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em 9 de novembro de 2017
O livro é bem interessante, mas não pude deixar de lembrar o tempo todo de um clássico do Stephen King, Duma Key. A leitura é fluida e, me agradou o fato de ter um portador da síndrome de Asperger como protagonista. Não é um livro com violência, ou aquele horror como o título pode sugerir, mas é um bom suspense que deixa um gostinho de quero mais no final. A edição da Darkside é um show à parte. A começar pela capa que tem uma textura rugosa simulando os traços infantis da escrita do título na capa. Internamente, ao final, há folhas em branco onde se pode desenhar seus monstros. Vale a pena.
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em 10 de novembro de 2017
O livro é muito bonito, a textura da capa, as imagens internas, enfim, a estrutura é ótima.
O conteúdo é surpreendente!
Tocante e muito reflexivo.

Amei!
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em 15 de agosto de 2017
Excelente livro, um começo calmo mas com picos que prendem a atenção para o que está por vir.
Às vezes parece um romance, mas logo nota-se que não o é.
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em 20 de outubro de 2017
O livro não causa medo! Quem achar que vai se surpreender com cenas de suspense ou terror vai se decepcionar. Porém gostei da história do pequeno jip.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de maio de 2017
As influências de Stephen King são muito claras ao longo do livro. Começando com o lugar onde se passa a história, uma cidade litorânea do Estado do Maine, Estados Unidos. A escrita também mostra muitos traços desta influência. A trama lembra em alguns momentos a obra "Duma Key" de King. Claro que sem o mesmo brilho e a genialidade, mas ainda assim, uma bela obra de horror. Não é tão empolgante, porém a leitura é bem agradável e o autor consegue prender o leitor com muito suspense e mistério. Quando chegamos ao final, temos uma final muito bom e que marca definitivamente um final digno do gênero horror.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 16 de julho de 2016
Tenho visto muitas resenhas criticando o livro mas ao meu ver, ele é muito bom. Uma delícia de se ler. Desde que você não vá com muita sede ao pote achando que vai encontrar um livro do King ou algo assim. Ele é bem delicado e nos presenteia com um suspense e cenas do dia a dia que nos embalam e nos transportam para aquela região costeira do Maine.

Assim como na Criança Roubada, o forte da escrita do Keith Donohue não são cenas de ação, sangue e tripas. Ele vai pincelando a história e o cotidiano da família que está agora as voltas com fenômenos desconhecidos pela sua casa. Você pega logo qual é o X das questão na história e o final é muito bom. Ele consegue dar uma boa reviravolta nos últimos capítulos.

Jack, o protagonista, portador da Síndrome de Asperger, é adorável. Você fica intrigada para conhecer melhor desse mundo que só ele entende e suas habilidades. Nick, o melhor amigo dele, por vezes chegou a me irritar com seus pensamentos e desejos mas, se você for analisar pelo ponto de vista de uma criança de dez anos, eles são totalmente cabíveis. E os pais de Jack também por hora me irritaram com essa mania de querer consertar o menino, como se ele fosse um objeto quebrado ou não dar atenção para o que ele dizia. Como se fosse um demente. Coisa que Jack Peter não é. Ele é extremamente inteligente e perceptivo e podemos acompanhar suas frustrações e mágoas em relação ao tratamento dos pais, certas horas.

A atmosfera e a ambientação são muito boas e não acredito que a história seja arrastada. Ela só foca no cotidiano entre as semanas antes e depois do Natal. Acredito que algumas outras coisas e personagens poderiam ter sido mais exploradas, como as lendas do naufrágio do Porthleven e a senhora que trabalha na casa paroquial. Mas no geral, é um bom livro, que te transporta para uma história gostosa e creepy e que te coloca para pensar nas relações sobre as pessoas e uma criança especial além de claro, te deixar com a pulga atrás da orelha com o final!

