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It: A Coisa por [Stephen King, Regiane Winarski]

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It: A Coisa eBook Kindle

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Descrição do produto

Sobre o Autor

Stephen King é autor de mais de cinquenta livros best-sellers no mundo inteiro. Os mais recentes incluem Revival, Sr. Mercedes, Doutor Sono, Sob a redoma (que virou uma série de sucesso na TV) e Novembro de 63 (que entrou no TOP 10 dos melhores livros de 2011 pelo New York Times Book Review e ganhou o Los Angeles Times Book Prize na categoria Terror/Thriller e o Best Hardcover Novel Award da organização International Thriller Writers). Em 2003, King recebeu a medalha de Eminente Contribuição às Letras Americanas da National Book Foundation e, em 2007, foi nomeado Grão-Mestre dos Escritores de Mistério dos Estados Unidos. Ele mora em Bangor, no Maine, com a esposa, a escritora Tabitha King. --Este texto se refere à uma edição alternativa kindle_edition

Detalhes do produto

  • ASIN : B00MEQSA4Q
  • Editora : Suma; 1ª edição (4 agosto 2014)
  • Idioma : Português
  • Tamanho do arquivo : 4421 KB
  • Leitura de texto : Habilitado
  • Configuração de fonte : Habilitado
  • Dicas de vocabulário : Não habilitado
  • Número de páginas : 1208 páginas
  • Avaliações dos clientes:
    4,8 de 5 estrelas 4.430 classificações

Avaliação de clientes

4,8 de 5 estrelas
4,8 de 5
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Principais avaliações do Brasil

500 PRINCIPAIS AVALIADORES
Avaliado no Brasil em 31 de janeiro de 2019
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5,0 de 5 estrelas It: A Coisa
Por Fábio de Santana Pedreira em 31 de janeiro de 2019
Fala galera, lá estava eu curiando na internet certo tempo atrás quando me deparei com um pôster de It anunciando seu lançamento no cinema, fiquei logo empolgado e doido para ler o livro, mas deixei para mais próximo da estreia, pois queria que estivesse tudo recente na minha cabeça. Então resolvi começar a leitura (que já era uma das que eu queria encarar há muito tempo) no dia 1 de agosto e eis que, 24 dias depois, eu finalmente terminei esse tijolo e, meus amigos... QUE LIVRO! Vou começar pela sinopse para vocês terem uma ideia.

“Foi em 1958, na pacata Derry, que Bill, Richie, Stan, Mike, Eddie, Ben e Beverly aprenderam o real sentido de algumas palavras. Durante as férias escolares, descobriram o que significava amizade, amor, confiança e...medo. O mais profundo e tenebroso medo. Naquele verão, eles enfrentaram pela primeira vez a Coisa, um ser sobrenatural e maligno que deixou terríveis marcas de sangue em Derry. Quase trinta anos depois, os amigos voltam a se encontrar. Uma nova onda de terror tomou a pequena cidade, e somente eles serão capazes de enfrentar a Coisa. O tempo é curto. Mas eles irão até o fim, mesmo que isso signifique ultrapassar os próprios limites.”

O livro se passa em dois momentos, sendo o primeiro no verão de 1958 onde todos ainda são crianças e o segundo momento 27 anos depois, com eles já adultos e vivendo suas vidas fora de Derry (exceto por Mike). As duas tramas vão se intercalando no decorrer do livro, mas não é nada que fique confuso, pelo contrário, elas se comunicam muito bem. As ações do passado vão explicando fatos que ocorrem no presente e encaixando as peças como se fosse um grande quebra-cabeça. Então, eu decidi fazer a resenha dividindo-a em quatro partes, as crianças, os adultos, a Coisa e as considerações finais, vamos lá:

Crianças:

A trama do passado, sem dúvidas, é a mais completa. Nela vamos conhecer todos os personagens e suas histórias. Cada um deles tem uma característica peculiar, que na sociedade ou no colégio os fazem excluídos ou vistos de forma diferente, sendo vítimas de piadas ou de valentões. Bill é gago, Richie usa óculos, Stan é judeu, Mike é negro, Eddie sofre de asma, Ben é gordo e Beverly é a garota do grupo e que, só pelo fato de andar com os meninos, já não é vista de uma boa forma.

