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16 de outubro de 2018
Fahrenheit 451 é uma distopia escrita no século XX e é dividida em três partes. Nessa sociedade distópica os bombeiros são chamados não para apagar, e sim para atear fogo aos livros, decisão tomada pela própria população, que passou a se interessar apenas por programas de televisão.

Toda a narrativa é contada pelo ponto de vista de Montag, um bombeiro que está acostumado a uma vida resumida em queimar livros de desconhecidos e seus próprios pensamentos, até o dia em que conhece Clarisse, uma menina que desperta nele um sentimento que ainda não conhecia, e que é considerada diferente por preferir sentar e pensar à assistir televisão.

À partir das conversas com a jovem e de um incêndio na casa de uma senhora (que preferiu ser queimada com seus livros), o bombeiro começa a se perguntar se realmente é feliz e como chegou ao seu estado de vida atual.

Depois do acidente com a senhora, Montag começa a ficar curioso sobre o conteúdo contido nos livros, e sobre como era a sociedade antes de se tornar um ambiente onde não há mais diálogos e pensamentos críticos.
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Esse livro é surreal, descreve diversos comportamentos da sociedade atual, como: repressão política; isolamento por meio da comunicação; falta de interesse pelo conhecimento; consumismo; descaso com o próximo; fascínio com a tecnologia; mecanização do ser.
Me espantei com a semelhança da sociedade de Bradbury com a nossa, e como o tempo só fortaleceu sua obra e genialidade. Além de fortalecer meu pensamento de que, em tempos difíceis, os livros são os primeiros a serem descartados.
Apesar de não ter gostado muito do final, esse livro já se tornou um queridinho da vida!!
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