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Avaliação de clientes

4,4 de 5 estrelas
12
The Handmaid's Tale
Formato: eBook Kindle|Alterar
Preço:R$31,18


100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de fevereiro de 2018
Livro com temática importante e abordagem original, publicado há mais de trinta anos, e que ganha destaque renovado após a adaptação para série de TV. A trama é uma distopia em dois níveis: o primeiro, a virada de um estado ocidental democrático em um regime totalitário, alerta que a democracia é uma instituição ameaçada, mesmo em sociedades que a julgam ter sedimentada; o segundo é que o regime totalitário de Gilead baseia-se num fundamentalismo religioso, no qual as mulheres são relegadas à condição de pertences dos homens. A narradora é uma jovem que sofreu essa transformação e é usada para reprodução na casa de um casal. Nesse segundo caso a autora tinha como modelo "inspirador" o regime totalitário no Irã, apos a revolução que derrubou o Xá.

O que me incomodou no livro é o estilo literário, que mescla uma linguagem com termos arcaicos com um tom quase poético. Para mim esse estilo não fecha com a personagem, com o contexto que ela vive e com o caráter do relato: depoimento gravado. Outro assunto que não me parece bem resolvido é a fragmentação da informação. Esse sim é condizente com a situação da narradora e funciona para criar dramaticidade. No entanto, não está bem resolvida a questão de como criar uma imagem ampla do regime sem prejudicar essa fragmentação e a autora precisou do epilogo, onde um historiador faz uma longa palestra sobre esse relato. De quebra ameniza o impacto da distopia, nos revelando qual foi o destino da República de Gilead.
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em 31 de agosto de 2017
É um livro extremamente atual, considerando a lideranças mundiais atuais, é muito bem escrito e rico em detalhes.
O que eu mais gostei é como a história vai se revelando aos poucos, como um quebra cabeça. Recomendo esse livro para todas as pessoas, especialmente para as mulheres.
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em 27 de outubro de 2017
I obviously would recommend this one to every single human being. Even though I got a bit bored with the characters and the story, the universe Atwood created is absolutely terrifying and brilliant. Truly a wake up call to a possible future.
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100 PRINCIPAIS AVALIADORESem 29 de outubro de 2017
One of the greatest dystopias of our time, similar to 1984, Brave New World or 451 Fahrenheit due to the themes discussed. Great reading.
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em 24 de janeiro de 2018
Uma história intrigante e reflexiva. Uma leitura constante buscando pelo desfecho da história. Poderia reler daqui a algum tempo pelo gosto pela história cheia de detalhes e atualidade quanto à misoginia.
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em 1 de fevereiro de 2018
A entregue foi extremamente rápida, o livro tem páginas amarelas, capa preta, ótimo para longas leituras. É possível viajar facilmente para o universo do The Handmaid's Tale.
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em 6 de janeiro de 2018
A lot of suspense, tension and complexity. The reader is often left in the dark, exactly as happens under dictatorships. Makes you think about the risks of Trump Era.
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em 18 de dezembro de 2017
O livro estava sujo e com as páginas amareladas apesar de no site dizer que era novo. Poderia ter uma observação no site sobre a condição.
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em 28 de fevereiro de 2018
fiquei bem triste que acabou. me envolveu bastante.
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AVALIADOR Nº 1em 19 de dezembro de 2015
"Alguns livros assombram o leitor. Outros assombram o autor. "The Handmaid's Tale" consegue fazer os dois."

É dessa maneira que a canadense Margaret Atwood refere-se ao seu sexto livro, considerado um clássico da literatura contemporânea. Publicado em 1985, também é um sucesso de vendas que já virou filme, ópera e até conseguiu a proeza de ser banido de algumas escolas norte-americanas por conta de sua visão distópica e atemorizante do futuro, baseada numa miscelânea de correntes ideológicas que fazem parte de nosso dia a dia.

Por essa razão, ela afirma que "The Handmaid's Tale" é uma ficção especulativa e não deve ser taxado de ficção científica. Em sua narrativa não há monstros, naves espaciais ou coisas que ainda não podemos fazer; mas aquilo que temos à mão de uma forma jamais reunida.

Retratando uma época não muito distante, seu cenário é a República de Gilead, localizada no estado de Massachussetts e fundada por cristãos fundamentalistas após o assassinato do Presidente dos Estados Unidos e de todo o Congresso num atentado terrorista atribuído a um grupo terrorista islâmico.

Essa região, poluída por substâncias tóxicas, apresenta uma taxa de natalidade reduzida a um nível alarmante. Para contornar o problema, algumas mulheres jovens e saudáveis, chamadas de "Handmaid", são recrutadas (ou aprisionadas) pelo Governo com o propósito de gerar filhos perfeitos para uma elite rica e infértil. Afastadas das famílias, elas não passam de um objeto a serviço de uma sociedade cada vez mais distante da ciência e em caso de fracasso, o destino reservado é a morte.

Quem narra essa história é uma aia, Offred. Ela apresenta sua experiência nesse novo papel, a medida que nasceu e foi criada antes da instalação de Gilead. Separada do marido e da filha, sua resistência interna e esperança de retornar a antiga vida são comoventes. Também é fascinante a maneira como Atwood apresenta um mundo caótico em reconstrução onde apesar do rígido controle; a corrupção, o mercado negro e forças inimigas ainda conseguem se infiltrar.

Demorei para concluir "The Handmaid's Tale", sua leitura ao mesmo tempo que me atraía, incomodava. Precisei pausar algumas vezes e uma vez concluído, trata-se de uma leitura essencial para refletir sobre o mundo que vivemos e aquele que estamos construindo. Denso, triste e cruel, Atwood não poupa o leitor.

Encerro com a frase "Nolite te bastardes carborundum", isto é, "Não permita que os bastardos reduzam você a cinzas."
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