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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 10 de outubro de 2017
A leitura após certa idade distrai excessivamente o espírito humano das suas reflexões criadoras. Todo o homem que lê demais e usa o cérebro de menos adquire a preguiça de pensar.
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em 17 de novembro de 2017
Encontrei dificuldade em apreender adequadamente a dinâmica do discurso. Por se tratar de obra relevante busquei interpretações da mesma, na internet, que contribuíram para melhorar o entendimento.
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em 12 de novembro de 2017
O amor foi e ainda é tema de pensamentos, suspiros e supostas regras de sua concepção e entendimento. Neste livro Platão transcreve a preocupação filosófica em explicar o talvez inexplicável.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 24 de novembro de 2016
“O Banquete” situa-se, dramaticamente, no ano de 416 a.c., quando Platão tinha apenas 13 anos. Se o banquete, de fato, ocorreu àquela época, Sócrates estaria com 53 anos, e Alcibíades detinha bastante poder político em Atenas, em um momento histórico que correspondia a Guerra do Peloponeso. A própria realizado do banquete é, igualmente, dúbia, conquanto impossível. O jovem trágico Agáton promove a festa a fim de celebrar o sucesso de sua primeira peça em um festival de teatro em Atenas. Presente, além de Agáton e Sócrates, encontra-se Aristófanes, Alcibíades, Fedro, Pausânias e Erixímaco. São três os discursos mais importantes – de Aristófanes, Sócrates e Alcibíades.

Aristófanes argumenta que o amor é o desejo e a busca do todo, que constitui uma criatura grotesca, de duas cabeças, quatro braços e quatro pernas. Pedaços desesperados, corremos a esmo, procurando a nossa outra metade. Zeus, por castigo, separou-nos em partes, e ansiamos por nos tornar, novamente inteiros.

Sócrates recorre a um mentor: a sábia Diotima, supostamente, uma sacerdotisa, mais provavelmente, uma ficção criada por Platão. Ela refuta Aristófanes, que pretende protestar, mas, no momento em que vai fazê-lo, chega Alcibíades, um tanto embriagado, observando, de modo sagaz, que o amor não pertence nem à metade, nem ao todo, mas apenas ao Bem. A beleza de um belo mancebo, em última instância, conduz o amante a uma escada que deve ser subida.

De vez que “o amor” vem a ser sinônimo de “filosofia”, determinado objeto – qualquer rapazola – fica para trás, no degraus inferiores, e aquele que busca ascende à revelação, à beleza estonteante que corresponde ao Bem, argumenta Sócrates. Constata-se aqui o êxtase da originalidade na doutrina de Diotima, em que o amor é transformado em ambição de gerar a Beleza, como um filho. A filosofia supera a poesia, gera (por assim dizer) a poesia, e alcança a imortalidade da alma, ao contemplar, finalmente, não a poesia ou a Beleza, mas a Forma do Belo.

Quem encerra o banquete é Acibíades, em uma aparição cômica e maravilhosa, conduz-no de volta ao paradoxo de Sócrates. Sócrates, diz ele, é um sileno, ou a estátua de um sileno: externamente, grotesca, mas, internamente, repleta de belas imagens do divino. Sileno, espírito ligado a Dionísio, o deus da mímica, está além da condição de humano e, por associação, o mesmo pode ser dito de Sócrates, o primeiro filósofo verdadeiro. Entretanto, ironicamente, Sócrates apenas finge estar apaixonado por Alcibíades ou outros belos jovens. Antes, é “ele” o objeto do desejo desses jovens, que, no extremo, encaram-no como a forma do Bem. Eis a perfeição do paradoxo socrático. Ele encarna o ideal: amá-lo é amar a sabedoria, e, portanto, aprender a filosofar.
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em 26 de agosto de 2014
Como não beber da fonte do conhecimento ocidental? Ainda que com ideias que não mais fazem parte da cultura ou ciência contemporânea, é fascinante ver o contexto nos quais se fundaram a nossa sociedade. O contexto social da Grécia antiga também fica evidente nessa obra.
Ao discutir o "Deus" Amor, os personagens evidenciam que o que entendemos hoje como moderno, não o é, como a convivência pacífica com o homossexualismo, não apenas tolerado, mas até estimulado na sociedade de então como fonte de conhecimento e legítimo instrumento para troca de interesses intelectuais ou financeiros.
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em 11 de abril de 2014
Quando cursava o curso clássico, nos anos 60, tinhamos aulas de filosofia. Li nessa ocasião esse livro interessante. Agora, ao reencontrá-lo na Amazon em e-book. baixei e o reli recordando os ensinamentos ali contidos. Recomendo a todos que gostam de filosofia.
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em 19 de maio de 2015
Edição genérica.
Tradução suspeita, erros vulgares de ortografia, diagramação, etc.
Te obriga a comprar a obra academicamente chancelada e impressa.
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em 13 de abril de 2014
Leitura difícil, mas encantadora. Fiz um trabalho sobre o banquete na PUC do Rio de Janeiro e fiquei encantada. Estou adorando. Aliás, para mim foi uma surpresa ver esse livro no Amazon. Sou fã incondicional da Amazon.
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em 22 de julho de 2014
A visão platônica do belo e do bom que se fundem, é apresentada neste particular diálogo, em que cada convidado coloca sua contribuição, com distintas aproximações no assunto. Tem passagens memoráveis de discussões, que há dois mil e quinhentos anos reverberam em nós acerca do que é o amor e a beleza.
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em 23 de outubro de 2015
O Banquete, de Platão, é uma obra muito rica. Que deve ser lida, relida e lida novamente. Várias vezes. Os diálogos dos personagens, principalmente sobre o amor, são bem atuais. Se você conseguir entender e trazer alguns dos conceitos para o dia a dia, será um grande homem.
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