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100 PRINCIPAIS AVALIADORES
11 de abril de 2018
Estes contos só serviram para remediar várias coisas da história. O do Warner, para tentar mostrar ele mais como humano (um lembrete básico aqui de que Hitler tinha um cachorro e era completamente apegado a ele. Gostar de animais não significa que você tem compaixão por pessoas). Para mim, a personalidade do Warner nesse conto bateu com a dele em Unravel Me, mas é bem diferente da dele em Shatter Me. Não chegou a me fazer gostar dele. Na verdade, fiquei o tempo todo pensando que ele precisa fazer terapia, que está mesmo à beira de ser um psicopata.

Aliás, até mesmo pelo conto do Adam, deu pra ver que a Juliette também tem sérios problemas psicológicos que precisam ser tratados urgentemente. E esse amor do Warner não ajuda em nada. É obsessivo, narcisista e simplesmente louco. Está faltando um psiquiatra nessa história!

O conto do Adam é desnecessário até a metade, quando a Juliette sai da história e a gente descobre coisas que não apareceram no segundo livro. Mas é muito óbvio o que a autora está tentando fazer. Ela claramente quer desconectar o Adam da Juliette para ser mais fácil ela escolher o outro. O que é realmente ridículo, já que dois dias antes o Adam estava morrendo porque não podia tocar nela! Claro que é super válido ele escolher o irmão, mas a indiferença foi forçada. E, pior do que ele literalmente pensar que a Juliette não consegue fazer nada sem ele, só a sutil demonstração de interesse dele na direção uma personagem feminina completamente nova.

O diário da Juliette é quase só uma coletânea de todas as passagens que já aparecerem. E deveria ir direto pra mão de um psiquiatra mesmo!

O bom desses contos é que, como a Juliette não foi a protagonista, a narração foi bem menos insuportável! Menos hipérboles, repetições, frases com pontuação bagunçada e metáforas bizarras. Um pequeno respiro nessa série.
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5
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