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30 de março de 2019
Me pareceu que esse terceiro livro filosofou muito mais sobre a condição humana que os outros da série. Mesmo assim achei bem estranho alguns motivos e pontos da história envolvendo a gladia e o robô (para evitar spoilers, não vou detalhar).

Gostei bastante da descrição do relacionamento do Baley com o Daneel. E eleva uma série de vários questionamentos em relação ao jeito que os Aurorianos tratam os robôs. Outra coisa são os questionamentos sobre a o futuro da humanidade não de maneira global, mas universal, tendo os terráqueos como os precursores desse futuro, tanto por conta da sua quantidade de pessoas, quanto pela sua forma de se comparar com os outros mundos siderais.

“Entretanto, se nós estivermos cercados por uma civilização mais interessada e mais vibrante, vamos definhar com o simples poder da comparação; nós morreremos quando percebermos o que nos tornamos e o potencial que desperdiçamos.”

Adorei o final. Ele traz uma ponta de referências ao escopo de Fundação. Contudo, toda a história do livro é a trama não me “explodiram” a cabeça. Na verdade, acho que não era esse o objetivo do livro, dado que ele é muito guiado e não te força a pensar na solução, mas te guia no raciocínio do detetive Baley.

Adorei a trilogia e agora só falta Robôs e Império pra terminar.
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