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Se Eu Fosse A Cinderela eBook Kindle

4.4 de 5 estrelas 8 avaliações de clientes

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Novo a partir de Usado a partir de
eBook Kindle, 6 abr 2016
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R$ 5,99

Número de páginas: 43 páginas Configuração de fonte: Habilitado Page Flip: Habilitado
Idioma: Português

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Descrições do Produto

Descrição do produto

O que você faria se tivesse a oportunidade de viver um conto de fadas? Pois Cinddy não fica nada feliz com essa situação e acaba arrumando grandes confusões em uma das histórias mais famosas de todos os tempos.

"Cinddy é uma garota normal, mas que um dia se encontra perdida dentro de um conto de fadas. Esse poderia ser o sonho de muita gente, mas não o dela. Por que isso tinha que acontecer justamente com Cinddy? Logo ela, que não suporta essa história de príncipe e princesa.
É claro que a menina vai aprontar grandes confusões neste clássico infantil. Afinal, ela é a Cinddy, uma menina forte e independente, que não se deixa abater nem pelas implicâncias das meninas na escola. E agora, levará toda a sua personalidade para a pobre gata borralheira.
Cinddy foi criada com esse propósito: mostrar como uma menina atualizada e decidida iria enfrentar as situações de uma das mais conhecidas princesas. " Gislaine Oliveira

Detalhes do produto

  • Formato: eBook Kindle
  • Tamanho do arquivo: 307 KB
  • Número de páginas: 43 páginas
  • Quantidade de dispositivos em que é possível ler este eBook ao mesmo tempo: Ilimitado
  • Vendido por: Amazon Servicos de Varejo do Brasil Ltda
  • Idioma: Português
  • ASIN: B01DYC1TLE
  • Dicas de vocabulário: Não habilitado
  • Leitor de tela: Compatível
  • Configuração de fonte: Habilitado
  • Avaliação média: 4.4 de 5 estrelas 8 avaliações de clientes
  • Lista de mais vendidos da Amazon: #7,604 entre os mais vendidos na Loja Kindle (Conheça os 100 mais vendidos na Loja Kindle)

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Cinddy é uma adolescente de personalidade forte que detesta o próprio nome. Ela não consegue aceitar o fato de se chamar Cinddy e sempre pergunta para a mãe o motivo dela ter feito essa maldade. Alice, a mãe, é categórica: ela tinha dado esse nome para a filha porque ela era uma princesa e um dia iria encontrar o seu príncipe!

Só que Cinddy não está nem aí para essa história de príncipe e é tachada como mal-humorada, pois ninguém entende o seu ponto de vista. Um dia, para sua surpresa – e desespero – ela acaba acordando em um quarto que não era o dela, vivendo uma vida que definitivamente não a pertencia: ela era Cinderela, com madrasta, irmãs postiças, fada madrinha e…príncipe!

O que será que Cinddy vai fazer agora que está vivendo naquilo que acreditava ser o seu pior pesadelo?

Já não é de hoje que eu queria conhecer o trabalho da Gislaine como autora. Acompanho o trabalho dela como blogueira lá no Profissão Escritor há mais de um ano, desde que comecei a blogar, e sentia muita curiosidade de conhecer esse outro lado da Gih. Não faço a mínima ideia de quando foi a última vez que li um livro infantojuvenil. Depois de uma certa idade a gente para de se identificar com certas tramas, e foi isso que aconteceu comigo. Entretanto, a proposta de Se Eu Fosse a Cinderela é tão original e construtiva que o fato de eu não me identificar mais com o gênero foi a última das minhas preocupações.

Meninas sonham em ser princesas, há algo errado nisso?
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Por Maria Ferreira em 26 de setembro de 2016
Em "Se eu fosse a Cinderela", tem-se uma narrativa em primeira pessoa, na qual Cinddy, a personagem principal, nos expõe sua insatisfação por ser filha única e ter um nome tão incomum. A justificativa de sua mãe, que se chama Alice, para a escolha de seu nome, é baseada nos contos de fadas. Portanto, Cinddy vem de Cinderela.
A mãe de Cinddy insiste que um dia sua filha irá encontrar seu príncipe encantado, mas a mesma opõe-se a esse pensamento. É uma menina bastante crítica e questionadora, que não aceita certos padrões impostos socialmente, como por exemplo, esse que sua mãe não cansa de insistir.
Certo dia acontece algo estranho e totalmente inesperado: Cinddy acorda dentro da história da Cinderela e passa pelas mãos da madrasta e suas filhas, recebe a visita da fada madrinha, vai ao baile e descobre que o príncipe não era quem ela pensava ser, mas isso influencia em algo que acontece quando volta para sua vida real, tem uma surpresa bastante agradável.

O livro é voltado para um público-alvo infanto-juvenil, mas acredito que os adultos que lerem irão se encantar com a história e com o modo como ela é narrada. Sem contar que, todo o trabalho gráfico, desde a capa, que teve ninguém mais ninguém menos que a Thati Machado trabalhando na arte final, até a diagramação, foi feito com muito esmero.

Como tem um pouco mais que cinquenta páginas, a leitura é muito rápida o que é um ponto positivo, ou nem tanto, porque fica aquele gostinho de quero mais, mas a autora soube dosar bem os acontecimentos e distribui-los de forma harmoniosa.
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Por Eliana Velloso AVALIADOR TOP 500 em 16 de maio de 2016
Compra verificada
Uma recontagem da história de Cinderela de uma forma bem engraçada. É um livro para adolescentes, mais que eu gostei de ler. A autora mais uma vez me surpreendeu, ela diversifica bastante em sua escrita.
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Cinddy sempre foi uma menina com um pensamento bem interessante: ela não via a menor graça nesse negócio de príncipe e princesa. Melhor ainda: não achava que uma mulher precisava de um príncipe para viver. Isso a diferenciava de muitas outras e talvez exatamente por isso foi ela quem viveu uma aventura inacreditável.

Cinddy foi jogada para dentro de um conto de fadas e viverá no lugar da Cinderela. Porém, será que ela terá estômago para isso? Será que ela vai acabar se rendendo ao desejo de ter um príncipe encantado para chamar de seu? Para saber disso, você precisa ler a obra. Contudo, uma coisa é certa: as confusões são garantidas.

Partindo dessa premissa, Gislaine cria uma obra interessante e que prende o leitor. Com uma escrita fácil, atual e com uma narrativa divertida, a autora conquista o leitor logo nas primeiras páginas. Isso se deve, principalmente, a contextualização e a crítica social presente na obra.

O grande foco do livro é a desconstrução daquele discurso velho, piegas e retrógrado de que toda menina precisa de um príncipe encantado no cavalo branco. A capacidade de abordar um assunto desses, com simplicidade e graça, sem dúvidas merece aplausos. Gislaine mostra mais uma vez que veio para deixar essa marca na literatura: a de autora que não se limita a escrever, mas que luta para fazer que a literatura exerça o seu verdadeiro papel, que é o de mudança social.

Quanto aos esquemas narrativos e de construção do enredo, não existe nada de muito novo. Por seguir mais ou menos a linha dos contos de fadas, os acontecimentos são um pouco previsíveis.
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