R$ 44,10
  • Preço de capa: R$ 62,50
  • Você economiza: R$ 18,40 (29%)
Frete GRÁTIS em pedidos a partir de R$ 99 para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e a partir de R$ 139 para Norte e Nordeste.
Em estoque.
Enviado e vendido por Amazon.com.br.
Virar para trás Virar para a frente
Ouvir Reproduzindo... Pausado   Você está ouvindo uma amostra da edição em áudio do Audible.
Saiba mais
Ver todas as 2 imagens

Nós, os Afogados (Português) Capa Comum – 24 jul 2015

3.0 de 5 estrelas 2 avaliações de clientes

Ver todos os 2 formatos e edições Ocultar outros formatos e edições
Preço
Capa Comum
"Tente novamente"
R$ 44,10

Leia Enquanto Enviamos
Leia Enquanto Enviamos
Compre e comece a ler a amostra digital deste livro enquanto espera ele chegar. Saiba mais aqui.
click to open popover

Faça download dos Aplicativos de Leitura Kindle Gratuitos e comece a ler eBooks Kindle nos mais populares smartphones, tablets e computadores pessoais. Para enviar o link de download para seu smartphone por SMS, use o formato internacional sem espaços (Código Internacional+DDD+Número. Exemplo: +551199999999)

  • Apple
  • Android
  • Windows Phone
  • Android

Para receber o link de download digite seu celular:



eBooks na Loja Kindle
eBooks em oferta na Loja Kindle
Todos os dias, novos eBooks com desconto. Vem.

Detalhes do produto

  • Capa comum: 696 páginas
  • Editora: Tordesilhas; Edição: 1ª (24 de julho de 2015)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8584190228
  • ISBN-13: 978-8584190225
  • Dimensões do produto: 22,8 x 15,6 x 3,8 cm
  • Peso do produto: 921 g
  • Avaliação média: 3.0 de 5 estrelas  Ver todas as análises (2 avaliações de clientes)
  • Lista de mais vendidos da Amazon: no. 56,301 em Livros (Conheça o Top 100 na categoria Livros)

Descrições do Produto

Resenha Especializada

24/08/2015 - Entrevista do autor de Nós, os afogados à Amazon.com P: Nós, os afogados se transformou numa sensação internacional. Você está surpreso com o apelo universal dessa história? R: Já fazia alguns anos que eu estava trabalhando em Nós, os afogados quando minha prima me fez uma pergunta muito inquietante. Você realmente acha, ela me perguntou, que esse seu romance vai interessar alguém fora desta nossa ilhazinha? Só consegui responder: espero que sim, mas eu não tinha como saber. Fiz todo o possível para ver os aspectos universais da história de uma cidadezinha marítima numa ilha esquecida num canto remoto do Báltico. Mas eu precisava admitir que era uma história muito local e talvez tenha sido isso o que me interessou: o encontro entre o local e o global, porque é isso que representa o marinheiro: alguém que vai para todos os cantos. O marinheiro é uma figura universal. Mas escrever um romance é sempre assumir um risco. Nunca se sabe se tem alguma outra pessoa no mundo até se tentar chegar até ela. O marinheiro muitas vezes navega rumo ao desconhecido. O escritor também. P: O que há na navegação, no encanto do mar, que atrai tantos homens, e você, a escrever sobre ele? O que você acha que é o equivalente moderno de entrar no mar? R: Um fazendeiro numa comunidade rural não é atraído pela terra. Ele não tem escolha. O mesmo acontece com os marinheiros de Marstal. Essa era a única vida possível para eles. Não importa se eles decidiram servir no Gaivota ou no Albatroz, essa era a única escolha que tinham. Não há nada de romântico nisso. Depois que o livro foi publicado, fui convidado para tomar café com o almirante da Marinha dinamarquesa Niels Vang. Ele me disse: as únicas pessoas hoje que trabalham sob as mesmas condições rigorosas que os marinheiros do seu livro são soldados profissionais. Eles são os únicos confrontados com a possibilidade de morte da mesma forma que seus marinheiros. P: Você chamou o marinheiro de antepassado da globalização. Você, como jornalista, se identifica com o marinheiro? R: Quando o marinheiro voltava para sua cidade natal, ele sabia uma coisa que os fazendeiros dali nunca souberam: que havia mais do que uma forma de fazer as coisas. O fazendeiro pensava que era o centro do mundo, o marinheiro sabia que não era. Acho essa uma noção muito importante. P: Como foi sua pesquisa para o romance, que abrange cem anos e muitos oceanos? R: Eu fiz muitas pesquisas para o livro, mas também inventei muita coisa. Recebia a ajuda do Museu do Marinheiro de Marstal, um museu totalmente local e muito excêntrico. Eles têm um arquivo incrível e, quando entrei de cabeça nele, descobri que, nos últimos 20 ou 30 anos, metade dos habitantes de Marstal não tinha feito nada além de entrevistar a outra metade. A partir daí, junto com a biblioteca local, organizei muitas reuniões na cidade, nas quais li trechos da obra em andamento e expliquei as minhas ideias. A população de Marstal, muito curiosa, compareceu em grande número. Deixei claro para eles que aquilo era parte de um acordo: eu lhes daria um livro sobre sua cidade, mas precisava da ajuda deles também. Assim, me chamaram para ir a suas casas, sentar no sofá, me serviram café e depois me mostraram cartas antigas, diários e memórias não publicadas, escritas apenas para a família. Tudo isso virou uma fonte de inspiração enorme para mim. Também fez com que toda a cidade realmente acabasse sentindo que esse livro era tanto deles quanto meu. E, depois da publicação, muitos dos habitantes da cidade me falaram que tinham ouvido todas as histórias do livro na infância e eu disse: mas não pode ser, porque eu as inventei. Fui inspirado, sim, mas não a ponto de escrever tudo que ouvia. Mas as pessoas não conseguiam mais distinguir ficção de realidade. P: Nós, os afogados é escrito na primeira pessoa do plural, como uma consciência coletiva do povo de Marstal. Por que você escolheu escrever o livro dessa forma? R: O “nós” que narra a história representa a memória coletiva da cidade, mas nem todos estão incluídos. É a memória dos homens, visto que a vida dos homens e das mulheres é completamente diferente numa comunidade marítima. As mulheres têm sua própria história, que vai se desdobrando devagar no romance em paralelo com a dos homens. O “nós” é uma espécie de coro grego, sempre presente no palco, sempre comentando e introduzindo, mas, como um narrador, o “nós” também está envolvido na história, sendo parcial e tomando posições, o que faz com que ele nem sempre seja confiável. O “nós” parece onisciente, mas como ele pode saber os detalhes mais íntimos que se passam entre as pessoas? Bom, talvez ele não saiba. O que as pessoas não sabem numa comunidade pequena, elas inventam, e isso também é chamado de fofoca. Fofoca é uma parte essencial da vida das pessoas e é isso que eu quero que meu romance reflita. Ele é cheio de história real, ficção e fofoca também, porque é assim que o mundo funciona.

