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5 de janeiro de 2018
É engraçado estar fazendo o caminho inverso, lendo de trás pra frente. Sei, sou louca. But, I don’t care! Ou seja, em cada linha que leio Esmeralda fico cada vez mais curiosa por seu livro. Bem, depois deste, pretendo pular diretamente para o primeiro e fazer o que deveria ter feito de início.
Em cada livro desta saga me apaixono mais pelo universo que Josiane criou, a temática dos deuses alimenta minha curiosidade em doses homeopáticas. Sou fascinada neles, em seus planos que me põe doente.
Onde isso vai dar?
Qual o propósito?
Igualdade?
Ou apenas um acerto de eixo?
A volta do Divino significa o quê? Os três deuses deixaram de existir? Ou se tornaram um só? Ou irão coexistir no mesmo plano ou em diferentes?
O Vilão traz um prólogo chocante, deixa o coração tão comprimido que, mesmo diante de tal crueldade, não há espaço para raiva ou qualquer sentimento do tipo, exceto dor e tristeza, compadecimento pelo próximo.
Talvez, sobretudo, por saber que, embora trata-se de uma ficção, fantasia, são situações que espelham o real. Nunca saberei lidar com a capacidade do ser humano de ferir por uma ideologia ou simples prazer de ferir.
O que mais me atrai em histórias do tipo é poder ver com clareza a função de cada sentimento, principalmente, reforçar o que acredito.
Nada, nada mesmo, é só positivo ou só negativo.
Exageros para mais e para menos nunca são bons.
Tudo precisa de um equilíbrio, e se usado com sabedoria será mais benéfico do que maléfico. O mesmo se dá com os sentimentos.
O ódio não é um sentimento bom, mas naquele momento exerceu uma função fundamental mediante as circunstancias, a âncora que manteve Norman firme. O mesmo se deu com a sua necessidade de vingança.
Bem cabe aqui: há males que vem para o bem.
Buscando vingança, sustentado pelo ódio, Norman encontra o que perdera em sua vida e já não acreditava ser possível mais: amor.
Uma coisa é certa, quando o sujeito nasce bom, por mais que as circunstâncias sejam desfavoráveis, elas nunca serão capazes de dissipar aquela partezinha inata do sujeito. Norman tem bom caráter.
Melissa é aquele tipo de pessoa agraciada pela beleza interior, daquele tipo que se projeta para fora e sensibiliza quem se permite enxergá-la.
Gostei dela de cara.
A bichinha sofreu horrores, ainda assim, permaneceu firme.
Norman e Melissa são dois corações quebrados que juntos se remendam e se transformam em algo maior do que jamais sonharam.
Eu apenas gostaria que o romance entre eles tivesse sido um pouco mais trabalhado. Isso é pessoal, meu, Daya. Talvez, e se for o caso, o objetivo da saga não seja necessariamente este, mas um caminho para o meio. O que me faz muito sentido dado todo elemento espiritual. Calma, não é Universal. Nem toda relação precisa ser construída com amores avassaladores, sobretudo, quando se trata de um mundo como a autora criou. Não há apenas o bem de um casal, é o bem de toda uma nação. Muitas vezes sacrifícios se fazem necessários para um bem maior, isso incluiu uniões onde prevalece o respeito, o carinho, o afeto, a construção de um amor mais calmo, porém inexorável. Estes também são amores poderosos, talvez até mais do que aqueles que se iniciam em grandes terremotos.
Agora, eu AMEI, amei forte, profundo, intenso, que os três deuses tenham dado as caras. E mais ainda que Bran tenha dado a honra de sua presença.
Ou será que ele já não está lá o tempo todo?
Iwan está me ganhando aos pouquinhos. Meu desejo de conhecê-lo mais intimamente é sincero e honesto. Adoro um doido justo.
Seria ele uma reencarnação de Bran ou uma ponte?
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