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em 20 de março de 2015
Ou onde múltiplos gêneros são possíveis.
Antes, o elementar a uma boa literatura: o livro é soberbamente escrito (perdoe-me Stephen King pelo advérbio hiperbólico).
Neil Gaiman não apenas conta uma boa história, ele é um mestre literário. Ele faz literatura, ele nos faz pensar sobre literatura, ainda que esse não seja o objetivo em suas obras. Penso que ele quer, mesmo, é sempre contar uma boa história. E ele faz isso em American Gods de um jeito pouco usual para mim como Leitor: há uma história sobre passado e paternidade, há uma história envolvendo um assassinato misterioso, há uma história épica sobre deuses, uma história sobre geografia, uma sobre mitologia, uma sobre contar histórias, uma sobre como fazer as pazes com o passado, e, por fim, muita poesia.
Shadow é uma metáfora de si mesmo. Uma sombra sobre seu passado, acima dele e ao redor. Uma sombra quanto a suas capacidades, pois ele é subestimado em muitas passagens do livro. E ele precisa, após sair da prisão, de um emprego, pois seu promitente empregador acabou morto em um acidente. Um sujeito estranho, velho galanteador, conhece muito sobre o passado de Shadow e lhe oferece um emprego como motorista/segurança/companheiro de copo. De certa forma, a história faz uma sutura no passado de Shadow, que desconhece a própria importância no enredo.
Há passagens riquíssimas, como a das irmãs Zorya e a do freixo, a casa na montanha e Rock City, o diálogo final do Epílogo e os encontros entre Shadow e Sam.
O livro não decepciona. Eu acabei de lê-lo pela segunda vez ontem. A primeira foi em 2006; o livro ainda tinha 4 anos e fora publicado antes do 11/9. Ele não está contaminado pelo que ocorreu no mundo desde então, mas ao mesmo tempo carrega uma inocência ingênua, talvez por conta disso (e apesar disso).
Gaiman prometeu uma continuação ao livro (ele pode até estar trabalhando nisso enquanto escrevo). Há uma série de TV engatilhada.
Eu apenas aguardo. Os deuses são bons nisso.
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em 26 de janeiro de 2018
Já tinha lido a série toda de Sandman do Neil Gaiman e gostado muito, portanto achei que deveria ler um de seus livros e escolhi este mais pelo título, que achei curioso é imaginei que fosse conter algo parecido com a série do Sandman. O estilo do livro é muito parecido com os quadrinhos que havia lido e era justamente o que eu buscava.
Gaiman escreve de uma maneira detalhada e irreverente que torna os cenários mais tangíveis e interessantes, trazendo aspectos inusitados da imaginação para que os criemos em nossas mentes. Da mesma forma, os personagens são apresentados e desenvolvidos e todos nos cativam, sendo muito autênticos e relacionáveis.
O livro é escrito de uma forma que torna os desfechos imprevisíveis (o fato de ser uma fantasia ajuda) mas nada que seja absurdo ou fora do contexto interno. A narrativa, portanto, se torna muito instigante e o livro é devorado rapidamente.
Tudo isso somado cria uma experiência muito divertida.
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em 25 de julho de 2017
Ficção é mato! Quando a história descamba para o lado da ficção, a coisa fica séria... Quase uma mistura de história sem fim com as crônicas gregas... haha! Brincadeiras a parte, a História é bastante cativante, literalmente te faz ficar grudado no livro. Não gostei da escrita do autor, ele se perde um pouco em descrições e parece querer brincar um pouco com o estilo "shit talk" do Tarantino, que fica divertido nos filmes, mas não na literatura.
Um bom livro.
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em 16 de agosto de 2014
Os conceitos que o autor introduz são fantásticos e dão margem para um milhão de histórias. Não é de se espantar que o livro tenha capítulos interessantíssimos falando da vinda dos deuses à América, sem que os mesmos precisem se relacionar diretamente com a história principal.
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em 27 de janeiro de 2018
You have to love the alternative world created in this book. There are a lot of really well built characters but ou almost get lost. I thought it somewhat slow but kept reading to find out just how this crazy world would end.
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em 27 de junho de 2017
Quando anunciaram que Deuses Americanos ganharia uma série, decidi que era hora de ler o livro, pra saber do que se tratava tanta empolgação. Os deuses e a mitologia sempre me despertou interesse, e a forma como o autor consegue transpor esses temas para a contemporaneidade é magistral.
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em 19 de março de 2018
A ideia por trás do livro é ótima, incluindo a criação de todos os personagens, as reviravoltas na história e o final.
Recomendo a todos!
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em 29 de agosto de 2017
o Gaiman é um montro e disso, ninguém dúvida! Essa é daquelas histórias que não conseguimos parar de ler e quando paramos, seguimos viajando nelas.
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em 13 de junho de 2017
Recommend for those who expect much more from a fiction. Approaches the fantastic realism in mastery but they are his superhuman deities with so human attitudes.
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em 16 de agosto de 2014
Muito bom, valeu seguir a dica do NerdOffice (quem quiser saber do que se trata mais detalhadamente é só procurar o vídeo no canal Jovem Nerd no Youtube).
Mistura várias mitologias em um história muito bem escrita
Há muito tempo não ficava tão empolgado com um livro
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