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15 de agosto de 2019
No início dos anos 2000 a Marvel teve uma brilhante sacada para conquistar novos leitores: a Criação de um novo universo de heróis, criados para ambientar os personagens clássicos com suas novas origens no novo século - e milênio.
Homem Aranha em (2000) e os X-Men (2001) foram os primeiros a abrilhantar o novo selo, chamado de Ultimate Marvel. Porém, em 2002 o título mais imprevisível e surpreendente chegou: Os Supremos.
Trata-se de uma releitura de uma das equipes mais clássicas da Marvel, e que hoje é infinitamente conhecida pelo seu papel no cinema: Os Vingadores.
Adaptados para uma nova geração de leitores e visando acertar também nos leitores mais fiéis e antigos, a Marvel escalou uma dupla de renome para conceber essa nova abordagem: Mark Millar e Bryan Hitch. E essa foi a escolha mais acertada dentre todos os títulos dessa nova linha.
Millar é conhecido pelos roteiros mirabolantes, ácidos e inteligentes. Hitch, por sua vez, é dono de um traço dinâmico, realista e muito bonito. Difícil imaginar uma dupla melhor, apesar dos insistentes atrasos na época de sua publicação original.
Mark Millar entregou um ponto fundamental da história, que serviu bastante de inspiração para o Universo Cinematográfico da Marvel. Os Vingadores - Ou Os Supremos, neste caso - São Heróis que unidos são capazes de feitos grandiosos e inigualáveis.
O Capitão América, tal como sempre, é retratado como um homem de outro tempo, com valores e poderes únicos. Mas aqui, a inteligência se prova uma das maiores armas do personagem.
O homem de ferro entrega uma abordagem muito próxima de sua contraparte do universo regular da Marvel, sendo um milionário que veste uma armadura e combate o crime. Porém, aqui as motivações do personagem e sua origem são um pouco diferentes e é algo bastante funcional.
No entanto, a abordagem mais impressionante é a do Thor. Basicamente, é o mesmo personagem que conhecemos: Filho de Odin, Deus do Trovão e portador do Mjolnir. Em Supremos, Millar teve uma sacada genial de tratar o personagem como um Hippie, e que trás duvidas ao restante da equipe quanto a sua real identidade.
Algumas similaridades com o MCU, por exemplo, é o Nick Fury, nitidamente inspirado em Samuel L. Jackson (e muito bem aproveitado pela Marvel Studios, aliás), que é bastante inteligente, sagaz, e com os mesmos segredos e desconfianças dos filmes.
O maior êxito de Millar é dar a cada um dos personagens motivações e personalidades diferentes. A relação do Gigante com a Vespa, por exemplo, aborda temas polêmicos e traz consequências para a equipe até as edições posteriores, presente em outros encadernados.
Finalizando, os Supremos é uma das melhores histórias da Marvel de todos os tempos, e deixo a sugestão para que se divirtam bastante com o diálogo entre os personagens a respeito de uma possível adaptação cinematográfica, onde os discutem sobre o elenco que deveria ser escolhido para cada um deles.
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