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Avaliações dos clientes

100 PRINCIPAIS AVALIADORES
22 de setembro de 2017
O primeiro livro que eu li da autora Anne Marck foi o Dom.
Fiquei apaixonada pelo protagonista e passei a perseguir outros protagonistas tão legais como ele nos demais romances da autora.
Este já é o quarto livro da autora e descobri que o Dom é único.
Todos os demais protagonista foram decepcionantes. Inclusive este Damien.
Assim também, não gostei da narrativa.
Vamos tratar do personagem primeiro.
Damien é um cara preconceituoso e, assim como muita gente, acha que a prostituição é uma profissão "fácil".
Quem, por opção, gostaria de entregar o seu corpo para homens desconhecidos que muitas vezes são pervertidos ou violentos?
Obviamente, a prostituição é uma falta de opção.
Também não tem lógica o cara desprezar a mulher porque é prostituta, mas, não se despreza por usar uma prostituta.
Quem é mais desprezível? A mulher que vende o próprio corpo ou homem que o compra?
Então, neste quesito "preconceito com a prostituta", o Damien levou nota ZERO.
Nisto, a narrativa escolhida pela autora não ajudou.
O Damien passou os primeiros 50% do livro sem saber porque a miserável havia se tornado uma prostituta simplesmente porque ninguém esclarecia pra ele. Nem o Dominic, nem a Luna ou a própria Jasmine. Qualquer um deles poderia ter logo contado a sua história.
Não gosto de enredos baseados em falta de comunicação ou mal entendidos.
A primeira metade do livro para mim foi um suplício.
O Damien humilhou a coitada (precisava disto?), fez ela sofrer e sofreu também de forma gratuita.
Também achei que a autora pesou demais a mão ao pintar o sofrimento da Jasmine desde a infância.
Fico incomodada com tanto sofrimento, principalmente decorrente de abuso sexual de criança. A autora fez a personagem sofrer abusos desde os 9 anos de idade. É muita maldade com a pobre personagem. E este abuso perdurou por 11 anos até a idade dos 20 anos quando a personagem Jasmine se livra do cafetão e é acolhida pela Luna e Gabriele.
Deus me livre! São muitos anos de tortura!
Então, quando o Damien finalmente compreende que a coitada foi uma vítima, inclusive dele mesmo, ele passa e endeusá-la.
Aí também ficou exagerado.
De repente, a prostituta passou a ser uma santa e o cara inclusive começou a enxergá-la quase como uma virgem inocente.
Gente, quando é que uma prostituta com uma carreira de 11 anos na ativa pode ser inocente em alguma coisa?
Mas, para o Damien, que de idiota preconceituoso e porco chauvinista, passou a ser um príncipe, ela passou a ser uma florzinha de pureza.
Aliás, a autora a descreve assim... toda pura e inocente, como se já não tivesse tão larga experiência sexual.
Imagino que em 11 anos de profissão como prostituta, a Jasmine já tenha obtido pós-doutorado em todo tipo de safadeza.
Nesta parte do livro, a Jasmine começa a ficar de mi-mi-mi. Depois de tanto sofrimento, um cara bacana (a esta altura da história, o Damien se converteu em um cara legal) se apaixona e quer cuidar dela e a Jasmine fica criando dificuldade.
Por toda a complicação e sofrimento criados pela autora e pela covardia inicial do Damien, não gostei muito do livro.
Ainda estou buscando um protagonista maravilhoso como o Dominic: íntegro, sensível, amável, gentil, generoso, lindo...etc....etc...
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