX é a estreia de Olde Heuvelt como romancista. A Warner Bros. está atualmente desenvolvendo uma série de TV baseada no livro.

Avaliação de clientes

4,7 de 5 estrelas
4,7 de 5
552 classificações globais
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Principais avaliações do Brasil

500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 9 de novembro de 2018
Compra verificada
94 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 3 de junho de 2018
Compra verificada
24 pessoas acharam isso útil
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Avaliado no Brasil em 30 de outubro de 2018
Compra verificada
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4,0 de 5 estrelas Terror na medida certa.
Por Angela Canuto em 30 de outubro de 2018
Edição maravilhosa da Darkside. Parabéns!

Gostei bastante da história até a metade do livro, depois comecei a ficar irritada com algumas coisas como a ausência de personagens femininas na trama, mas nada que deixasse a história ruim, só não é muito o que eu curto. Eu estava pensando em dar nota 3, porém o final me conquistou e perdoei o excesso de personagens masculinas só por ele, rs.

Não foi um livro que me deu medo, apesar de que às vezes eu dava uma olhada pros lados enquanto lia, mas não achei que o terror fosse o assunto principal.

Eu recomendo bastante, pois o autor soube trazer o assunto de bruxas para a contemporaneidade com os requintes da Idade Média.
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20 pessoas acharam isso útil
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100 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 26 de setembro de 2019
Compra verificada
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3,0 de 5 estrelas A bruxa que habita todos nós
Por Denise Joao em 26 de setembro de 2019
Primeiro achei a narrativa muito chata, cheia de nomes, sobrenomes e referências e tive ganas de abandoná-la. Fiquei uns dias sem ler, li outro livro e quando voltei tive mais paciência. Também senti que estava me envolvendo mais com a história. No final da Parte 1 eu estava: Uau! Mas na Parte 2, na altura do capítulo 27 as coisas começam a desandar e despencam até o final, cuja última cena me lembrou - guardadas as devidas proporções, pois o conto é melhor - “A mão do macaco”, de William Wymark Jacobs. Eu gostei da cena, mas não do desenrolar da trama que culminou nela.

HEX tem uma ideia original: uma pequena cidade nos EUA tem que conviver com a “presença" de uma bruxa (Katherine van Wyler) morta há 350 anos, que não se mete com os moradores da cidade satisfeitas algumas condições: não mexer com ela, não se afastar por muitos dias seguidos da cidade e, principalmente: não abrir os olhos dela. Porque a bruxa, em algum momento lá atrás teve boca e olhos costurados e anda envolta em correntes pela cidade. Uma tentativa, nos anos sessenta, de libertá-la dos pontos, provocou o suicídio da equipe que a assistia.

O autor faz umas reflexões bem bacanas: uma delas é a preferência que cada um tem por um filho e que no caso de Steve e Jocelyn não parecia afetar a rotina já que são dois filhos, cada um dos pais tinha afinidade com um e ok. Na real, poucas pessoas admitem ter preferência por um filho ou outro e muitas vezes isso é motivo de uma crise por parte dos que se sentem rejeitados. Mas aí aconteceu uma coisa que pôs esta preferência à prova de maneira alarmante.

Segundo o paralelo entre os dias de hoje e os dias em que a bruxa viveu. Certamente os habitantes da cidade se achavam civilizados e abominavam o que aconteceu no passado com a Katherine, mas se no presente eles não se metiam com ela não era por pena, era por medo. Lembrei de uma conversa que tive há muitos anos sobre a diferença entre o cumprimento da lei pelos habitantes de um país como a Suécia e nos EUA. Os primeiros respeitam por educação, os segundos pela sanção. E quando você deixa de fazer algo só pela sanção, quando ela acaba, você faz. Isto diz muito sobre Black Spring. Seus habitantes nos mostraram que não evoluímos tanto assim, não é mesmo? Só ver na internet o que se deseja que aconteça aos criminosos. Só ver quanta gente está disposta a linchar. Histeria coletiva é sempre perigosa.

E aí um grupo de cinco adolescentes cria o projeto “Abra seus olhos: Pregações do Ninho da Bruxa” para fazer experiências científico-comportamentais com a bruxa.

Adolescência é uma fase FDP porque você se acha adulto, mas ainda é inconsequente como criança. Além do que você quer experimentar, quer revolucionar, remar contra a maré, mas não mede os riscos. Acho o Tyler tão culpado quanto o Jaydon pelas “experiências”; o que ocorre é que cada um é um produto do que viveu. As pessoas tendem a repetir comportamentos e situações a que foram submetidas e os garotos tiveram pais e infâncias bem diferentes. Portanto, seus atos têm consequências distintas.

Todas essas reflexões são muito interessantes. Inclusive, eu vejo a bruxa como uma representação do mal que habita cada um. Ela existe; mas muda, cega e acorrentada. Você não toca nela. Ela fica na dela. Mas se você a liberta...

Pena que num determinado momento acho que o autor perdeu a mão: personagens importantíssimos sumiram ou foram subaproveitados - inclusive Katherine -, certos eventos foram estranhamento conduzidos e ficaram algumas pontas soltas.

Foi uma leitura diferente. Tem os seus méritos e os seus furos. Três estrelinhas e meia. ;)

Notas: O autor fez duas versões da história: uma em holandês e uma em inglês. A primeira se passa na Holanda e a segunda nos Estados Unidos. Há diferenças na narrativa, inclusive o final. O livro traduzido pela DarkSide tem como base a versão em inglês.

Segundo informação no site da editora (2018), a Warner Bros. está desenvolvendo uma série baseada no livro.

Na foto, ilustração da folha de guarda feita por Vitor Willemann.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 29 de agosto de 2018
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