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A coragem de não agradar: Como a filosofia pode ajudar você a se libertar da opinião dos outros, superar suas limitações e se tornar a pessoa que deseja eBook Kindle
Fumitake Koga (Autor) Encontre todos os livros, leia sobre o autor, e muito mais. Consulte Resultados da pesquisa para este autor |
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Capa Comum, Edição padrão
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Na periferia de uma cidade milenar vivia um filósofo que ensinava que o mundo era simples e que a felicidade estava ao alcance de todos. Certo dia, um jovem insatisfeito com a vida foi desafiá-lo a provar sua tese.
Com mais de 3 milhões de exemplares vendidos, A coragem de não agradar conta uma história capaz de iluminar nosso poder interior e nos permitir ser quem somos.
Inspirado nas ideias de Alfred Adler – um dos expoentes da psicologia ao lado de Sigmund Freud e Carl Jung –, o livro apresenta o debate transformador entre um jovem e um filósofo.
Ao longo de cinco noites, eles discutem temas como autoestima, raiva, autoaceitação e complexo de inferioridade. Aos poucos, fica claro que libertar-se das expectativas alheias e das dúvidas que nos paralisam e encontrar a coragem para mudar está ao alcance de todos.
Assim como nos diálogos de Platão, em que o conhecimento vai sendo construído através do debate, o filósofo oferece ao rapaz as ferramentas necessárias para que ele se torne capaz de se reinventar e de dizer não às limitações impostas por si mesmo e pelos outros.
- IdiomaPortuguês
- EditoraEditora Sextante
- Data da publicação5 fevereiro 2018
- Tamanho do arquivo2026 KB
Descrição do produto
Sobre o Autor
Detalhes do produto
- ASIN : B0798S8BNN
- Editora : Editora Sextante (5 fevereiro 2018)
- Idioma : Português
- Tamanho do arquivo : 2026 KB
- Leitura de texto : Habilitado
- Leitor de tela : Compatível
- Configuração de fonte : Habilitado
- Dicas de vocabulário : Não habilitado
- Número de páginas : 281 páginas
- Ranking dos mais vendidos: Nº 651 em Loja Kindle (Conheça o Top 100 na categoria Loja Kindle)
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Avaliado no Brasil em 6 de agosto de 2020
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Vale ressaltar que toda essa minha empolgação na escrita desta review está vindo de uma pessoa cética. Isso quer dizer que o livre é bom mesmo. Ahh e ele pode ser ainda melhor se você ler também o 12 Regras para a vida do Jordan B. Peterson. Os dois são complementares, instigantes, divergem em alguns pontos e convergem e alguns, mas a leitura conjunta engradece em dobro.
Não havia houvido ou lido sobre o Alfred Adler, criador da psicologia individual que está por trás das ideias do livro que é colocada através de um diálogo entre um jovem e um filósofo. Mas, esse psicólogo austríaco me trouxe a melhor forma de ver o mundo, de maneira completa, sobre todas os aspectos de uma vida plena e satisfatória. São muitos os ensinamentos, com análise profunda sobre o ser humano, e com uma linguagem simples colocada pelo autor no livro, somos agraciados por uma nova maneira de viver, e se aplicando as ideias de Adler, você será feliz hoje mesmo.
Livro mais que necessário, se todos aplicassem o que o livro propõe, a vida em sociedade seria mais simples, mais harmonioso e pacífico. Mas, comece por você, faça a diferença em sua vida, leia e aplique. Prometo que é o único livro que precise, chega de auto-ajuda, esse é o último.

Avaliado no Brasil em 6 de agosto de 2020


Relata a história de 5 noites em que um jovem discute com um velho filósofo versando sobre autoestima, raiva, autoaceitação e complexo de inferioridade. Ao longo do livro você aprenderá que devemos nos livrar das expectativas alheias e das dúvidas que nos paralisam para encontrar a coragem necessária para mudar o nosso exterior - o que as pessoas veem!
É aquele típico livro que praticamente mantém você preso durante toda a leitura!
Vale ressaltar que Sigmund Freud, Carl Jung e Alfred Adler são gigantes da psicologia. Mas, o livro é focado nas ideias ensinamentos filosóficos e psicológicos de Adler na forma de um diálogo narrativo entre os personagens.