Todos eles são bem desenvolvidos e a relação de amizade entre eles é muito forte, eu digo que dá até para sentir a química entre o grupo. Nem todos eles se conhecem de início, isso vai acontecendo aos poucos em que várias situações não muito agradáveis acabam por ligá-los. E juntos eles formam o chamado Clube dos Otários.

Essa ligação entre eles é de extrema importância durante todo o livro, é o que os deixa mais fortes para enfrentarem todos os perigos que aparecem durante a trama, principalmente Henry Bowers (além da Coisa, claro). Henry é o valentão da escola, o garoto que junto com seu grupo inferniza a vida dos personagens, o problema é que quanto mais a trama vai se desenvolvendo, mais perigoso ele vai se tornando, chegando a um ponto de passar de uma ameaça de escola para uma ameaça de vida.

Além de Henry, as crianças tem que enfrentar a Coisa claro, e com o passar do livro vamos ver cada uma das sete se depararem com seus maiores medos, cada uma delas vê na Coisa algo que represente um grande medo em suas vidas. E, por mais irônico que talvez possa parecer, é justamente a Coisa que acaba, de certa forma, mesmo que involuntariamente, unindo cada vez mais o grupo. E é quando todos os sete se conhecem, que a união e o grupo (liderado por Bill) se encontram prontos e completos, para tentar enfrentar a Coisa.

Adultos:

Já como adultos a coisa é um pouquinho diferente. As partes são menores, porém não significa que não sejam bem desenvolvidas, pelo contrário, ainda continua de uma forma muito bem escrita.

Essa parte também continua interessante, envolvendo alguns mistérios. Todos os personagens desenvolvem algumas semelhanças ao longo da vida, como o fato de todos estarem bem financeiramente, entretanto, nenhum deles lembra da infância e nem da cidade que moravam.

Isso não é spoiler, pois já é algo logo do início do livro, em que Mike é o único do grupo que decidiu ficar na cidadezinha de Derry e assim é o único que realmente lembra de tudo. E cabe a ele a difícil tarefa de reunir o grupo, que se encontram ligados por uma promessa feita quando criança, que caso as coisas estranhas voltem a acontecer eles deveriam se reunir novamente para enfrentar de vez a ameaça.

Aqui vamos notar o que cada um se tornou com o tempo, suas escolhas mesmo que inconscientes na vida e principalmente nos relacionamentos e etc. É uma parte onde é fácil se questionar sobre destino, livre arbítrio e coisas do gênero. Cada um vai passar por certas provações na medida que as memórias vão retornando e devo dizer que tem muitas partes tensas.

Não vou falar muito mais para não entregar nada da trama, apenas dizer que aqui é onde teremos o retorno a Derry seguido do reencontro e, ao final, o último combate com a Coisa.

A Coisa:

Por fim, temos a Coisa e logo no início do livro já podemos notar o quão sinistra ela é. Quando o pequeno George (irmão de Bill) sai para brincar com seu barquinho na chuva, seu brinquedo acaba caindo em um bueiro e, então, ele decide olhar o buraco. A partir daí, temos a primeira aparição do palhaço dentro do esgoto. Uma cena clássica, em que provavelmente todos vocês já viram, seja nos trailers do filme ou até em memes que viralizam a internet (se não viram, vão ver mais abaixo no trailer).

A Coisa é uma criatura sinistra, que se alimenta principalmente de crianças, e que aparece na cidade de Derry entre aproximadamente 25 a 27 anos, causando terror e apreensão aos moradores. Sempre que ela vai embora deixa como recordação uma grande tragédia. Um fato interessante sobre ela é que, na maioria das vezes, apenas as crianças conseguem vê-la e os adultos, que já viram ou que notaram sua presença, simplesmente resolvem ignorar que ela está ali.

