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Avaliação de clientes

4,8 de 5 estrelas
9

em 8 de maio de 2017
Adoro essa coleção com texturas! História de poucas palavras, ótimo para crianças menores. Pretendo comprar outros, já temos a branca de neve tb!
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AVALIADOR Nº 1em 17 de março de 2013
A primeira vez que li "Os Três Mosqueteiros", foi uma adaptação para a coleção infanto-juvenil "Alvorada da Vida", publicada nos anos 60. Muitos anos depois, encontrei a venda a história original e temerosa, acabei comprando. Resolvi encarar a difícil missão de reler, a medida que essa obra marcou indelevelmente o início de minhas leituras e tinha receio de ficar decepcionada.

Ledo engano! Esse folhetim de capa e espada transformado em romance, apresenta personagens marcantes, aventuras arriscadas e um escritor capaz de reunir todos esses ingredientes numa fascinante narrativa. Eis uma leitura difícil de largar, portanto, não leve em conta o grande número de páginas, pois trata-se de um desafio fácilmente vencido.

Apresentando um painel da França absolutista de Luís XIII, seu enredo discorre sobre o mito da amizade conduzido com lealdade e coragem, tornando os mosqueteiros invencíveis. Curiosamente, é o primeiro volume de uma trilogia da qual também fazem parte "Vinte Anos Depois" e "O Visconde de Bragelonne" de onde foi extraída a história de "O Homem da Máscara de Ferro".

Um detalhe curioso, é que os protagonistas, apesar de alçados ao posto de heróis, também possuem defeitos: Athos bebe demais; Porthos extorque dinheiro do marido da amante; Aramis, apesar da vocação religiosa, mantém um caso amoroso; e D'Artagnan além de espancar um servo, vai para cama com uma mulher, estando apaixonado por outra.

Curiosamente, o escritor é extremamente cruel com algumas personagens verídicas que compõem a narrativa. Luís XIII, Ana da Áustria, o Duque de Buckingham e o Cardeal Richelieu agem unicamente movidos pelos seus caprichos, declarando guerras, fechando portos e explorando o povo que, pobre e subjugado, não tem como se rebelar. Na realidade, "Os Três Mosqueteiros" traça uma severa crítica à Monarquia, contando uma história sabiamente ambientada no século XVII e escrita cerca de duzentos anos depois.

Para encerrar, D'Artgnan também foi inspirado numa figura história, Charles de Batz de Castelmore D'Atargnan, pertencente ao Regimento do Rei e citado em inúmeros documentos da época. Tal como ele, siga Athos, Porthos e Aramis em suas aventuras e você terá a opertunidade de descobrir um clássico inesquecível.

Um por todos e todos por um!

Nota:
- A Editora Zahar simboliza qualidade, graças as suas primorosas publicações. Essa edição não foge a regra, comentada, apresenta índice ativo, texto revisado e adaptado à nova Reforma Ortográfica. Finalmente, vale atentar para a belíssima tradução de André Telles e Rodrigo de Lacerda.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 18 de maio de 2016
A obra dispensa comentários. Clássicos são clássicos e ponto. Quero ressaltar a qualidade da edição. A Zahar está de parabéns! Ilustrações bonitas, inúmeras notas explicativas que revelam relações e passagens históricas que de outra forma permaneceriam incógnitas e uma leitura visualmente agradável. A série 'Clássicos' como um todo, aliás, revela um trabalho de editoração muito esmerado! Não está barato, mas certeza que é dinheiro bem gasto.
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em 27 de dezembro de 2013
No século XIX era o livro e o teatro que supriam o mundo da fantasia dos homens. Num livro ágil, apesar de longo, Dumas apresentou a ação capa e espada mais conhecida de todas. Se na época a leitura valia pela aventura de tirar o fôlego, hoje vale, já que a história se tornou tão popular, para justamente sabermos os detalhes da trama e sobretudo verificar que as adaptações do cinema nos deram uma visão limitada dos quatro companheiros mais conhecidos da literatura.
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em 27 de agosto de 2015
A meu ver melhor dos livros de Alexandre Dumas, uma verdadeira Obra-Prima da primeira à ultima linha. Li-o pela terceira vez e tenho a certeza que o lerei de novo. Simplesmente apaixonante!!!
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em 25 de julho de 2017
Alexandre Dumas é cômico, exagerado e detalhista. Já estou com saudades dos personagens.

E a Zahar caprichou nesta edição: lindíssima!!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de outubro de 2015
É o romance definidor do gênero "capa e espada" por excelência.

Dumas utiliza um fiapo de História da França para fazer o romance perfeito. Tem a jornada do Héroi, tem o trio de amigos que ajuda o Herói, tem a namorada, tem a melhor vilã de todos os tempos (Milady) e tem o Cardeal Richelieu! Precisa de mais?

Acho muito improvável que você não conheça história. Eu a conheci com a série de desenhos que passava na TV Manchete na década de 80, onde os personagens eram bichos antropomorfizados (o Richelieu era uma raposa, Milady era uma gata, os demais eram basicamente cachorros).

O livro é muito mais detalhado do que as centenas de adaptações que já foram feitas e, mesmo sabendo a estória de cabo a rabo, é uma leitura envolvente.

Esse edição é a mais bonita que saiu no mercado brasileiro. É super recomendada!
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em 5 de agosto de 2014
Os comentários do autor, te colocam na ordem cronológica da história. Facilitando a compreensão dos fatos ocorridos no livro e tornando a leitura agradável e emocionante.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 1 de setembro de 2015
Sendo um livro de aventura, é rápido e divertido. Dumas é um grande escritor com uma imaginação à frente de seu tempo. Pode ser classificado com um dos maiores clássicos de aventuras históricas.
Os quatro personagens principais viveram uma vida emocionante. Eles lutaram contra o homem mais poderoso da Europa e viveram para se gabar. Como uma equipe que felicitaram os pontos fortes e os vícios um dos outros; eles não poderiam ter tido melhor. Eles tiveram que se separar no final, como todos os que vivem neste mundo.
Eu li a coleção vagalume que foi adaptado de forma admirável.

“Se envolva em confusão, cometa erros, lute, ame, e viva.”
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