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10 PRINCIPAIS AVALIADORES
13 de março de 2015
Com exceção de Shakespeare, Chaucer é o mais destacado entre os escritores da língua inglesa. "Contos da Cantuária" (1384) é uma obra na qual nem os homens nem os contos são santos por completo; são romeiros que fazem uma peregrinação pascal à catedral da Cantuária, e muitas de suas conversas evocam a Bíblia e o ensino religioso. Chesterton – meu crítico favorito de Chaucer – gostava de pensar no poeta como uma continuação de Dante, mas o precursor verdadeiro de Chaucer é Boccaccio. Chaucer, o peregrino, é uma paródia “manhosa” de Dante, também um peregrino, uma ironia que Chesterton não quis ver. Chesterton, de maneira maravilhosa, observou que às vezes a ironia de Chaucer é tão grande que torna-se grande demais para ser vista. Enfim, na obra passamos de meros nomes na página para o que somos impelidos a chamar de realidade virtual das personagens literárias, homens e mulheres convincentemente persuasivos. Os contos foram separados por grupos de A - I. “A Mulher de Bath” e o “Conto do Vendedor de Indulgências” são considerados os melhores pela crítica. Com relação a tradução, comparei o trabalho de José Francisco Botelho (Penguin), em verso, mais próxima do original em inglês (minha preferência), com a de Paulo Vizioli (Editora 34), em forma de prosa. Qual então escolher, já que ambas são muito boas? Sugiro que o leitor analise a primeira página de cada tradução, ficando com aquela que se identificar melhor. Lembro que a compreensão é fácil tanto em prosa quanto em verso.
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