Ela é uma força poderosa que atua na cidade e que pode transmitir todos os seus medos mais internos. Inclusive como já citei, cada uma das sete crianças acabam tendo um encontro com a coisa e vendo-a de maneiras diferentes, mas, como todas elas, concordando com uma forma... a do palhaço. Afinal, quem não se identifica com um?

Considerações Finais:

Enfim, depois de falar tanto sobre a trama e talvez terem cansado vocês (kkkk), venho dar minhas considerações sobre ele, e começo pelo simples... O livro é incrível!

Cada vez que leio um livro de King e acho que não tem como ele se superar, eu vou lá e, felizmente, quebro a cara. O início do livro já te surpreende, é um dos melhores inícios de livro na minha opinião. É algo que te prende, te deixa surpreso, curioso e, ao mesmo tempo, é sinistro. O encontro de George com a Coisa, a ligação de Mike para Stan, a tensão de Ben no bar, são cenas que lhe dão uma mistura de emoções, de tensão, choque, curiosidade entre outras.

É impossível não se identificar com os personagens, principalmente quando crianças, sentir com eles as emoções do primeiro amor, das brincadeiras de infância, da inocência da amizade em ver as coisas de uma forma bem mais simples que, quando adultos, não conseguimos enxergar mais (ou não totalmente). É possível sentir até mesmo medo, que é diferente e que, como é citado no próprio livro, é como se quando crescêssemos nós tentássemos transformar aquilo em algo racional e, por isso, nos levar à loucura.

A trama, os personagens, a cidade, tudo isso são muito bem descritos. As passagens entre adulto e criança também são muito bem passadas. Particularmente me identifiquei muito com Ben, o garoto gordinho meio nerd, apaixonado e que é doido por livros. Eu me vi muitas vezes ali, confesso (kkkk).

Eu amei bastante a história e arrisco dizer que até para você que tem medo ou não gosta de livros de terror, leia. Leia porque não é só medo que tem na obra, ela é simplesmente completa e o seu maior trunfo é o valor e a importância de uma grande amizade. De ter amigos com quem possa contar, para qualquer coisa e no poder de acreditar em você mesmo. Esse, para mim, é o verdadeiro foco da trama.

A Coisa é sinistra e ela está lá para assustar e levar pobres criancinhas, mas ela está lá também como um condutor de fortalecimento da amizade de todos eles, não que ela saiba, claro. É legal também quando você encontra referências a outras obras de King no livro, principalmente a O Iluminado, que é meu livro favorito.

Não se assustem com o tamanho do livro, assim como a Dança da Morte (que você confere a resenha clicando aqui), It te prende e é fácil encará-la até o final... E que final viu?! Vou te dizer. Aqui é onde eu devo fazer uma ressalva. Eu não sei bem o que dizer do final desse livro, não sei se King estava muito louco na época que escreveu ou não (kkk). Isso porque tem umas cenas psicodélicas bem loucas e uma cena que é extremamente polêmica. Tudo bem que vamos considerar a época em que se passa o livro, a época que foi escrito e também o contexto na qual se passa na história, mas, mesmo assim, é algo para muito debate.

