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Paper Girls Capa Comum – 1 mar 2017

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Detalhes do produto

  • Capa comum: 144 páginas
  • Editora: Devir; Edição: 1 (1 de março de 2017)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 857532652X
  • ISBN-13: 978-8575326527
  • Dimensões do produto: 25,8 x 16,6 x 1 cm
  • Peso do produto: 399 g
  • Avaliação média: 2.8 de 5 estrelas  Ver todas as análises (4 avaliações de clientes)
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Por Leandro Malagutti AVALIADOR TOP 1000 em 29 de março de 2017
Quem foi criança em meados dos anos 1980, ou 1990 com certeza vai se lembrar de uma série de filmes da sessão da tarde sobre a passagem da infância para a vida adulta. Hoje, esses filmes que romancearam de forma tão divertida esse importante momento da vida são tratados como clássicos: “Conta Comigo” (1986), de Rob Reiner, “E.T – O Extraterrestre” (1982), de Steve Spielberg, “Os Goonies” (1985), de Richard Donner, “De Volta para o Futuro (1985), de Robert Zemeckis e “Monster Squad” (1987), de Fred Dekker. Esses filmes sempre tinham uma mensagem positiva sobre o crescimento e mostravam a importância da amizade nesse momento de formação da própria identidade, mas além disso, todos esses filmes tinham outra característica em comum: todos eles eram protagonizados por meninos.

É claro que em muitas situações, meninos e meninas podem se identificar com os mesmos elementos nos filmes, as amizades, o fim da infância, o medo do futuro, mas mesmo que sem querer, os filmes acabavam perpetuando a ideia de que as aventuras estavam reservadas apenas aos garotos.

A geração que cresceu com essas obras passou a ser financeiramente ativa e foi visando esse mercado que os estúdios de cinema investem cada vez mais em obras nostálgicas que nos levam de volta à nossa infância quando tudo era mais simples. Dessa ideia saíram os vários remakes da última década, além de obras originais que remetem a esses clássicos, como “Super 8” (2011), de J.J. Abrams e, claro, “Stranger Things” (2016), da Netflix, que unem todo o poder da tecnologia cinematográfica do século XXI às histórias nostálgicas que fizeram a cabeça da molecada duas décadas atrás.
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Paper Girls traz muito da nostalgia dos anos 80 que anda em moda por esses tempos. Mistura referências à filmes e acontecimentos da época com alienígenas e viagens no tempo com uma destreza impecável. A arte não deixa a desejar e acompanha perfeitamente os diálogos afiados que compõem a trama. O único defeito é o cliffhanger que nos dão ao fim do volume, que nos deixa pronto para mais aventuras com as entregadoras de jornal...
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Sua estrutura narrativa lembra a brasileira Bulldogma, onde referências históricas e pop dos anos 80 se misturam com eventos confusamente imprevisíveis e um gosto de nostalgia. É interessante, por exemplo, ver o modo como Brian Vaughan compara a linguagem das gerações atuais com a do período em que a história ocorre. Mas, é uma HQ com ressalvas Q precisam ser respeitadas para evitar decepções:
Em primeiro lugar o estranhamento de ver uma jornada do herói liderada por garotas; em segundo lugar, o volume encadernado não finaliza um arco, dando uma sensação de revista mensal, pois nada é explicado e todas as pontas ficam soltas.

Recomendável pra quem deseja fazer a coleção.
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Paper Girls chega ao Brasil com expectativas geradas pelos premios recentes que recebeu. No entanto, não há nada de realmente interessante na mistura que Brian Vaugh desenvolveu. São clichês bem batidos e sem um roteiro capaz de prender, ou amarrar as pontas soltas que estão espalhadas durante toda a historia. Imaginar o que levou este lançamento a ganhar qualquer prêmio é difícil. O roteiro não se desenvolve e a arte é ruim. Enfim... trata-se de algo 'esquecível'...
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