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Avaliações dos clientes

50 PRINCIPAIS AVALIADORES
8 de novembro de 2018
O livro de Jaron Laner (um cientista do Vale do Silício), DEZ ARGUMENTOS PARA VOCÊ DELETAR AGORA SUAS REDES SOCIAIS, é um livro que, se não pode ajudar a tornar a sociedade melhor, pelo pode menos ajudar a tornar você uma pessoa mais livre e mais feliz. As mídias sociais têm uma grande vantagem sobre outras ferramentas da internet: são gratuitas (por isso você prefere recorrer a elas do que assinar um site de notícias na internet para se manter atualizado, por exemplo). Mas pense bem: Cliente é quem paga para adquirir um produto ou serviço. Se você não paga para usar o Facebook, você acha mesmo que está comprando o serviço que ele presta? Não! Você é o produto, que está sendo vendido, por exemplo, para a Operadora de turismo ou para a loja de eletrodomésticos que aparece na sua timeline, de forma customizada. Para você se tornar um produto mais caro a ser vendido para essas empresas, é preciso que muitas pessoas te sigam, que você seja visto por muitos. Por isso as redes sociais o levam a postar mais e mais, gerando uma dependência química por “likes” (quando alguém curte sua postagem, uma pequena dose de dopamina é liberdade em seu cérebro). Você quer cada vez mais seguidores, mais curtidas. Quanto mais agressivos e virulentos forem suas postagens, maior a probabilidade de as pessoas seguirem-no e curtirem suas postagens. Você se torna uma pessoa má nas redes sociais. Sei que você acha que, postando uma “análise da realidade” em sua timeline, você está contribuindo para libertar as mídias sociais dessa tendência, mas como há muitas postagens de muitas pessoas para serem vistas, cada um dos membros dessas redes sociais conhecem apenas uma faceta de você (pois não podem ver todos as suas postagens). Começamos a ter visões parciais e preconceituosas uns dos outros, não sabemos mais explicar porque as pessoas se comportam nas mídias sociais tal como se comportam, gerando um círculo vicioso de desinformação. Sob a aparência de transparência, as mídias sociais criam opacidade. Esses mecanismos somados vão minando nossa capacidade de desenvolvermos empatia e nos transformam em hatters: “A mídia social é tendenciosa, não para a esquerda ou para a direita, mas para baixo” (p. 32). Isso é possível porque as redes sociais alteram nosso comportamento e transformam-nos em Bummers: Behaviors of User Modified, and Made into an Emprire of Rent (Comportamentos de Usuários Modificados e Transformados em um Império de Aluguel), que “não é progressista nem conservadora; é apenas a favor da paranoia e da imbecilidade generalizada”(p. 151). O problema não é a internet (que ainda pode ser libertadora), nem os smartphones, mas as redes sociais (novamente, pense bem: quando as pessoas estão ao lado uma das outras, cada qual ausente, mergulhada em seu smartphone, elas estão realizando pesquisas na internet ou checando as redes sociais, dentre elas o Whatsapp, que é uma parte do Facebook?). Isso tudo ajuda a tornar você uma pessoa infeliz, recomendando que, pelo menos por seis meses, você delete suas mídias e faça o experimento para verificar se sua vida melhora ou piora. Você não precisa se desconectar das pessoas (volte a usar o email, mas não o Gmail, que é controlado pela Bummer da Google), nem da internet. Leia este livro! Liberte-se! Seja mais feliz!
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