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Avaliação de clientes

4,6 de 5 estrelas
14

em 10 de outubro de 2017
Um clássico, edição de capa dura. Compacto, é uma ótima edição para ter em casa. Os detalhes da capa dura são lindos. Amei a edição!
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em 30 de janeiro de 2015
Todo mundo já ouvir falar sobre essa história ou sobre seus personagens. No entanto, vale a pena quebrar a barreira da preguiça, enfrentar o pequeno calhamaço e se aventurar no texto original, porque, só assim, é possível vasculhar todos os cantinhos e descobrir os detalhes que não estão nos filmes ou nas versões light. Com a cabeça aberta e o olhar atento, é possível desfrutar de um texto bastante crítico, mas ao mesmo tempo engraçado e absurdo.
A edição da Zahar para o Kindle está primorosa.
Pegue seu chapelão e seu mosquete, mande o seu criado ir na frente e gaste as suas últimas reservas nesse livro, um bom jantar e uma garrafa de um bom Borgonha ou Xerez. E viva perigosamente!
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em 17 de maio de 2017
Livro interessante, mas não causa expectativa e ansiedade para terminar de ler. No entanto, recomendo pelo enredo traçado pelo autor e pelos fatos históricos tão bem inseridos na obra. Não é um Liev Tolstói, mas recomendo aos leitores que, como eu, amam clássicos.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 2 de dezembro de 2015
Este livro narra a aventura de D'Artangnan, jovem gascão e valente que se muda pra Paris para tentar ser alguém na vida.
Lá ele se envolve em intrigas amorosas com nobres mulheres francesas e entra em atrito com o cardeal mais poderoso da França!
Nesse meio tempo um amor proibido de um duque inglês e a rainha francesa coloca os dois países em guerra!
Junto com os três amigos Athos, Porthos e Aramis, como fazer para guerrear, resolver as intrigas amorosas e ainda sobrevir ao poderoso cardeal?
Vale a leitura para saber como o jovem gascão lida com tudo isso!
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AVALIADOR Nº 1em 16 de outubro de 2013
A primeira vez que li "Os Três Mosqueteiros", foi uma adaptação para a coleção infanto-juvenil "Alvorada da Vida", publicada nos anos 60. Muitos anos depois, encontrei a venda a história original e temerosa, acabei comprando. Resolvi encarar a difícil missão de reler, a medida que essa obra marcou indelevelmente o início de minhas leituras e tinha receio de ficar decepcionada.

Ledo engano! Esse folhetim de capa e espada transformado em romance, apresenta personagens marcantes, aventuras arriscadas e um escritor capaz de reunir todos esses ingredientes numa fascinante narrativa. Eis uma leitura difícil de largar, portanto, não leve em conta o grande número de páginas, pois trata-se de um desafio fácilmente vencido.

Apresentando um painel da França absolutista de Luís XIII, seu enredo discorre sobre o mito da amizade conduzido com lealdade e coragem, tornando os mosqueteiros invencíveis. Curiosamente, é o primeiro volume de uma trilogia da qual também fazem parte "Vinte Anos Depois" e "O Visconde de Bragelonne" de onde foi extraída a história de "O Homem da Máscara de Ferro".

Um detalhe curioso, é que os protagonistas, apesar de alçados ao posto de heróis, também possuem defeitos: Athos bebe demais; Porthos extorque dinheiro do marido da amante; Aramis, apesar da vocação religiosa, mantém um caso amoroso; e D'Artagnan além de espancar um servo, vai para cama com uma mulher, estando apaixonado por outra.

Curiosamente, o escritor é extremamente cruel com algumas personagens verídicas que compõem a narrativa. Luís XIII, Ana da Áustria, o Duque de Buckingham e o Cardeal Richelieu agem unicamente movidos pelos seus caprichos, declarando guerras, fechando portos e explorando o povo que, pobre e subjugado, não tem como se rebelar. Na realidade, "Os Três Mosqueteiros" traça uma severa crítica à Monarquia, contando uma história sabiamente ambientada no século XVII e escrita cerca de duzentos anos depois.

Para encerrar, D'Artgnan também foi inspirado numa figura história, Charles de Batz de Castelmore D'Atargnan, pertencente ao Regimento do Rei e citado em inúmeros documentos da época. Tal como ele, siga Athos, Porthos e Aramis em suas aventuras e você terá a opertunidade de descobrir um clássico inesquecível.

Um por todos e todos por um!

Nota:
- A Editora Zahar simboliza qualidade, graças as suas primorosas publicações. Essa edição não foge a regra, comentada, apresenta índice ativo, texto revisado e adaptado à nova Reforma Ortográfica. Finalmente, vale atentar para a belíssima tradução de André Telles e Rodrigo de Lacerda.
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em 3 de dezembro de 2017
Uma aventura bem-humorada dos "quatro" mosqueteiros. Algumas partes são polêmicas, como a conduta abusiva de D'Artagnan e os demais mosqueteiros com os seus lacaios. Todavia deve se ter em mente que o romance foi escrito há mais de cento e cinquenta anos e que questões assim eram absolutamente normais na época.
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em 8 de setembro de 2017
Livro muito bem escrito, rico em detalhes, mas sem exagero. No meio da narrativa, o interesse cai um pouco, com explicações longas e desnecessárias, mas depois se recupera cresce bastante. Da metade pra frente, a história é excelente e tem um ápice eletrizante.
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em 17 de setembro de 2017
O livro é um clássico e a edição é linda, em capa dura. O texto está completo e a tradução é primorosa. As páginas são grossas e amareladas (o que dá um bom descanso para as vistas). Gosto bastante da editora. Quero toda a coleção de clássicos da Zahar!!
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em 9 de junho de 2017
Nesse livro envolvente o autor te leva a outros tempos, diferentes. É um ótimo livro pra quem ama uma boa história de época
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de abril de 2015
O livro tem uma apresentação muito agradável, capa dura, fita marcadora de página, é agradável de manusear e a história é gostosa de ler. Recomendo fortemente a compra e leitura, ótima oportunidade de lêr um clássico da literatura francesa.
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