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1000 PRINCIPAIS AVALIADORES
6 de maio de 2018
A tradução deste livro contêm uma manada de erros gramaticais ri-dí-cu-los e isso contribuiu demais para o deslustre da narrativa aqui apresentada de forma chula, distanciada e apática - a ponto de gerar num leitor mais perspicaz às seguintes reações: marasmo, raiva, pasmo, tédio e ódio, respectivamente - dado o absurdo desleixo (in)contido nesta malfadada edição vertida num conspícuo diletantismo para a língua portuguesa por uma hipotética porém real emissária monoglota anglo-saxã; tiquinho semianafalbeta e robótica - destituída de responsabilidade e qualquer lastro de empatia perante o caro, caríssimo leitor brasileiro! Sua transliteração teve por mérito estragar tudo - com enorme talento. O livro já começa beeem truncado logo nas primeiras páginas; e assim vai: o desenrolar do enredo prossegue a duras penas envolto numa anêmica palidez sintática mesclada a uma esquizofrênica intermitência contextual graças à "riquíssima" e invulgar expressividade mecanicamente enfadonha da péssima, horrorosa e canhestra tradução aqui empregada: fato este que afetou vasta e profundamente minha plena absorção de leitura, logrando-me numa plêiade de dissabores e prejudicando (em muito, mas muito mesmo) sua merecida apreciação e nosso genuíno contemplamento artístico, visto ser difícil sustentar o 'elã límbico' para concentrar-se com pleno prazer ao longo da trama (creio que essa falha, ou melhor, esse suntuoso erro, este vácuo eclipsado dentro da história, nalguns diálogos e nas personagens, sejam culpa unicamente da total falta de tirocínio estético e estilístico da supracitada "tradutora-trucidadora" e nada tenha a ver com quaisquer embromaçoes ou meros lapsos de talento narrativo ocasionados por hipotéticas ressacas alcoólicas do ilibado autor). Já Não bastasse a tosquice dos recorrentes e elementares erros (crassos)
aqui cometidos; esta acintosa e infeliz tradução além de porca e malfeita consegue ter a primazia de tornar boa parte do livro num estranhíssimo vaivém textualmente chocho: constituindo a natureza da leitura algo vergonhosa e imericidamente "prolixo", haja vista a imperícia semântica da destidosa tradução. Tive que manter uma paciência descomunal para avançar na leitura desta obra-prima que, se faz necessária para entendermos o contexto sociocultural daquela época maluca e luxuriante, cheias dos mais variados excessos, pré-crash de 1929. O livro é curto mas isto não o exime nem diminui a sua qualidade atemporal. A prosa elástica é sucinta, flertando com a tragédia, o cômico, a banalidade, o drama, as paixões, o dinheiro e a poesia da vida urbana permeada por personagens que vão do caráter moral mais fútil até o mais nobre e ingênuo embora não desprovido de forte ambição. O lirismo do livro suplanta às mesquinharias da vida humana. Nos transmite verossimilhança e nos comove sem piedade ou subterfúgios. Tudo nele segue às claras, preto no branco. É lindo demais. Enxuto. Prende o leitor e mais parece uma epopeia; mesmo sendo uma obra curta - e grossa. Zomba da vida, escarnece frivolidades e, ao mesmo tempo, brinda à vida com louvor para depois quebrar ou derrubar a taça de champanhe no nosso corpo - displicentemente, sujando sem querer às vestes de nossa falsa moralidade.
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37 classificações de cliente{formattedReviewsCount} {totalReviews, plural, = 0 {avaliações de clientes} = 1 {avaliação de cliente} other {avaliações de clientes}}
4,4 de 5 estrelas
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