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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de setembro de 2016
A obra em si dispensa apresentações, clássico incontestável da literatura ocidental. Quanto à edição, esta é uma das minhas favoritas da coleção “Prosa do Mundo” da Cosac & Naify. O livro é em capa dura envolto por uma “jacket” com uma reprodução da belíssima pintura de Napoleão feita pelo artista francês Paul Delaroche, foi impresso em papel pólen de excelente gramatura, está muito bem diagramado e confortável para leitura (apesar da quantidade de páginas não é muito pesado). A tradução direta do francês é da doutora em letras pela USP Raquel Prado. A edição conta ainda com um prefácio escrito por Tarsila do Amaral, um texto interessantíssimo do escritor alemão Heinrich Mann e ótimas sugestões de leitura. Esta breve resenha refere-se à primeira edição da editora Cosac & Naify publicada em 2003, ela é um pouco diferente da edição que foi reeditada em 2015 (Vermelho e o Negro), a qual faz parte da coleção “Nova Prosa do Mundo”. Citei algumas dessas diferenças na review que fiz da edição mais recente.
Apesar de estar ciente que o livro foi impresso em 2003 e já supeitar que os exemplares disponíveis para venda na Amazon seriam de “fim de estoque” fiquei um pouco desapontado com o estado do livro vendido como “novo”. O exterior do meu exemplar veio com muitos arranhões, há também muitas manchas de oxidação no corte, nas folhas de guarda e na sobrecapa. Ainda assim não quis devolver o livro, pois a qualidade da edição compensa esses problemas causados pela ação do tempo e pelo armazenamento inadequado.

ISBN-13: 978-8575032329
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em 16 de agosto de 2016
A quantidade de estrelas não refere-se ao conteúdo da obra, claro, mas a forma como o produto chegou. O livro chegou com uma mancha de mofo na jacket e na capa, o cheiro de mofo chega a dar dor de cabeça e ainda manchas escuras no corte do livro. Foi muito decepcionante ao pensar em um produto nesse estado sendo vendido pela Amazon, um site na qual confio.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de julho de 2017
“Em qualquer ofício, é preciso gente inteligente, pois, afinal, há um trabalho a ser feito.” (trecho do livro O Vermelho e O Negro)

Relata a história de Julien, um jovem extremamente calculista, que deseja ascender na classe social e está disposto a tudo para conseguir seus ideais. Fã de Napoleão Bonaparte, tem sua vida como um espelho a do seu ídolo. Livro traz varias criticas sociais a Paris da época.
O cerne do livro é ótimo, o final excelente, porem a forma como a história foi contada fez com que eu abandonasse o livro algumas vezes, pois ele envolve Julien em casos amorosos que levam muitos capítulos sobre esses sentimentos. Ao meu ponto de vista o resumo destas relações elevaria grandemente o poder deste livro.

Sobre a edição: é capa dura. Papel pólen. Páginas costuradas e coladas. Sem ilustrações.