Mas, tirando isso, o final é incrível, aquele bolo de emoções voltam e você fica triste, feliz, tenso, com medo, dá risada, e fica feliz de novo. Vai entender?! Eu poderia continuar escrevendo, mas já falei até demais, então, leiam, porque, com certeza, é uma leitura que vocês vão levar para a vida . É mais uma que entrou para a lista de favoritos. Ah, e só avisando... Não queiram flutuar!
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Avaliado no Brasil em 29 de setembro de 2017
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5,0 de 5 estrelas as melhores 1000 páginas!
Por Vivi Oliveira - @osenhordoslivros em 29 de setembro de 2017
Vc não sente medo ao ler IT, vc sente mal de se deparar com maldade humana, maldade contra crianças, animais, mulheres...muita maldade.
Não sente as páginas pq a narrativa é perfeita!
Tem muito humor, as crianças são leais umas as outras e são crianças, é linda a inocência delas e amizade inspiradora!
É um clássico que vale a pena!
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Avaliado no Brasil em 27 de maio de 2017
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Avaliado no Brasil em 29 de abril de 2020
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1,0 de 5 estrelas C
Por Késsia Alves em 29 de abril de 2020
O livro chegou antes do prazo, o que me chateou foi o fato de algumas páginas virem com problemas, cortadas, dobradas, unidas de forma que somente cortando pra conseguir acesso ao texto...
Consegui soltar mas tive que cortar umas, muito chato essa situação!
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Avaliado no Brasil em 1 de outubro de 2019
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3,0 de 5 estrelas Foi um livro doloroso de se ler, mas não por causa do terror.
Por Mark Silva em 1 de outubro de 2019
Só Stephen King para escrever um livro de mais de 1.100 páginas sobre a inocência e a maravilha da infância e, em seguida, um garoto de seis anos de idade morrer por ter o braço arrancado por um palhaço.

Quando eu leio terror/horror, tenho que perder um pouco a autoconsciência e me sentir imerso no livro pra que eu possa me assustar, mas o tempo todo eu estava ciente de que estava lendo um livro e continuava sentindo que não era nada assustador.

King é muito, mas muito prolixo mesmo, e isso é algo que me incomoda bastante, porque a leitura fica cansativa demais. São tantos elementos desnecessários que atrapalham a história principal que se torna uma tarefa enfadonha de se terminar.

Perdi a conta de quantas vezes eu pensei em abandonar esse livro por causa da prolixidade. Mas segui firme e me vi pulando linhas, parágrafos, e até páginas, quando percebia que aquilo estava se estendendo mais do que o necessário. Senti uma vontade imensa de editar e tirar, pelo menos, 400 páginas desse livro e isso não prejudicaria nem um pouco a história.

Acho que toda essa frustração tirou todo o medo que eu senti no começo. Parecia que eu tava lendo um livro qualquer de crianças lidando com um monstro qualquer. Eu não estava mais interessado e não me importava como terminava, desde que terminasse logo.

No final, King pegou uma história e um conceito super assustadores que ele poderia efetivamente contar em pouco mais de 500 páginas fez um puta calhamaço, com muitas histórias paralelas que não foram importantes em nada.
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Avaliado no Brasil em 24 de junho de 2020
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5,0 de 5 estrelas Vamos flutuar?
Por Camila Mendes (Abismos Literários) em 24 de junho de 2020
Recentemente eu terminei de ler It, mas precisei de alguns dias pra conseguir escrever uma resenha pra este calhamaço de mais de mil páginas e que me proporcionou inúmeros sentimentos e significados. Ainda não sei se serei capaz de escrever minimamente o quanto esse livro é incrível. Não foi uma leitura rápida, precisei de tempo pra absorver todos os detalhes e compreender as alterações no tempo em que a história estava se passando. Ao longo da leitura isso vai ficando mais fácil, e começa a fluir melhor. A construção dos personagens é perfeita, hoje considero Os otários também meus amigos haha. King tem uma escrita fabulosa, precisão nos detalhes e diálogos certeiros.

Tinha muito receio em ler esse livro devido ao suposto terror envolvido, mas a história está muito além disso. É um livro que fala sobre o poder da amizade, sobre amor, sobre superação. Nos faz também refletir sobre a finitude das coisas. O livro também apresenta assuntos e situações muito pesadas, como racismo, bullying, machismo, violência... o que em certos momentos chega a provocar dor na leitura, é preciso ter fôlego. Mas esse choque é necessário. Precisamos falar sobre isso. Há também o medo, a coisa pode ser aquilo que mais tememos, e como lidamos com isso? É um misto de amor e medo, o que o torna um livro muito mais que puro terror.
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