Destaco aqui o que você encontrará:
1. porque as pessoas podem mudar
2. como viver sem ser controlado pelo passado
3. as pessoas criam a própria raiva
4. a infelicidade é algo que você escolhe para si
5. como se livrar de problemas de relacionamento
6. complexo de inferioridade é apenas desculpa
7. não viva para satisfazer a expectativa dos outros
8. o desejo do autorreconhecimento escraviza
9. ouça a voz de uma comunidade maior
10. como sentir que você tem valor
11. a essência do trabalho é a contribuição para o bem comum
12. dois caminhos trilhados pelos que querem se tornar seres especiais
13. a coragem de ser normal
14. viva como se estivesse dançando
Vou fazer um resumo do conteúdo existente nos capítulos dividindo nas noites (partes) em que se passa o diálogo.
Parte 1
Desde a introdução o autor ressalta que as pessoas podem mudar, o mundo é simples e todos podem ser felizes. Em outras palavras, somos nós que transformamos o mundo em algo complicado. Afinal, cada um vê por sua óptica. Quem enxerga como algo caótico e ruim, pode desconstruir esse pensamento e criar de que é algo mais simples. Logo, se eu posso mudar, o mundo mudará e será algo mais simples.
A maioria das pessoas querem mudar porque não conseguem! É por isso que são atraídas por religiões e cursos de autodesenvolvimento, mas dificilmente vemos alguém dando conselhos práticos sobre como mudar.
Segundo Adler, não devemos deixar causas do passado influenciarem o presente e futuro. Em outras palavras, pensar em “metas” do presente.
Diferentemente do que prega Freud, em que as feridas psíquicos (traumas) causam infelicidade através de relação causa e efeito, Adler emprega que não somos determinados por nossas experiências, mas sim pelo sentido que damos a elas que é autodeterminaste. Em outras palavras, algo que ocorreu na infância de forma violenta e traumática só irá determinar que você terá problemas se você escolher ter. Veja que o próprio livro já não é fácil de digerir para uma maioria que acha que a causa torna a pessoa vítima e tudo pode ser aceitável com base nesse acontecido.
Porquanto ele continua no livro deixando claro que se o passado determinasse tudo não seríamos capazes de dar passos significativos. Não aceitar isso é ser pessimista. Novamente, ele sempre traz a retórica de que todos podem mudar, basta querer.
Se uma pessoa não é feliz é porque não aceitou quem ela é. Por isso traz aquela citação que se vê por aí: o importante não é aquilo com que nascemos, mas o uso que fazemos desse equipamento. Querer ser outra pessoa não fará de você feliz. Logo, a infelicidade é algo que você escolhe para si! E uma pessoa que não consegue evoluir é porque optou por não mudar.
A sensação ao ler o livro é que, muitas vezes, tornamos complexo, é realmente simples, uma questão de pensamento!
E para quem acredita que o ambiente determina - sim ele determina - mas é só se você deixar ele te influenciar que você não mudará. Resumindo, as pessoas sempre tem queixas e mais queixas, porém é mais fácil ficar na zona de conforto do jeito que estão, mesmo que insatisfeitas. Em outras palavras, querem mudar, mas tem medo da mudança. Toda mudança gera ansiedade e a inércia por causa de desapontamentos. Quando tentamos mudar colocamos nossa coragem à prova!
A psicologia Adleriana é de coragem e não coloca que a infelicidade pode ser atribuída ao passado ou ao ambiente. Tem que se ter coragem de ser feliz!
Parte 2
Muita gente acaba não gostando de si próprio, justamente por tudo que foi descrito na parte 1. Por isso o autor aponta que primeiro devemos nos encorajar a gostar de si mesmos. É a coragem de seguir em frente. Daí começa a direcionar para uma grande fonte de problemas: os relacionamentos interpessoais. O sentimento de inferioridade faz com que pessoas evitem ter relacionamentos com medo de se magoarem. E essa sensação de sentir-se inferior vem de pressupostos subjetivos. Em outras palavras, a pessoas se coloca para baixo como não tendo valor ou um valor baixo - julgamento de valor. Para Adler, o complexo de inferioridade acaba sendo apenas uma desculpa! Exemplo: se você tem dificuldade nos estudos, é esforçar-se mais que a média das pessoas. Mas, o que a maioria faz? Dá uma desculpa de que não terá sucesso na vida porque teve pouca instrução…e daí vem a “bola de neve” negativa.
Deve-se inverter a lógica: se eu fosse bem instruído, poderia alcançar o sucesso! A obra traz ainda que quem se vangloria demais, ou seja, os arrogantes tem na verdade complexo de inferioridade. Pois, a pessoa precisa ostentar a superioridade o tempo inteiro. É inclusive por isso que na nossa cultura a fraqueza pode ser forte e poderosa - exemplo: os bebês dominam os adultos por sua fraqueza.
