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Avaliações dos clientes

10 de fevereiro de 2018
Interessante descobrir que a Nintendo nasceu uma “empresa familiar” e sexista.
Não ficou muito claro o quanto ricos eles já eram, pareceu que competir internacionalmente era coisa de qualquer um. Acho que faltou um pouco de informação nesse sentido. De repente América!

Alguns pontos de atenção das ações da Nintendo, foi que no início - ainda na era dos fliperamas; abundância de fliperamas. Parte das ações para ganhar destaques nos lançamentos de produtos não estavam centralizados no jogo em si. A dificuldade de colocar seu primeiro jogo ganhou fôlego quando eles buscaram destacar a parte artística dos fliperamas; a própria cabine em si. A aposta do diretor da Nintendo sempre foi na parte cultural. Outro autor, Andy Hunt, escreveu no seu livro “why right brainers will rule the world” sobre esse aspecto de investir em cultura e beleza porque esses seriam os únicos atributos que causariam destaques na era da abundância. Essa característica é muito presente na história da Nintendo em todos os momentos comerciais que ela passou.

No direcionamento de distribuição de jogos, a Nintendo usou prática fordista para ganhar mercado. O engraçado que ela vem da terra do “toytismo” e recebeu prêmio superando a própria toyta, o que foi uma surpresa pra mim.

O fordismo da Nintendo pra mim veio instantaneamente porque sua experiência de distribuir jogos em fliperamas. Não ficou claro se isso era prática comum. É que o autor repetidamente conta os lançamentos de console da Nintendo com uso do Mario e títulos anteriores.

A prática de distribuir jogos começou na era dos fliperamas e passou para os consoles. Depois ela Terceirizou um pouco a classe artística para ganhar volume de títulos, manteve-se produtora do proporia mascote para lançamento de consoles e foi detentora da sua própria revista que enaltecia o mercado.

A “teimosia” também é muito presente na Nintendo. Primeiro evitaram a entrada na era dos jogos do pra PC. Depois evitaram ao máximo o desenvolvimento pra consoles com base em CD. Neste último caso, a desculpa era não perder velocidade e evitar pirataria. Tudo bem, até o Nintendo 64 não havia consoles mais velozes. Mas, pelo menos no Brasil, qualquer um na minha idade atual, sabe que na nossa adolescia o que mais se tinha eram jogos piratas para consoles.

Bom, poderia escrever outro livro como subproduto deste livro porque o autor fala praticamente dos fatos da nossa infância até a adolescência. Principalmente da época onde a Sega e a Nintendo eram rivais e essa rivalidade também se reproduzia entre nós, jogadores. “Mega drive sempre foi jogo de moleque [...] hahahaha!”

As 4 estrelas foi porque achei que faltaram algumas informações. Mas acho que esse livro rico em fatos e apesar das mudanças súbitas de assunto do autor, é imperdível pra quem está tocando negócio ou quer voltar um pouco no passado e entender o que acontecia nas decisões comerciais e sobretudo, aquela bagunça de diferentes títulos para os mesmos jogos.
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R$33,90