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Joyland (Português) Capa Comum – 25 jun 2015

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Detalhes do produto

  • Capa comum: 240 páginas
  • Editora: Suma de Letras; Edição: 1 (26 de junho de 2015)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8581052983
  • ISBN-13: 978-8581052984
  • Dimensões do produto: 23 x 15,8 x 1,8 cm
  • Peso do produto: 381 g
  • Avaliação média: 4.6 de 5 estrelas  Ver todas as análises (49 avaliações de clientes)
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Principais avaliações de clientes

Por Lucia Maria Miranda AVALIADOR TOP 500 em 12 de agosto de 2015
Formato: Capa comum
... Para quem como eu lê SK há uns 40 anos e começou quando o autor principiou com os Contos de Bachman e ninguém fazia a mínima das mínimas de quem viria a ser e que jogou os manuscritos de Carrie, a Estranha, na lixeira e sua esposa, Tabhita, foi lá e os salvou porque de fato acreditava no poder da narrativa da Carrieta e seus excêntricos poderes telecinésicos, ler Joyland foi uma surpresa marcante, incrível, pungente e tocante, eu jamais poderia imaginar que King depois de Desespero e aquele tak incessante, o hotel Overlook com as garotinhas gêmeas que chamam prá brincar prá sempre em O Iluminado, depois daquele palhaço agourento nos esgotos de Derry em It, A Coisa, depois da última página de O Cemitério e aquele toc toc toc do salto do sapatinho no linóleo da cozinha, depois do Perséphone, o navio fantasmagórico de Duma Key, depois de tantas casas esquisitas como A Casa Negra e Rose Red, A Casa Adormecida, depois da possibilidade aventada de ir e vir no tempo em Novembro de 63 e etc e etc fosse então criar um parque de diversões como esse e com a Carolin Spin, com 50 metros de altura e lááá em cima aonde o ar é pouco e praticamente se vê de tudo, e os brinquedos infantis para os pequeninos na vila Wiggle-Waggle e as garotas de Hollywood com seus sumários vestidinhos verdes e as câmeras fotográficas Speed Graphic, ou seja, tudo é tão purista, tão simples, tão mágico que se torna de fato encantador e instigante mesmo com um assassinato à sangue frio e um criminoso perspicaz pelo caminho, pois se não houvesse uma mortezinha que fosse, claro, não seria o Stephen! Ou seja, para quem conhece SK, já leu algumas obras dele, é inquestionável e irretorquível que leia Joyland pois ficará apaixonado por essa obra assim como eu logo assim às primeiras páginas.
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Por GsilvaD AVALIADOR TOP 1000 em 17 de agosto de 2015
Formato: Capa comum Compra verificada
Nesta história, Devin, hj bem mais velho, narra pra gente o que aconteceu com ele nos anos 70, quando era um jovem universitário que após sofrer uma decepção amorosa, arruma um trabalho temporário em Joyland, um parque de diversões que fica agitado no verão e precisa de mais funcionários. Lá, Devin é tipo um ajudante de serviços gerais, faz a limpeza, é ajudante na manutenção dos brinquedos e faz outras funções digamos q mais divertidas, que me fizeram por alguns momentos, sorrir enquanto estava lendo. Até a metade do livro é isso q acontece na história, a vida dele no parque, depois dai é que as coisas mais esquisitas acontecem. O protagonista fica curioso com o mistério de um fantasma que dizem ter dentro do brinquedo O Trem Fantasma, ele quer saber mais, quer investigar e isso não acaba sendo uma boa ideia. A leitura no começo é um pouco arrastada, mas não chega ser entediante ao ponto de largar o livro.
Eu gostei, mas, pela capa do livro esperava mais terror, à estilo King. A história te prende sim, acho até que é um bom livro pra quem quer começar a ler Stephen King, porq além de não ser um livro de terror pesado é bom para saber como é o estilo de escrita do autor.
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Formato: eBook Kindle Compra verificada
Lá pela vigésima e alguma página me deparei com esta citação: "Quando se tem vinte e um anos, a vida é um mapa rodoviário. Só quando se chega aos vinte e cinco, mais ou menos, é que se começa a desconfiar que estávamos olhando para o mapa de cabeça para baixo, e apenas aos quarenta temos certeza absoluta disso. Quando se chega aos sessenta, vai por mim, já se está completamente perdido." A esta altura, o enredo já havia me cativado.

Joiyland é um parque de diversões, fixo, não itinerante, e independente, estilo americano, pelo que entendi havia muitos no passado na América do Norte. Grande, mas pequeno comparado a Disney, com muitas atrações e brinquedos grandes. Uma boa parte do livro conta através dos olhos de Devin Jones, como este lugar funciona e para quem gosta é um prato cheio, sempre gostei em saber como lugares assim funcionam.

A história é contada por Dev, quarenta anos depois de ocorrida, o enredo se passa no em 1973 entre o verão e o inverno. A vida simples de Dev no parque Joyland vai acontecendo, o verão agora acabou e ele resolveu trancar a faculdade e virar empregado fixo do parque. O livro é bem ritmado e cheio de capítulos curtos, na verdade é um único capítulo cheio de pequenas partes e todas elas separadas por um coraçãozinho, os personagens, muito bem construídos como é característica de King, vão surgindo e impondo sua marca na história. A cada página esperamos que algo aconteça, e nada acontece. Só o relato de algo que aconteceu há algum tempo no parque e que desperta a curiosidade de Dev vai se insinuando aos poucos.
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Por Wellington Amorim AVALIADOR TOP 1000 em 22 de agosto de 2015
Formato: Capa comum
Para os fãs de Stephen King, imperdível. Para quem não é, ou deixou de sê-lo com alguns livros decepcionantes após o acidente em que quase morreu, uma (re)descoberta. Realmente tais livros pareciam escritos por algum robô, sonâmbulo, alienígena ou algo semelhante. No entanto, Novembro de 1963 foi brilhante, Doutor Sono uma maravilha de continuação para O Iluminado e Joyland uma gratíssima surpresa. O mistério sobre a morte de uma garota no trem-fantasma é apenas o pretexto para um lindo livro, um rito de passagem de um garoto de 21 anos, o amadurecimento provocado por rejeição, o mundo dos parques de diversões, a generosidade proporcionando resultados imprevisíveis. Claro que o mistério é muito atraente e de certa forma é a força-motriz que leva Devlin, o protagonista, a se embrenhar cada vez mais em sua solução. Mas as histórias paralelas são deliciosas, cativantes, e acabam assumindo um paperl narrativo até maior. O mesmo ocorreu em Novembro de 1963, quando eu nem me preocupava mais se Kennedy seria salvo ou não, pois a história de amor, os paradoxos temporais, as pessoas que poderiam ou não ser salvas nos deslocamentos, tudo isso era ainda mais atraente.

Joyland é ótimo, dá para se ler de uma assentada, aquece o coração, intriga o espírito, é inesquecível. Tal como a pipa voando em algumas de suas páginas, King mais uma vez chega lá no alto, façanha para poucos mestres contadores de histórias. Bravo!
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