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Para Poder Viver (Português) Capa comum – 17 mar 2016

4.7 de 5 estrelas 20 avaliações de clientes

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Detalhes do produto

  • Capa comum: 312 páginas
  • Editora: Companhia das Letras; Edição: 1 (18 de março de 2016)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8535926887
  • ISBN-13: 978-8535926880
  • Dimensões do produto: 20,8 x 14 x 2 cm
  • Peso do produto: 399 g
  • Avaliação média: 4.7 de 5 estrelas  Ver todas as análises (20 avaliações de clientes)
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Principais avaliações de clientes

Formato: Capa comum Compra verificada
O livro “Para poder Viver”, é a autobiografia de Yeonmi Park, uma norte-coreana nascida em 04 de outubro de 1993, hoje com 23 3/12 anos. Ela fugiu com a mãe para a Coréia do Sul de Hyesan, cidade fronteiriça com a China, e consegui chegar lá em 20 de abril de 2009, com 15 ½ anos. Esta é a história de uma pessoa em busca da sobrevivência física, psicológica e da liberdade a qualquer custo. Quando pequena, ela se lembra da falta de barulho e de que deveria ficar calada. “Quando eu era pequena, não ouvia os ruídos mecânicos de fundo, como agora na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Não havia caminhões revirando o lixo, buxinas soando ou telefones tocando em toda parte”. E ainda... “quando me mandava para a escola – [minha mãe] – nunca dizia “Tenha um bom dia” ou mesmo “Tenha cuidado com estranhos”. O que sempre dizia era: “cuidado com a boca”. A autora conviveu com pouca eletricidade e falta de saneamento básico. “Como o fornecimento de eletricidade era muito raro em nossa vizinhança, sempre que as luzes se acendiam, as pessoas ficavam tão felizes que começavam a cantar, bater palmas e gritar. Acordávamos para comemorar até no meio da noite”. Ela explica que na Coréia do Norte existe um sistema de classificação dos cidadãos chamado songbun. Toda pessoa é classificada em três grupos principais e depois constantemente monitorada, com base na sua lealdade ao regime, no que os seus ancestrais fizeram e no que os seus parentes fazem no presente. O primeiro grupo é o “cerne”, formado pelos revolucionários e militares, seus descendentes ou por aqueles que ao longo do tempo demonstraram grande lealdade ao regime.Saiba mais ›
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Formato: Capa comum Compra verificada
Um livro indispensável para quem aprecia boas biografias, histórias de superação, história do mundo sobre regimes ditatoriais, complexos temas da humanidade como machismo, cultura e violência... Eu fiquei muito feliz pela oportunidade de conhecer este relato que tanto me acrescentou como pessoa e profissional. Não tem como não se emocionar com esta guerreira Yeonmi Park.
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Formato: Capa comum Compra verificada
Esse livro e um retrato de uma vida imaginável, quando nós Brasileiros poderíamos refletir sobre nossa posição de ponto de vista politico, muitas vezes esquecemos a ferramentas e a liberdades que temos para torna nossa sociedade melhor, ao ler o livro tive a oportunidade de conhecer melhor uma historia que já conhecia pouco, vemos que através de um modelo de governo falido que não deu certo, famílias passam por privações, fomes, torturas e autoritarismo, tanto do poder que rege o pais quanto da própria família, onde as massas de Norte coreanos são doutrinados a delatarem seu próprios familiares em troca de migalhas, a Historia da Yeonmi Park também e uma historia de vida e de superação, onde uma pessoa totalmente alienada consegue chegar onde muitos de nós tendo as ferramentas nas mãos só ligamos para coisas fúteis da vida...
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Formato: Capa comum
A sensação é de que não fui eu quem terminou esse livro, mas sim esse livro que acabou comigo.Impossível ficar neutro ao ler os relatos da norte-coreana Yeonmi Park, que aos 13 anos conseguiu fugir de sua terra natal com o intuito de encontrar o que nunca conheceu mas que todo mundo dizia que era maravilhoso : a liberdade. Infelizmente o que ela se deparou muito antes de saber o que era liberdade foram com traficantes de pessoas e estupradores que sabendo da ilegalidade das moças norte-coreanas fugindo para países como China,Mongólia e Coréia do Sul abusavam delas que com medo cediam sem querer voltar para o regime ditatorial de seus países.
Imaginem um lugar onde todos os livros só falam do governo? Onde o cinema é proibido assim como qualquer outro meio de comunicação que não passe a vida do ditador e de seus antecessores? Um mundo sem internet? Sim, existe e se chama Coréia do Norte, onde muitos tem mais do que precisam em suas fortalezas e tantos outros morrem de fome, o que quase foi o caso de nossa protagonista. Uma verdadeira heroína, dado tudo que enfrentou.
Acostumada com nada poder fazer e com tomar cuidado até mesmo com seus pensamentos, Yeonmi nos insere no seu mundo de proibições, onde o que se é permitido pode se contar nos dedos de uma das mãos. Com a escassez de alimentos e pobreza de seu bairro e de sua família ela vê que chegaram no limite de viver naquele país sem oportunidades para ela e sua irmã.
Com o pai muito doente elas acabam se separando - ela e a mãe - e pagam para que " as atravessem" pela fronteira.
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Por Valério Teixeira AVALIADOR TOP 10 em 17 de maio de 2016
Formato: Capa comum
Yeonmi fugiu da Coreia do Norte em 2007. Com apenas 13 anos. E com menos de 30 kg.
Ouvimos que as condições de vida na Coreia do Norte são péssimas. Mas somente podemos ter um vislumbre após a leitura deste livro.
O livro é um show de horrores e é extremamente importante para o que o resto do mundo tome conhecimento do que é o comunismo em seu máximo expoente.
Naquele país, a palavra "amor" não tem nenhum sentido, nem para aplicação à família. Somente para ser empregada ao designar o que se deve sentir pelo seu líder supremo, a dinastia Kim.
Quando Kim Jong Il morreu, a mãe da autora entrou em desespero. Primeiro, porque o povo de lá, cegado pela ditadura totalitarista acreditava cegamente que os Kim são enviados de Deus e que seriam imortais.
O medo da mãe de Yeonmi era que o sol no dia seguinte não nasceria, pois Kim Jong Il tinha o poder de controlar o sol e as estrelas. Como ele poderia ter morrido?

Para os habitantes da Coreia do Norte, seu país é o melhor país do mundo. Todo o restante é o "inimigo" burguês e capitalista e vive na miséria.
Semelhante ao que se vê no Brasil, em nome da causa, os militantes se recusam a aceitar que o país está em condições ruins. Eis um trecho:
"Os norte-coreanos tinham duas histórias correndo em sua cabeça ao mesmo tempo. Uma é aquilo que ensinam você a acreditar. Outra é aquilo que você vê com os próprios olhos".

Lá, ninguém pode saber o que ocorre realmente no resto do mundo e nem o resto do mundo pode saber o que ocorre por lá, o que agrava a crença de que a CN é o melhor país do mundo.
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