Temos a tendência da busca pela superioridade, mas não deve ser com a mentalidade de competição um com os outros para ser superior a tudo e todos. Ou seja, aquela história de querer ser melhor que você a cada dia, para você. E não querer ser melhor tempo todo que os outros. A vida não é uma competição entre pessoas e sim com o seu próprio “eu”.
Essa psicologia relata que admitir erro não é derrota. Muitas vezes, pessoas, especialmente as geniosas, utilizam a raiva como ferramenta para comunicação. Mas esta, não é muito eficaz. Ao você dizer que tem razão, por exemplo, está afirmando que a outra pessoa esta errada. Admitir erros, pedir desculpas - ou seja, afastar-se de lutas pelo poder - não é ser derrotado. Em outras palavras, quando você esta obcecado por vencer, perde a capacidade de fazer as escolhas certas - a busca pela superioridade competindo com outras pessoas leva a isso.
Ao você mudar, as pessoas ao seu redor acabarão mudando também. Não há alternativa. Mas, você sempre deve dar o primeiro passo desta mudança e mudar a si próprio sem esperar mudança dos outros…
Parte 3
Deve-se negar o desejo por reconhecimento! Com isso você se torna livre! Do contrário, será escravizado por esta escolha. Nós temos a constante necessidade de reconhecimento dos outros. A gente não deve viver para satisfazer as expectativas alheias. Ou você quer viver para receber elogios?! Você ficaria se forçando a ser movido por uma motivação externa. Quando você vive assim, acaba vivendo a vida das outras pessoas. E lembre-se você não vive para satisfazer as expectativas dos outros, as pessoas tem que viver para si próprias. Deveria ser natural!
Você passa a ser feliz quando não se preocupa com o julgamento alheio e inclusive terá pessoas que detestarão você, pois a coragem de não agradar, fará com que aqueles que julgam o tempo todo não te compreendam. Daí vem a verdadeira liberdade, não ter medo de ser detestado e não se preocupar com os julgamentos alheios! Atenção: pode ser que o preço a ser pago é nunca alcançar o reconhecimento que gostaria. Mas, isso te trará liberdade e felicidade. Assim, seus relacionamentos adquiriam nova leveza.
Parte 4
Para manter bons relacionamentos, deve-se controlar a distância que a pessoas tem da gente, mas também, não fazer as tarefas que é dos outros. A meta dos relacionamentos interpessoais deve ser a sensação de comunidade. Ou seja, eles são a fonte dos problemas, mas também são a solução. Isso significa que nossa mudança do apego ao eu (autointeresse) para preocupação com os outros (interesse social) traz toda a evolução dos relacionamentos - basta a gente querer. A psicologia Adleriana não concorda com a educação pot recompensa e punição porque a intenção é manipular crianças - isso vale para elogiar e criticar pessoas. A abordagem adequada é através do encorajamento!
Parte 5
As pessoas só conseguem ter consciência real de seu valor quando são capazes de se sentir úteis a alguém. Entretanto, não importa se a contribuição é visível. Basta que o indivíduo tenha a sensação subjetiva de ser útil, ou seja, a sensação de contribuição. Felicidade é a sensação de contribuição. E lembrando: devemos viver mais intensamente apenas o aqui e o agora. O fato de pensar que vê o passado ou prevê o futuro prova que, em vez de viver o agora, a pessoa está vivendo um crepúsculo obscuro.
Enfim, um livro para fazer muitas reflexões e aplicar o que lhe for conveniente e necessário para evoluir. É verdadeiramente uma aula de desenvolvimento pessoal em busca da felicidade! Sendo esta uma escolha sua…
Uma fora diferente de ver experiências que temos na nossa caminhada.
Vale a pena !

Uma fora diferente de ver experiências que temos na nossa caminhada.
Vale a pena !

... e é isso.
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Avaliado no Brasil em 2 de fevereiro de 2021
... e é isso.
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De forma simples os autores introduzem elementos cruciais da psicologia de Adler. Mas justamente pela simplicidade o texto da muita margem a uma espécie de “achismo” e também abre portas para uma interpretação de “autoajuda”. De minha parte penso que o método de Adler não é propriamente uma psicologia, mas uma sociologia do indivíduo.
Vale a leitura para aqueles que nunca ouviram falar de Adler e seu método. Uma bela introdução.
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Um livro que vira a chave.