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Avaliado no Brasil em 25 de fevereiro de 2019
São 400 páginas de um livro que confunde conceitos (sobretudo feminismo com femismo). Sem fontes históricas claras (apesar de a autora se declarar "historiadora") trabalhadas pelo confronto, porém pelo mero aspecto de apoiar as opiniões pessoais da autora, criando assim um achismo oportunista pautado pela onda conservadora. Quem resistir à leitura chegará à conclusões opinativas e meramente pautados por um anticientificismo, antiintelectualidade, dentre outros aspectos que distanciam um estudo sério de um trabalho infantil.
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