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Lições Amargas: Uma História Provisória da Atualidade Capa dura – 26 maio 2021
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Após um ano perdido, de uma década perdida, Gustavo Franco traz um balanço lúcido e provocador da situação do país
Gustavo Franco, economista renomado e um dos formuladores do Plano Real, mobiliza sua conhecida independência intelectual, domínio dos dados e capacidade analítica para refletir não apenas sobre os problemas do país, mas sobre como a nossa forma de pensar a respeito deles vem se transformando, com profundas e imprevistas consequências.
Sob o espectro da pandemia de covid-19, o autor toma as controvérsias que se impuseram ao longo de 2020 e 2021 como ponto de partida para uma análise eclética e inovadora, que abrange desde as razões da estagnação econômica durante o Império até as consequências da adoção do bitcoin e outras moedas digitais. Gustavo disseca também a questão das reformas, sempre presentes na discussão nacional, reconhecidas como necessárias pela maioria dos protagonistas da vida pública, mas que ficam velhas antes mesmo de serem aprovadas. Com lógica implacável, ele demonstra como o próprio conceito de reforma foi cooptado pelo estamento político para a construção de um discurso pretensamente modernizador, mas, na prática, voltado para o adiamento de qualquer mudança que contrarie poderosos interesses. “Tudo parece ter ficado mais agudo e urgente, assim como parece ter reduzido a nossa tolerância com a procrastinação. Ou não?”, ele provoca.
Lições amargas transborda de ideias originais, mercadoria escassa no cenário atual dominado pelo debate raso, dissociado dos fatos, prisioneiro dos dogmas. É menos um livro sobre as nossas dificuldades, e mais sobre a nossa incapacidade secular de enfrentá-las. Com fina ironia e genuína erudição, Gustavo Franco tira lições amargas dos anos de estagnação e da nossa inelutável tendência aos remédios milagrosos, para traçar os caminhos acidentados, porém ainda possíveis, de um reencontro com a nação que desejamos ser.
- Número de páginas256 páginas
- IdiomaPortuguês
- EditoraHistória Real
- Data da publicação26 maio 2021
- Dimensões18.6 x 13.6 x 2 cm
- ISBN-106587518117
- ISBN-13978-6587518114
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No século XVIII, o Brasil tinha condições de crescimento econômico próximas às dos norte-americanos, mas perdemos um tempo irrecuperável em meio à procrastinação e ao autoengano. Nos últimos anos, não apenas nos mantivemos como um país emergente, como podemos terminar o século mais pobres do que começamos. |
Após um longo período de estagnação financeira e reformas que envelheceram antes de acontecer, retomar o crescimento do país parecia uma tarefa árdua. Com as ações e omissões do governo durante a pandemia, foi a tragédia sobre a tragédia. |
Em Lições amargas, o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco faz uma análise lúcida e provocadora da situação do país e reflete sobre algumas das principais dificuldades que insistimos em não superar. |
Descrição do produto
Sobre o Autor
Detalhes do produto
- Editora : História Real; 1ª edição (26 maio 2021)
- Idioma : Português
- Capa dura : 256 páginas
- ISBN-10 : 6587518117
- ISBN-13 : 978-6587518114
- Dimensões : 18.6 x 13.6 x 2 cm
- Ranking dos mais vendidos: Nº 6,566 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)
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Por que autores como Leff e Campos incomodam? A resposta óbvia é a correta: ninguém gosta de ser responsaibilizado por seus erros. Eis um tema central e que torna este livro do prof. Franco, tão importante. Afinal, por um futuro menos pior (ou melhor), é preciso aprender as lições, por mais amargas que sejam. Lições que são oriundas de nossos próprios erros. A sociedade brasileira, infelizmente, "falha, mas não tarda"...
Pois bem, o livro do prof. Franco compõe-se de ensaios organizados em seis capítulos: As Reformas, A Ciência, O Estado, Os Juros, Tópicos Especiais e Assuntos Inesperados e A Abertura. É curioso que o quinto capítulo não seja o sexto e vice-versa, mas qualquer um que já tenha passado por um curso de Economia Brasileira e/ou acompanhe o noticiário provavelmente já se sentiu incomodado com a os temas elencados como capítulos no livro.
Reformas? Sempre adiadas porque "é preciso mais discussão e amadurecimento" (a escravidão duraria até hoje se levássemos este argumento ao pé da letra…). Papel do Estado? Este tema concorre com o futebol e a religião no ranking dos temas que mais provocam brigas. Juros? Quando estão altos reclamam e, quando estão baixos, também. Abertura econômica? O brasileiro pouco sabe sobre isto. Os componentes do capítulo "coringa" ("Tópicos Especiais e Assuntos Inesperados") talvez não estejam na mesma faixa etária dos outros. São problemas relativamente jovens, mas igualmente desafiadores (sem spoilers). Por todos estes temas o autor nos traz sua visão impressa em um texto - como de hábito - de agradável leitura com uma ironia que não (me) desagrada.