Recomendo a todos mas aviso, não vá achando que vai encontrar um terror puro e assustador nele. É mais um suspenzinho meio sinistro! Mas é ótimo, não deixem de ler! Fora que o acabamento e o capricho da Dark Side é de encher os olhos! Tudo muito perfeito e cuidadoso, principalmente as páginas em branco no final, onde nos mandam desenhar monstros!
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em 13 de agosto de 2016
Confesso que li mais devagar do que de costume, porque sua cadência de fatos e desenrolar do enredo é mais lenta mesmo, o que não o faz menos interessante. Definitivamente é sobrenatural mas não terror. E curiosamente possui delicadeza surpreendente na forma como as personagens são construídas. Gostei muito mais do livro ao terminar e compreender a história como um todo. Terminei com aquele misto de felicidade pelo final não tão óbvio, pelas doses de sobrenatural dando nuances a uma história de pessoas que poderiam ser seus vizinhos, sua família. Grata satisfação pela beleza dos conflitos, das limitações e de tudo que denota e confirma nossa humanidade, que ali foi tão sutilmente retratada. Não é eletrizante, mas você que ver onde aquilo tudo vai dar. Recomendo aos que gostam de ler e variar no estilo.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 23 de janeiro de 2017
O livro é muito bem escrito. O autor consegue imprimir ritmo, ação, suspense à sua trama. Achei o livro muito bom... Até que começaram a vir os últimos capítulos e me bateu uma pressa, uma insegurança. Me deu a impressão de que ficaram faltando alguns capítulos, alguns esclarecimentos, algumas respostas. Se eu soubesse que teria um Volume 2, eu teria dado 5 estrelas. Eu acho.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de novembro de 2017
Comecei a ler este livro sem grandes expectativas, porém o final me surpreendeu muito e o livro me ganhou totalmente. Em “O Menino que Desenhava Monstros”, conhecemos Jack Peter que tem síndrome de Asperger, um certo grau de autismo. Faz três anos que o garoto se recursa a sair de casa e quando precisa sair seu pai o envolve com um pano, mas essas visitas a médicos não agradam Jack.
Nick é o único amigo que Jack tem e são próximos devido a amizade que os pais de ambos possuem e por terem crescido juntos. Ao longo dos capítulos vamos acompanhando Jack, Nick, e os pais de Jack. Com os pais de Jack temos a perspectiva de como são seus dilemas para cuidar de seu filho. A mãe sente saudade da época em que tudo era mais “normal”, apesar de sempre achar que seu bebê tinha um comportamento diferente dos outros, e queria mandar Jack para um lugar em que possa ser cuidado, pois está cada vez mais difícil lidar com ele, houve um caso em que quando foi acorda-lo ele bateu nela por pensar que era um monstro. Enquanto que o pai não deseja mandar o filho para lugar nenhum e acha que tudo vai ficar normal.
Ao ler senti muito mais amor ao menino por parte do pai, que é o responsável por ficar em casa e cuidar dele, enquanto a mãe logo começou a trabalhar fora e não ficar muito tempo no ambiente. Porém, os dois não lidam muito bem com essa situação e não acreditam muito no filho, principalmente quando este fala de monstros.
Ao longo dos anos, na perspectiva de Nick, descobrimos que Jack sempre se empenha em alguma atividade, por exemplo em brincar de guerra. Nesse momento sua nova atividade é desenhar monstros e pede que seu amigo Nick desenhe também. As coisas começam a ficar estranhas quando a mãe, o pai e Nick começam a ver coisas ao redor da casa e, no caso de Nick, em seu próprio quarto.
No caso dos pais, ambos tentam dar uma resposta lógica para o que está acontecendo, mas Jack deixa claro que “ele está querendo entrar na casa”. Inicialmente são passos, vozes, vultos e não se sabe realmente o que significam. Já Nick tem uma aparição assustadora em seu quarto, mas inicialmente acha que era coisa de sua cabeça. Esses episódios vão aumentando, porém o clímax mesmo será nos últimos capítulos em que compreendemos o que está acontecendo.
Além desses acontecimentos, vamos entendendo o que aconteceu três anos antes que fez com que Jack se fechasse ainda mais e não quisesse sair de casa, também o envolvimento de Nick no momento. Recomendo o livro, mas é preciso dizer que não devem olhar a última página, pois tem uma grande revelação. Após ler entendi várias coisas e durante o livro há pistas sobre esse desfecho, o que me surpreendeu ainda mais.
Se espera um livro assustador, este não é o caso, apesar de ter algumas aparições ou algo acontecendo ao redor dos personagens, é apenas o clima e não terá sustos realmente. Além disso, vamos acompanhando os personagens, suas histórias, segredos e relação com Jack, o que para muitos leitores vai parecer bem lento, mas não tive dificuldade com esta questão, estava curiosa para entender o que estava acontecendo e como os desenhos de Jack tinham relação com tudo, recomendo para os que gostam de um mistério.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de agosto de 2017
Jack Peter é um garoto de dez anos que mora com seus pais em uma casa litorânea. Desde muito pequeno ele era diferente dos outros meninos. Quieto e sem muitas demonstrações de afeto, foi diagnosticado com Autismo. Seus pais se adaptaram as suas crises. Jack não saía de casa nunca, ou quase nunca. Desde um incidente, aos sete anos, onde ele quase se afogara, adquiriu fobia a qualquer outro ambiente que não o seu e também passou a ter aversão ao toque. Jack Peter ou Jip, como chamava o seu pai, não estudava no colégio há anos e o único amigo que tinha era seu vizinho Nicholas, que tinha a mesma idade dele e que sempre ia à casa de Jip para brincar com o menino.
"Sem alternativa, sua família permaneceu leal aos amigos mais antigos, os Keenan, e ele a Jack Peter. Há muito tempo, eles haviam sido iguais, ou assim lhe parecia agora, ao pensar naquela época em que Jack Peter não tinha medo do mundo exterior. Brincavam de esconde-esconde nas árvores que cercavam a casa dos Keenan e empinavam pipa nos meses de maio e junho. Eles eram apenas amigos, mas tudo mudou depois do acidente. Jack Peter saiu do oceano uma criança completamente diferente, mais exigente e controladora".
Na verdade os Keenan, pais de Nick, eram os únicos contatos sociais que restara aos pais de Jip. Eram amigos desde antes dos filhos nascerem. Compreendiam-se, pois cada família tinha sua peculiaridade. Os Keenan tinham um pequeno problema com excesso de bebida que não passava despercebida da pequena cidade, então, as dificuldades os uniram ainda mais.
"Ele parecia em profunda inconsciência, uma criança como qualquer outra, um filho normal, um garoto comum que dormia. Ela manteve aquele instante em suspenso, de modo a permitir que a ilusão se prolongasse."
Um dia, Holly vai acordar o filho e ele a agride. Assustada perante a raiva que o filho exibia, ela questiona Tim sobre o que fariam com o menino que piorava a cada dia. Agora Jip tinha pesadelos constantes e vivia desenhando monstros compulsivamente, além de mostrar-se um tanto obsessivo em relação a sua amizade com Nick.
"Há alguns anos, quando diagnosticaram Jack, Holly mal conseguia pronunciar o nome do distúrbio; ela foi inundada por um oceano de orações, cujo nível só baixou com o tempo, quando o garoto ficou pior, não melhor."
Os conflitos de opiniões sobre o menino faz com que Holly busque ajuda de um padre, pois coisas estranhas e absurdas começam a acontecer com a família de Jip: barulhos de passos, visões de coisas que seriam impossíveis de serem vistas. O medo começa a tomar conta de todos.
"Seus corpos macios estavam nus, seus rostos eram frios e inumanos, os olhos como buracos negros. Um deles abriu a boca banguela e dela saiu um estridente berro mecânico, e, ao ouvi-lo, Nick gritou de volta. A coisa rastejou diretamente para ele, e o garoto pulou para dentro, batendo a janela com força. A criatura pálida e doentia passou como um raio pelo vidro. Jack Peter estava sentado na cama, os olhos esbugalhados, extasiado com o que via (...)"
Os pais de Nick saem de férias, em segunda lua de mel e o menino é deixado na casa da família de Jip.. Nesse momento, tudo começa a ficar desesperador para todos, mas uma grande revelação é feita no final dessa trama para provar que as coisas não são exatamente o que demonstram ser.

