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AVALIADOR Nº 1em 12 de novembro de 2013
"Frankenstein" é o resultado de uma aposta entre uma inglesinha de 19 anos e Lord Byron. Ambos foram desafiados a inventar uma história de terror e Mary Shelley, a autora, criou um clássico do gênero gótico, enquanto que o manuscrito do afamado poeta ficou relegado ao esquecimento....

Na verdade, o livro é uma tocante narrativa sobre o preconceito e a solidão. Escrito entre 1816 e 1817, foi publicado no ano seguinte e revisado pela autora na terceira edição, considerada a definitiva e usada como base para traduções.

Pouca gente sabe que seu título original é "Frankenstein ou o Moderno Prometeu", pois assim como esse titã foi punido por Zeus, quando revelou o segredo do fogo à humanidade; seu protagonista, o jovem cientista Viktor Frankenstein, também recebeu seu castigo ao descobrir o mistério da criação da vida que é considerada de natureza divina. Aliás, o conflito entre o avanço da ciência e a religião também é um dos enfoques narrativos.

Uma confusão frequente é adotar Frankenstein, o sobrenome do criador, como o nome da criatura que sequer é mencionado. Também não há qualquer referência que ela seja produto da mutilação de cadáveres ou mesmo que veio à vida através de um raio.

Tais controvérsias foram introduzidas através das inúmeras adaptações sofridas pela obra nem sempre fidedignas. A própria aparência do monstro descrita no livro é singularmente diferente da imagem atual: sua pele é amarela ao invés de esverdeada e seus cabelos curtos com aquela "cômica" franjinha, na verdade, são lisos e compridos.

Finalmente, em 1994, foi lançada um filme homônimo, dirigido por Kenneth Branagh com ele mesmo no papel do cientista e Robert De Niro como a criatura. É a adaptação muito próxima do original e, sem duvida, merece atenção.
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em 4 de abril de 2017
Frankenstein me surpreendeu, primeiramente o livro é muito diferente do que acreditamos, nada de criador do topo de um castelo esperando o raio, não, aqui é bem mais simples (na verdade muito simples, a escritora não da muitos detalhes sobre a criação do monstro, mas ok, primeiro que este não é o foco do livro e segundo que ele foi escrito em 1818).
O destaque da obra sem dúvida é a humanidade do monstro, ele é sensível e carente, é impossível não se simpatizar com ele e ficar triste com oq ele se torna com os anos de exclusão. Enfim, a obra é fenomenal, os discursos batem bastante da tecla de criador e criatura e vida e morte, porém muito bem escrito! Os diálogos sempre envolvem muito. Um clássico da ficção científica que mais do que merece atenção!
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em 31 de outubro de 2017
O livro é bom. Eu gostei porque é bem didático e a tradução também é super interessante. Eu indico esse livro para quem quer uma aventura fascinante.
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em 11 de junho de 2014
Adorei! Quem pensa que Frankenstein é somente um livro de monstros e de suspense está completamente enganado, a condição de monstro de um dos personagens principais é somente a base sobre a qual a autora discorre sobre a natureza humana, tão magnânima e cruel ao mesmo tempo.
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em 13 de outubro de 2014
Simplesmente o melhor romance de todos! É de ler e viajar nos mais em detalhes incrível. Pena que demorei para saber que existia este livro. E o filme de 1994 é fiel ao livro, só que o livro detalha mais um pouco! nota 1000!!!!!!!!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 1 de setembro de 2015
Se você não está familiarizado com o conto real apresentada nesta brilhante obra literária, então ignore a interpretação feita por Hollywood.
É um triste, e tocante conto sobre abandono, preconceito, aceitação, e muito mais. Ao lê-lo você vai descobrir quem o verdadeiro monstro do conto é. E não é a pobre criatura apresentada, pois ele é fantástico.
E afinal, quem nunca ouviu falar em Frankenstein, um nome que é comum para a maioria das pessoas hoje em dia, vendo o tanto de adaptações que temos, mas poucas pessoas conhecem a história real de Frankenstein.
Este conto sombrio de Mary Shelley é sobre um jovem promissor que decidiu que ele tinha que descobrir como criar a vida, brincar de Deus. Quando ele finalmente desvenda este segredo, ele constrói um corpo para despertar com a vida.
No momento em que ele deu vida a sua criação, ele foi consumido com horror e remorso, e fugiu em vergonha.
Sua criação então solta, viveu na floresta durante meses, onde começou a aprender várias coisas. O monstro descobriu uma família que vive em uma fazenda pobre e se escondeu em uma parte não utilizada da sua casa por mais alguns meses, aprendendo a falar apenas assistindo eles. Finalmente, ele tomou coragem para enfrentá-los, mas acabou em desastre e ele foi enviado em execução. A partir daí o seu ódio pelo homem cresceu, e ele mata um garoto inocente da qual ele descobre que estava relacionado com o seu criador. Dr. Frankenstein encontrou o monstro, confrontou-o, e concordou em fazer dele um companheiro para que o monstro tivesse alguém em quem confiar. Depois de mais reviravoltas, o monstro se mata de remorso. Esta história arrepiante é um reflexo vivo de crenças marxistas pela autora. É uma história torcida e horrível, mas tem um divertimento nele. É uma grande obra de ficção, e um clássico. Um bom horror gótico de se ler.
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em 19 de dezembro de 2016
Frankenstein ou o Moderno Prometeu (título original da obra) me surpreendeu bastante, pois eu imaginava que seria difícil tirar algum proveito dessa leitura. A imagem que temos é de um monstro com pouco domínio da linguagem, sem expressões e sem sentimentos, mas o monstro do livro é muito mais complexo, com a noção de pertencimento que todos os humanos tem. Ele sente a necessidade de fazer parte de alguma coisa e ser amado. Tudo isso é negado no momento em que é rejeitado por seu criador. Conhecendo apenas a dor e o sofrimento, é apenas isso que ele tem para retribuir. Essa é uma obra que vai muito além do terror, e nos fala sobre a importância de se ter um lugar na sociedade. Recomendo fortemente a todos!
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em 6 de julho de 2015
Gostei do livro. Tive vontade de ler o livro outras vezes, estava curioso com a narrativa bem diferente de filmes sobre o monstro .
Acho que a autora não foi descritiva na concepção do mostro. Mas levamos em consideração a epoca do mesmo. E creio que mesmo
isso não decpciona. Ela soube fazer muito mais um retrato do ser humano e suas dificuldades do que exibir o monstro criado por Victor.
Acredite, ainda temos muito daquela epoca em nossa sociedade .
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em 1 de abril de 2015
Eu gostei muito do livro, é um clássico, por isso escolhi este título. Deixou um pouco a desejar o fato que não existe nenhuma explicação para a criação do "monstro", é perdoável devido a época que o livro foi escrito. Vale a pena ler.
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em 30 de outubro de 2016
A obra faz com que reflitamos sobre a responsabilidade em se trazer pessoas à vida. Todas as pessoas que desejam ter filhos deveriam ler esse livro. Ademais, a crítica social contida na narrativa é contundente e atual.
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