Um ponto do livro que gostei diz respeito à apresentação das inigualáveis Leis de Cipolla da estupidez humana (talvez o ponto mais alto do livro, no cap.2), seguida de discussão que inclui uma sugestão de experimento interessante...
As leis remetem ao tema clássico de Escolha Pública (Public Choice) acerca das motivações (aparentemente) irracionais de políticos ou eleitores, os dois lados da equação de funcionamento da democracia. O falecido historiador italiano merece um lugar especial nas aulas de Economia (e faltava mesmo um economista ajudar na popularização das Leis de Cipolla para o público mais jovem…).
Outro ponto, mas de ordem mais "estética", que apreciei: as ótimas "tabelas-síntese" sobre o "Consenso de Washington" (que bem poderia ser chamado de "Bom Senso (ocasionalmente discutido) em Washington" (Tabela 1) e a outra (Tabela 6) com a situação das empresas estrangeiras no Brasil, já no último capítulo. Tabelas-síntese não são fáceis de se construir e são extremamente úteis para uma visão panorâmica de recortes do ambiente sócio-econômico. Estas duas, em especial, deixaelaro o quão distantes estamos de qualquer espantalho "neoliberal", "ultraliberal", "superliberal", etc. Contra o negacionismo, dados.
Lições, em geral, são pensadas para nos fazerem pensar sobre como podemos fazer melhor nas próximas vezes. Às vezes só ter vontade de mudar já basta. Contudo, há situações em que as restrições são tão dramáticas que você precisa embarcar na mudança, mesmo que não se tenha muita vontade. Há várias lições no livro e, aqui, resolvi me dedicar apenas a uma delas: a de que a responsabilidade por sua vida é, essencialmente, um assunto seu. Não jogue a culpa nos outros tão rapidamente.
Apesar de termos usado bem nosso direito de "errar soberanamente" nos assuntos de economia, a globalização e a estabilização econômica proporcionada pelo Plano Real ainda nos trazem esperança para o futuro. No fundo, parece que sabemos o que é preciso para que o Brasil possa crescer e se desenvolver de forma sustentável, mas a má notícia é que não existem soluções milagrosas e, mesmo na desgraça, há aqueles que prosperam e não querem perder os privilégios.
Gustavo Franco, com sua peculiar mistura de erudição, clareza e bom humor, nos mostra onde erramos, onde estamos errando e onde ainda erraremos em matéria econômica; mas também onde o Brasil melhorou - e não foi pouco, apesar de insuficiente.
Apesar desta fase autoritária e populista aliada com a crise econômica internacional resultante da pandemia da Covid-19, ainda há esperança. A globalização e as lições aprendidas pelo país com o fim da hiperinflação, aliadas à reorganização da administração financeira e econômica do Estado brasileiro na década de 90, nos deram as bases e apontaram os caminhos para o Brasil avançar. Nós resta realizarmos as reformas necessárias para que, enfim, sejamos uma economia próspera e dinâmica, onde empreender não seja uma atividade quase criminosa e que nossa economia se abra e, finalmente, se integre de vez à economia internacional, possibilitando o aproveitamento de todas as vantagens da globalização e do comércio internacional. Isto é fundamental para dar melhor qualidade de vida à nossa população, principalmente aos mais pobres.
Parafraseando Winston Churchill: o Brasil sempre fará o certo no final, mas não sem antes tentar todas as alternativas erradas!
Por Anderson dos Santos Costa em 5 de junho de 2021
Apesar de termos usado bem nosso direito de "errar soberanamente" nos assuntos de economia, a globalização e a estabilização econômica proporcionada pelo Plano Real ainda nos trazem esperança para o futuro. No fundo, parece que sabemos o que é preciso para que o Brasil possa crescer e se desenvolver de forma sustentável, mas a má notícia é que não existem soluções milagrosas e, mesmo na desgraça, há aqueles que prosperam e não querem perder os privilégios.
Gustavo Franco, com sua peculiar mistura de erudição, clareza e bom humor, nos mostra onde erramos, onde estamos errando e onde ainda erraremos em matéria econômica; mas também onde o Brasil melhorou - e não foi pouco, apesar de insuficiente.
Apesar desta fase autoritária e populista aliada com a crise econômica internacional resultante da pandemia da Covid-19, ainda há esperança. A globalização e as lições aprendidas pelo país com o fim da hiperinflação, aliadas à reorganização da administração financeira e econômica do Estado brasileiro na década de 90, nos deram as bases e apontaram os caminhos para o Brasil avançar. Nós resta realizarmos as reformas necessárias para que, enfim, sejamos uma economia próspera e dinâmica, onde empreender não seja uma atividade quase criminosa e que nossa economia se abra e, finalmente, se integre de vez à economia internacional, possibilitando o aproveitamento de todas as vantagens da globalização e do comércio internacional. Isto é fundamental para dar melhor qualidade de vida à nossa população, principalmente aos mais pobres.
Parafraseando Winston Churchill: o Brasil sempre fará o certo no final, mas não sem antes tentar todas as alternativas erradas!











