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Avaliado no Brasil em 21 de maio de 2015
Shelley e sua mãe se acostumaram desde sempre com a submissão e fraqueza, ou diria até ausência, de personalidade. Elas eram como ratos: sempre se esquivando, sempre assustadas. Ambas se mudam, no início da história, para uma casinha antiga e bem escondida da "civilização" e das suas exigências que tanto as incomodavam. Até que um evento terrível acontece nessa casa que vai fazer com que elas precisem tomar a decisão se irão continuar como ratos ou se reagirão à essa adversidade.
O livro é curto e tem uma pegada rápida principalmente da metade pro final e você fica sempre querendo saber o que vai acontecer, pois o autor usa e abusa do recurso de "cliff hang" entre um capítulo e outro. A linguagem do livro é simples e o autor lança mão de diálogos curtos talvez na intenção de dar uma sensação de agilidade à história.
Uma coisa que me incomodou muito, por se tratar de um thriller psicológico, foi a falta de um melhor delineamento das características de cada personagem e as motivações para que o leitor possa entender os motivos de tamanha passividade delas (e acredite, você terá raiva disso durante a leitura).
A resolução final do livro pode agradar ou desagradar muito facilmente, eu achei apenas ok. É uma leitura rápida e que vai deixar você com o coração acelerado e com as mãos suadas em alguns momentos, mas não espere um super thriller psicológico, apenas aproveite a leitura.
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