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Avaliação de clientes

4,4 de 5 estrelas
34


50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 19 de abril de 2017
Esse foi o primeiro livro (peça) que li de Shakespeare. Em muitos diálogos há grandes reflexões, gerando, em partes da obra trechos bastante filosófico. Há ainda certa poesia na escolha das palavras – apesar de ser uma tradução – podemos perceber a rima de certos trechos.
No livro o Judeu é descrito como um ser avarento e desmerecedor de amizade, o estereotipo que todos apontam. O que nos remete àquela época e vemos como desde sempre este povo foi perseguido, pois até sua filha abandona sua religião como um infame estigma que lhe marque a fronte. O judeu, que quer vingança, afirma que Antonio, o mercador, já o humilhou e escarneceu de suas atividades, como um ser, não diferente dos demais, como ele afirma, deseja lhe impetrar tudo que sentiu na pele. De forma que nos questionamos: ele é avarento porque é judeu ou ficou avarento por ser judeu? Pois, num local em que você é desprezado o tempo inteiro, o único desejo que uma pessoa pode ter é de se elevar acima de seus algozes.
Não pretendo defender as atitudes nem o comportamento do judeu, apenas me parece que ele é mais vítima daquela sociedade do que vilão.
Como sempre ouvi falar das tragédias de Shakespeare, pensei que esta fosse, mas está mais para uma comédia, e de fato, há partes engraçadas. Mas a melhor parte da obra é de longe o monólogo do judeu, um discurso contra o preconceito escrito com maestria, que nos toca profundamente. Sugiro a quem não tiver interesse pelo livro, ao menos procure o monólogo na internet, pois vale a pena ser lido e relido. Em uma das cenas percebe-se uma inspiração para Suassuna, em uma das cenas de O Auto da Compadecida.
Algumas citações que achei que vale a pena replicar :
“Suas ideias razoáveis são como dois grãos de trigo em dois alqueires: gastais um dia inteiro para encontra-los, mas, uma vez achados, não compensam o trabalho.”
“É-me mais fácil ensinar a vinte pessoas como devem comportar-se, do que ser uma das vinte, para seguir a minha própria doutrina.”
“Em tudo é o mesmo. Quem sai de um banquete com o apetite que, ao sentar-se, tinha? Qual é o cavalo que a tediosa pista de volta mede com o ardor tão vivo que ao partir revelava? Sempre pomos mais entusiasmo no alcançar as coisas, do que mesmo em gozá-las.”
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em 31 de maio de 2014
Fiquei na dúvida se dava três ou quatro estrelas (como é difícil fazer as avaliações, os valores deveriam ser de 1 a 10 para serem mais justos), porém dei três estrelas, se pudesse dava 3 e meio, não é um livro curto, mas também não é muito longo, e bem redigido e formatado para o Kindle e a história prende a atenção do leitor, de 1 a 10 mereceria um 7.
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em 15 de maio de 2016
Peça rica, com toda a ironia e humor dos grandes textos de Shakespeare. Pórcia é personagem cativante e Shylock representa como ninguém a mesquinharia humana. Pela argumentação, texto interessante para juristas também.
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em 18 de fevereiro de 2018
Resolvi comprar Sebo pela primeira vez na vida, adorei. Livro muito bem conservado, chegou antes do prazo dado pelo site. Ninguém diz que é Sebo, livro intacto. Voltarei a comprar outros Sebo
1 pessoa achou isso útil
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em 24 de setembro de 2014
Essa obra e magnifica, Shekespeare articulou uma trama inteligente e de grande bagagem moral e filosofica; ainda mais dando a figuras femininas um destaque de grande importancia no enredo. Valeu a pena!
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em 25 de junho de 2014
Queria verificar que aspectos da cidade abordava, o cotidiano, a convivnencia das pessoas.
As abordagens, interessantes. A trama requer atenção pois são muitos personagens para uma história curta.
Leitura agradável, porém, em determinado ponto, penso que faltou algo. Pareceu-me que não tinha mais assunto e.... acabou.
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em 18 de fevereiro de 2016
Recomendo a leitura a todos, um livro excelente. É uma história polêmica que relata o conflito de um cristão virtuoso, disposto a tudo pelos os amigos, e um agiota judeu.
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em 12 de julho de 2014
Livro muito bacana, de difícil leitura, atualíssimo. Pena que muito antisemita. Vale a pena ler. Mas não conte para os amigos que leu, eles vão te achar mala.
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em 18 de novembro de 2014
Mais uma obra imperdível do grande Shakespeare. Os diálogos são envolventes e precisos, como necessário para uma peça. Nada mais a acrescentar...
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em 6 de agosto de 2014
Uma bela e bem contada estória. Cativante e inteligente.
O melhor são os diálogos, muito bem escritos.
Leitura fácil e agradável
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