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Vozes de Tchernóbil (Português) Capa comum – 19 abr 2016

4.8 de 5 estrelas 30 avaliações de clientes

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Detalhes do produto

  • Capa comum: 384 páginas
  • Editora: Companhia das Letras; Edição: 1ª (20 de abril de 2016)
  • Idioma: Português
  • ISBN-10: 8535927085
  • ISBN-13: 978-8535927085
  • Dimensões do produto: 21 x 14 x 2,4 cm
  • Peso do produto: 481 g
  • Avaliação média: 4.8 de 5 estrelas  Ver todas as análises (30 avaliações de clientes)
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Principais avaliações de clientes

Formato: Capa comum
Svetlana nos traz uma leitura difícil. Imaginei encontrar aqui um relato histórico permeado por histórias de sobreviventes acerca do ocorrido e só. A verdade é que Vozes de Tchernóbil é muito mais que isso.

A autora narra neste livro algo que é na verdade quase inenarrável: o sofrimento de um povo inteiro, em geral muito simples e ignorante, já marcado pelas dificuldades da vida na antiga União Soviética, bem como por vários conflitos ocorridos na história recente da região.

Os muitos monólogos que compõem o livro emanam um sentimento de tristeza e desesperança que muitas vezes chega a ser sufocante. É possível perceber que em vários dos relatos faltam palavras para descrever o que ocorreu depois do desastre e fica evidente que muitas pessoas comparam o desastre nuclear às guerras pelas quais o povo soviético passou no século XX. Aliás, é surpreendente como os relatos sobre o desastre de Tchernóbil muitas vezes se confundem com as histórias destas guerras. Entretanto, em Tchernóbil, o povo tipicamente trabalhador rural, não sabia contra o que ou quem estava lutando e só recebia a informação de que "a radiação está em todo lugar".

Não bastasse a radiação, que já era horrível por si só, as vozes de Tchernóbil narram como tiveram que lidar principalmente com o descaso e brutalidade do governo e do exército soviético, com a falta de compaixão e de solidariedade e com o preconceito. Narram também a perda de entes queridos, a perda de seus lares e acima de tudo a perda de sua identidade.
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Por Alysson Oliveira AVALIADOR TOP 50 em 2 de junho de 2016
Formato: Capa comum
A ganhadora do Nobel de Literatura do ano passado, Svetlana Alexievich, faz em VOICES FROM CHERNOBYL um retrato oral de um desastre de proporções gigantescas e duradouras. Pouco depois do acidente, em 26 de abril de 1986, ela começou a realizar entrevistas com mais de 500 pessoas que envolvidas direta ou indiretamente com a tragédia. O resultado é uma espécie de livro-reportagem, obviamente, muito triste, e muito bem escrito.
Ao longo dos depoimentos em primeira pessoa dos mais de 500 entrevistados, vemos, entre outras coisas, uma sociedade em colapso. Estão entre os depoentes liquidadores (pessoas que foram à usina logo depois para fazer a limpeza), bombeiros, políticos, físicos, e pessoas comuns, cujos relatos foram colhidos ao longo de uma década. Originalmente, o livro foi publicado em russo em 1997.
O que mais marca as falas são o medo e a incompreensão – talvez mais que a indignação. As histórias pessoais sintetizam em si um momento histórico que beira o colapso social, e Chernobyl emerge como uma espécie de evento simbólico que marca a reta final da União Soviética. O que muito se vê nas falas é o descaso do Estado, preocupado em inventar mentiras para que o ocidente não saiba o que aconteceu. Como diz um dos entrevistados: “não foi apenas um reator que explodiu, mas todo um sistema de valores”.
As consequências – fora as físicas e emocionais que já sabemos muito bem – há outras sociais. A região dos arredores (também contaminada e desabitada) servia (serve ainda?) como um dos alvos preferidos para refugiados de guerra procurarem abrigo. Encontram casas vazias, e não ha ninguém que os importune, pois poucas pessoas ousam ir até lá.
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Por Fábio Finotti AVALIADOR TOP 500 em 29 de outubro de 2016
Formato: Capa comum Compra verificada
Comprei este livro imaginando que se tratava de uma obra jornalística com direcionamento investigativo. Não tinha me detido nas resenhas ou sinopses. E, quanto a isso, decepcionei-me. Trata-se de outro tipo de jornalismo: a autora dá voz às vítimas, diretas e indiretas, que sobreviveram à tragédia. Durante a leitura, me sentia diante de um mural, repleto de desabafos, alguns tocantes, outros repetitivos e até sem sentido. Mas, no conjunto, o panorama é tocante. O relato "Uma solitária voz humana" é especialmente forte e representativo.
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Formato: eBook Kindle Compra verificada
Literatura obrigatória para todos aqueles que desejam conhecer a forma como cada povo, nação ou indivíduo reage em situações de desastres, calamidade, sobrevivência. Neste caso, por se tratar de relato das pessoas que tiveram contato com a situação, podemos viver o momento por suas próprias percepções e nos colocando em seus lugares. O que faríamos? E se fosse conosco? Acho que a primeira e a última narrativa foram colocadas nesses lugares de propósito. A primeira, de forma a impactar o leitor que está buscando informações para a aquisição do livro, digo isso porque, lendo amostra no kindle, nem esperei para finalizá-lo e imediatamente comprei a versão completa. A última narrativa deixa aquele gostinho de "quero mais", fechando com chave de ouro este magnífico conjunto de relatos sobre esta tragédia.
Asseguro que os leitores terão bastante material para refletir sobre a forma de atuação dos seres humanos no controle de tecnologias potencialmente perigosas, bem como na transparência da relação entre governo e cidadãos e entre esses na sociedade.
Leitura obrigatória. Pena não haver tanta literatura assim para esses casos, como o desastre de Fukushima por exemplo.
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