Para Natal/RN, a entrega ocorreu em 9 dias corridos, antes do prazo estabelecido.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 13 de junho de 2017
O Livro veio com alguns riscos e marcas na jacket. Aceitável considerando que se trata da versão lançada a partir de 2003. Ótima estrutura, lombada firme e sem deformação. Particularmente não gosto da edição lançada em 2015, então para mim foi uma ótima aquisição, por isso avaliei cinco estrelas. Como esta obra está esgotada, seria um Mimo a Amazon oferecer por um preço ainda mais baixo para os seus clientes. Mas não custou nada exorbitante. Tipo, não precisei vender um rim para adquirir esta maravilha. Feliz ;-) Muito Obrigado.
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em 21 de agosto de 2017
Livro com ranhuras e marcas de digitais nas folhas laterais. x x x x x x x x x xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de setembro de 2016
A obra em si dispensa apresentações, clássico incontestável da literatura ocidental. Quanto à edição, esta é uma das minhas favoritas da coleção “Nova Prosa do Mundo” da Cosac & Naify. O livro é em capa dura com uma reprodução da belíssima pintura de Napoleão feita pelo artista francês Paul Delaroche, vem com um fitilho como marca-páginas, foi impresso em papel pólen de excelente gramatura, está muito bem diagramado e confortável para leitura (apesar da quantidade de páginas não é muito pesado). A tradução direta do francês é da doutora em letras pela USP Raquel Prado. A edição conta ainda com um apêndice bacana, o qual contém um pequeno texto escrito por Tarsila do Amaral, um ensaio interessantíssimo do escritor alemão Heinrich Mann e ótimas sugestões de leitura. Esta resenha refere-se à edição do livro publicado em 2015 pela editora Cosac & Naify, a qual já é uma reedição da que foi publicada em 2003 pela mesma editora (O Vermelho e o Negro - Coleção Prosa do Mundo). As principais diferenças entre as duas edições são: o projeto gráfico sofreu algumas alterações, foram utilizadas fontes diferentes no corpo do texto de cada edição, o texto de Tarsila do Amaral deixou de vir como prefácio e foi colocado no apêndice junto ao ensaio de Heinrich Mann, o pequeno comentário feito por Erich Auerbach na contracapa do livro foi substituído pelo do sociólogo brasileiro Antonio Candido, a edição veio revisada de acordo com o novo acordo ortográfico e as sugestões de leitura também foram atualizadas.

ISBN-13: 978-8540509054
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 27 de fevereiro de 2016
Stendhal traça na sua obra mais renomada um verdadeiro retrato da vida social e política européia, e especialmente francesa, do início do século XIX. Ao narrar a trajetória de um jovem padre, Julian Sorel, percorre os costumes, pensamentos e ambições comuns as diferentes classes econômicas da época. Em um panorama rico de nuânes e ironias, constrói um romance realista, facilmente associado a fatos ocorridos no período. O autor pode ter tido a pretensão de autenticidade, mas seu êxito foi ainda maior: analisou, criticou e ironizou sublimemente todo o contexto da fase pós-napoleônica.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 28 de setembro de 2015
Nietzsche dizia que Stendhal era o filósofo do romance. O cenário da história é a França do interior. O título Vermelho e Negro revela a dualidade do amor – efeitos benéficos e prejudiciais, e do personagem -- nem santo e nem demônio – o que ele deduz e não deduz – o que passa pela sua cabeça e o que não passa. Julien carrega dentro de si uma tristeza imensa por se sentir socialmente inferiorizado, e revela um enorme desejo de ascender na vida. À primeira vista poderíamos considerar o romance como a história de um alpinista social, o que não é. Julien realmente se apaixona pelas mulheres que se envolve. Tarde, ele descobre que a busca por distinção social é inseparável dos afetos. Esta interação entre afetos e ambição acabará por levá-lo ao abismo. Em suma, esta é a obra mais popular de Stendhal que aqui é apresentada numa ótima tradução.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de maio de 2016
Sugerido pela minha querida e talentosa cantora/compositora Marina Lima, a leitura aqui se faz com apreço, puro encantamento. Com sua técnica narrativa impecável, Stendhal, com seu realismo tipicamente desenvolvido, envolve-nos numa trama em que a cobiça, o adultério, as relações humanas, enfim, tomam caráter de prioridade; e nos disseca, avançando a um final de puro amargor. Com o capricho da Cosac Naify, esse grande objeto de arte é para aqueles que apresentam extremo bom gosto! Leitura obrigatória.
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em 8 de agosto de 2016
Stendhal é um gênio. Ele consegue criar um personagem (Julien Sorel) com uma profundidade incrível, que nos faz amá-lo e odiá-lo e que muda muito ao longo da história, tornado impossível classificá-lo como herói ou vilão. O livro também vêm permeado com algumas ironias criticando a sociedade, principalmente a aristocracia e a Igreja. Não dei 5 estrelas apenas por demandar um pouco de paciência (acredito que devido à grande carga psicológica do texto).
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