Indicações Amazon: confira nossas recomendações para Abril

De lançamentos à imperdiveis, confira nossa seleção dos melhores livros de Abril.

"Não existe revolução final, as revoluções são infinitas."

Nesta imperdível edição exclusiva, conhecemos o mundo do Estado Único, junto com D-503. Escrito entre 1920 e 1921, Nós foi o precursor de várias distopias já familiares, como 1984 e Admirável Mundo Novo. É incrível como o autor consegue criar um mundo intrigante e tão próximo à nossa realidade, quase um século antes do que vivemos hoje. Para os amantes dos clássicos distópicos, Nós é uma história indispensável.

"Eu me destransformei. E agora estou aqui: uma Guerreira."

Munida de palavras afiadas, Glennon traz diversos questionamentos sobre o papel incumbido às mulheres na sociedade enquanto conta a sua própria história - que por si só, já é inspiradora o suficiente. Com uma narrativa envolvente, Somos Guerreiras é o tipo de livro que só se para de ler quando o termina.

“Eu preciso estudar política e guerra para que meus filhos tenham Liberdade de estudar matemática e filosofia.”

O livro é um pequeno tratado sobre a construção de uma das nações mais importantes da história. O autor, brasileiro, traz para nossa perspectiva o papel de figuras como George Washington, Benjamin Franklin, John Adams, Alexander Hamilton entre outros. Acompanhando o período precedente a independência em 1776 até a Administração Jefferson, O Grande Experimento narra quase como uma ficção e de forma simples e didática a formação da democracia moderna.

"Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cincoenta.”

Além de um dos líderes do Modernismo da Semana de 1922, Mário é um dos escritores mais divertidos e dialéticos deste movimento. Sua vida e sua obra andam juntas e são movidas por questionamentos em relação à cultura brasileira. Entender Mário de Andrade é, em essência, entender o Brasil.
Esta caixa permite conhecer as várias faces de Mário de Andrade: religioso, arlequim, poeta aplicado, espelho sem reflexo e poeta político (nas definições que o crítico João Luis Lafetá estabeleceria só em 1986).

Indicações de categorias
Indicações de influenciadores