Sobre o Autor

Carsten Jensen nasceu em Marstal, na Dinamarca, em 1952. Trabalhou como colunista e crítico literário, e foi repórter em regiões como China, Camboja e Afeganistão. Jensen escreveu romances, artigos, ensaios críticos e livros de viagem. Suas obras ganharam inúmeros prêmios literários, incluindo o cobiçado Golden Laurels, por I Have Seen the World Begin; e o literário Danish Bank, a mais importante premiação dinamarquesa, por Nós, os afogados, em 2007. Em 2010, Jensen recebeu o prestigiado Olof Palme Prize, por sua contribuição na defesa dos direitos humanos, e, em 2012, o prêmio literário Søren Gyldendal.

Avaliação de clientes

3.0 de 5 estrelas
5 estrelas
1
4 estrelas
0
3 estrelas
0
2 estrelas
0
1 estrela
1
Confira as duas avaliações de clientes
Compartilhe suas ideias com outros clientes

Principais avaliações de clientes

Por Carolina AVALIADOR TOP 50 em 7 de agosto de 2015
Formato: eBook Kindle
"Nós, os afogados" de Carsten Jensen é uma obra atemporal. Dotada de lirismo e com um ritmo poético, somos convidados a nos juntar a inúmeros marinheiros, que tiveram suas decepções e alegrias em meio a um instável lar, o mar. A narrativa é direta, mas ao mesmo tempo ao refletirmos sobre o conteúdo, percebemos que o narrador é intimista e que até mesmo defende um ou outro lado da história. É a capacidade do autor em tornar o narrador um dos pontos centrais do enredo.

"As nuvens acima do mar congelado mudavam, mas ele já as conhecia todas. Havia muito com que os olhos se refestelassem, mas nada para a alma. Albert tinha fome de algo que o céu não era capaz de satisfazer. Em algum lugar do planeta, precisava existir um tipo diferente de luz. Um mar que espelhasse novas constelações. Uma lua maior. Um sol mais quente." (p. 108)

A leitura é densa, e muitas vezes, o narrador oculto nos faz questionar da veracidade do que está sendo narrado. Quando a sinopse menciona que o livro nos remete às epopeias, é verdade, pois a história não gira em torno de um personagem, ou conta um determinado acontecimento. Ela representa inúmeras pessoas que passaram suas vidas no mar, conhecendo inúmeros locais, culturas e pessoas, e ainda sim, vivendo dentro de uma cultura particular: as regras de um navio.

"Não tinha nada a ver com obedecer as regras. A vida lhe ensinara algo muito mais complicado do que a justiça. Seu nome era equilíbrio." (p. 244)

Em relação à revisão, diagramação e layout a editora realizou um trabalho impecável. A capa parece um quadro e combina perfeitamente com a trama.

Blog Viaje na Leitura.
3 pessoas acharam isso útil. Esta avaliação foi útil para você? Sim Não Enviando feedback...
Agradecemos pelos seus comentários.
Desculpe, o registro do seu voto falhou. Tente novamente
Informar abuso
Formato: Capa comum Compra verificada
Uma obra de estilo duvidoso, cujo conteúdo mistura história séria com humor sem graça. Foi difícil lê-la sequer até a metade... Não vale a compra.
Esta avaliação foi útil para você? Sim Não Enviando feedback...
Agradecemos pelos seus comentários.
Desculpe, o registro do seu voto falhou. Tente novamente
Informar abuso

Procure por itens similares por categoria