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13 de fevereiro de 2019
Pela sua autobiografia o Rick deve ser um cara ético, muito bacana e divertido, e o livro transmite isso, inclusive com momentos muito tocantes (o jantar com a coxa de frango, por exemplo).

Mas o livro também é uma ode ao "empreendedorismo de palco", auto-ajuda que se resume a um amontoado de senso comum rasteiro, cheio de clichês como "quando um burro fala, o outro abaixa as orelhas", "você colhe o que planta", "Deus deu duas pernas para cada um", "em se plantando tudo dá", "[no Brasil] não tem maremoto, terremoto, vulcão, tempestades gigantes, tsunami", "verás que um filho teu não foge à luta", repetidos à exaustão.

O Rick conta que ensinou muitos vendedores de água em Copacabana a melhorar os negócios (basicamente guardar um terço da féria para reinvestir no negócio, outro terço para poupar, e só considerar "salário" o restante), e o livro parece ter esses vendedores como público-alvo.

E, como se não bastasse, da metade para a frente o livro se resume a mera bajulação do Flávio Augusto, autor de "Geração de Valor", fazendo com que o autor soe como um sicofanta simplório.
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