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Avaliações dos clientes

5 de fevereiro de 2016
Pretensioso porque Martim força a barra com interpretações dos escritores e desconjuntado porque a composição do livro como uma "partitura musical" de nada serve a um conteúdo somente cansativo.
Os momentos em que ele deveria brilhar e iluminar todo o texto do livro, os momentos em que toda a gordura seria justificada, que são os momentos em que ele fala dos transcendentais, são simplesmente canhestros, rígidos como um bloco de concreto.
Aquela maldita página em que ele fala de Thomas Mann, no início do capítulo sobre Sérgio Buarque de Holanda e Cecília Meireles é o resumo de toda a ruindade pretensiosa do livro: cinco, seis parágrafos que deveriam ser uma citação de dez palavras. O livro herda a antipatia do autor (vejam por exemplo as entrevistas em que ele se recusa a falar de certas coisas, coisas simples até).
Mas...
Se quanto à maneira de escrever o livro demonstra toda a pretensão e antipatia do autor, nele são levantadas teses interessantes (mesmo que porcamente trabalhadas), fazendo uma aplicação à literatura do que ele mesmo confessa ter aprendido de outros autores que estudaram o Brasil, de forma que o livro traz alguns vislumbres interessantes da história da literatura nacional. Assim, por esses momentos, não me arrependo da leitura.
Tivesse o livro 250 páginas, e não 600, seria perfeito.
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