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Avaliações dos clientes

10 PRINCIPAIS AVALIADORES
19 de dezembro de 2013
Ayn Rand tem uma grande preocupação filosófica e seus livros tem como pano de fundo uma ideia central que a defende. Como se seus livros fossem exemplos práticos para mostrar ao mundo a aplicação de suas ideias.
Aqui, o ponto central é o objetivismo e o individualismo como forças motoras dos homens, da humanidade.
Esta foi a primeira grande obra de Ayn Rand - começou a ser escrita em 1936. A autora, russa, que fugiu para Nova York em 1926, vai contra toda a ideia de coletivismo e, em última instância, socialismo, que tolhem o ser humano, que podam a criatividade, e amarram os espíritos revolucionários.
Contudo, a história carece de um motor melhor. Os intuitos ficam muito claros. Se a ideia é criar uma história interessante e colocar o ideal filosófico como pano de fundo, Ayn Rand conseguiu exatamente o contrário. Aparentemente, o ideal ficou em primeiro plano e, a história, em segundo. Mesmo assim, "A Nascente" já vendeu mais de 6 milhões de exemplares.
Já em seu livro mais famoso, "A revolta de Atlas", a história muda de figura. O livro é uma interessante sucessão de acontecimentos, com suspense e reviravoltas que prendem e que também tem como pano de fundo a filosofia de Aynd Rand (mais uma vez exaltando a livre iniciativa em detrimento do coletivismo, mas sob outro prisma).
Tanto que é considerado pela biblioteca do congresso dos EUA o segundo livro mais influente da história dos EUA (atrás apenas da Bíblia). Assim, se ainda não leu nenhum dos dois, não hesite em escolher "A revolta de Atlas", mais maduro, mais interessante, e certamente sua maior obra.
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