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29 de outubro de 2017
Leitura recomendada para quem gosta de um bom romance policial. São 572 páginas de muita tensão e um final surpreendente. O autor, o suíço Joel Dicker, nascido em 1985, não tem a elegância de uma Agatha Christie, ou de um Raymond Chandler, ou de uma P. D. James - ou a cultura e o refinamento de um S. S. Van Dine, mas a estória é bem contada e prende o leitor. Concluí a leitura da versão digital em apenas três dias, ansioso por descobrir o que aconteceu a Nola Kellergan, de apenas 15 anos, entre os dias 29 e 30 de agosto de 1975, em Aurora, New Hampshire. Cuidado: não dê atenção ao que a "crítica" escreveu sobre o livro. Praticamente todas as resenhas foram negativas. Uma dessas resenhas, publicada no Brasil, retratou o livro como "literatura de banheiro". Outra resenha, publicada num site português, revela o final do livro, num ato de extremo mau caratismo. Pura inveja. Mi-mi-mi desses boçais intelectualóides que espumam de raiva quando alguém faz sucesso e fica rico. O livro não é nenhuma obra-prima - isso é certo - mas o objetivo é entreter. E isso o livro consegue.
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4,3 de 5 estrelas
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