Minha Opinião

Tentei resumir a história, mas foi difícil. Eu esperava tanto desse livro, fazia um tempinho que tava namorando a capa e queria ler, mas, infelizmente, não corresponderam as minhas expectativas que estavam altas demais.

O livro me soou um tanto quanto infanto juvenil. O conflito familiar e as dificuldades de lidar com os transtornos de se ter uma criança diferente, o desejo profundo da mãe de ter o filho "normal", sem crises, somente seu filho, sem estigmas, foi emocionante. Algumas vezes ela se mostrava dura demais e seu esgotamento, impaciência, insatisfação e estresse eram nítidos​. A fé do pai, que a todo custo queria dar uma vida normal pra Jip, seu amor e até seu jeito de tentar amenizar os problemas para poder lidar com o filho da melhor maneira possível, fizeram com que o livro valesse a pena.

A história principal, que foi a parte do suspense, das coisas estranhas que cercavam a trama, desvendei rapidamente, antes da metade do livro. Era tão previsível e ao mesmo tempo tão bobo que você pensava: não acredito que seja isso, mas era! Isso fez o livro perder a graça, pois eu esperava uma explicação mais lógica ou plausível, e foi surreal de uma maneira infantil.

A escrita do autor é gostosa, fluída, mas senti falta de me apegar aos personagens. A capa, a sinopse e a diagramação prometem muito mais do que estão dispostos a cumprir com a história.

Pelo​ conjunto da obra e pelo trabalho editorial considero uma boa obra, mas nada de excepcional. Para quem, realmente, estiver com vontade de ler suspense/mistério não vai curtir muito, mas se tiver atrás de uma​ fantasia infanto juvenil eu recomendo!
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