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Avaliações dos clientes

21 de janeiro de 2019
Toda vez que eu me deparo com um casal gay — seja na literatura, no cinema ou na teledramaturgia —, já me pergunto logo qual dos dois vai morrer. Na boa, gente. Por que tudo tem que ser tão trágico no mundo gay? Bom, a notícia boa é que o Adriano Silva quebra esse paradigma ao meio e nos mostra que nós, os baitolinhas de plantão, também merecemos encontrar o nosso pote de ouro no final do arco-íris. Sim, seus bisonhos. A trama faz jus ao título que tem, então pode ficar tranquilo. Vamos lá, solte a respiração...
Felizes Para Sempre é um livro curto, a gente desliza rapidinho pelas folhas, e isso não tem nada a ver com o número de páginas. A leitura é leve, te embala. Habitado por personagens bem construídos, tão humanos quanto este ser imperfeito aqui que vos fala, o enredo tem um ar de comédia romântica, o que muito nos lembra aqueles filmes que a televisão costuma exibir exclusivamente para héteros.
Da diversão ao drama, da repulsa à paixão, da amizade ao amor. Felizes Para Sempre deveria ser considerado um presente do autor para a comunidade LGBT. É sério, raça. Eu já andava pelas tampas com tanta tragédia (se bem que... até o meu Paladino beira a dramaticidade, mas, isso não vem ao caso, trata-se de um suspense que se arrasta, e muito, pelo extremismo, então tem que ser fatídico mesmo, não tem jeito...).
Oxen, peraí. Aonde era que eu tava mesmo? Calma aí que eu me perdi aqui, nem lembro mais do que eu estava falando.
Ah, sim. Lembrei! É tanta tragédia, tanta infelicidade nesse gênero, que eu confesso a vocês que já estava morrendo de medo de embarcar numa relação. Com a sorte que eu tenho, adivinha só quem era que ia bater as caçoletas...
Enfim, é isso. Destaque especial para o Raphael Farrid. Um personagem irresistível, envolvente, cativante. É impossível não se deixar seduzir por ele. Eu mesmo confesso que fiquei apaixonado, até suspirei aqui. Mentira, gente. Não suspirei coisa nenhuma, até parece. Tabom, suspirei sim.
Ps: Eu que não queria ter um amigo como o Antony. Deus me livre e guarde! Ele funciona como um fermento para toda a insegurança do Ferdinand.
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