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Do Reino Nefasto do Amor-Próprio. A Origem do Mal em Blaise Pascal (Português) Capa Comum – 1 mar 2018


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Mensagem do Autor

Se é verdade que a dor só é conhecida por quem a experimenta, esta é mais uma razão para considerarmos Blaise Pascal um profundo conhecedor da miséria humana: um de seus textos mais originais e mais férteis a respeito do sofrimento consistiu em uma carta escrita à sua irmã por ocasião do falecimento de seu pai. Esta peça nascida do luto é, ao lado dos Escritos sobre a Graça e dos célebres Pensamentos, a principal fonte para a investigação de Andrei Venturini Martins sobre a explicação pascaliana da origem do mal. É sabido que Pascal associou-se ao jansenismo teológico, que por sua vez recuperava ideias de Santo Agostinho concernentes à queda e ao pecado original. Mas Andrei começa por destacar que, ao mesmo tempo em que a Lettre de Pascal endossa a distinção agostiniana entre o amor de si e o amor de Deus (os quais vêm a fundar após a queda, respectivamente, a cidade terrestre e a cidade celeste), nela se sustenta que esses dois amores são intrínsecos ao homem e, assim sendo, o habitam desde antes que houvesse queda. A condição humana é marcada desde sempre pela capacidade de amar infinitamente a Deus e amar finitamente a si como um bem destinado a Deus. A queda – que surge aqui como uma figura da origem do mal – distingue-se, na verdade, por ter como causa o amor-próprio: ato em que o amor infinito devido a Deus é direcionado pelo homem a si mesmo. A extensão em que esse sentimento vigora constitui, assim, um campo perverso, um verdadeiro reino nefasto.

Sobre o Autor

Andrei Venturini Martins é doutor em Filosofia pela PUC-SP e pela Université de Caen Basse-Normandie (França), com mestrado em Ciências da Religião pela PUC-SP e graduação em Filosofia pela Unifai. Já lecionou na Universidade Estadual da Paraíba, na Faculdade de Filosofia e Teologia Paulo VI, na Universidade Camilo Castelo Branco, entre outras instituições. Atualmente, é professor e coordenador da pós-graduação lato sensu em Docência da Educação Básica no IFSP (Instituto Federal de São Paulo). Também é membro da ABFR (Associação Brasileira de Filosofia da Religião) e palestrante da Casa do Saber. Pela Editora Filocalia, traduziu e comentou o livro Discurso da Reforma do Homem Interior, de Cornelius Jansenius. Seu primeiro livro, publicado em 2015, é A Verdade É Insuportável – Ensaios sobre a hipocrisia (Garimpo Editorial).

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