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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de abril de 2017
Um livro angustiante, que te prende do início ao fim. Sofremos com a história da protagonista Cathy, com seu medo e seus TOCs. Aprendemos a entendê-la ao conhecer seu passado com Lee, seu relacionamento abusivo e violento. O poder que ele passa a exercer sobre ela mesmo após o término. As consequências são diversas, desde perder as amigas, se mudar diversas vezes, desenvolver TOCs e etc. Ela passa a contar apenas com ela mesma, vivendo nessa rotina obsessiva-compulsiva de medo até que seu novo vizinho Stuart a força a enfrentar seu trauma e procurar ajuda. Como nunca vivi uma relação violenta (graças a Deus), a história me abriu os olhos para muitas coisas, como: saber que nem sempre é o que parece, não é fácil reconhecer que está numa situação dessas, não é fácil reconhecer e se livrar da mesma, existe afeto de ambas as partes, a violência começa aos poucos, a pessoa violenta pode ter diversas personalidades (simpático, amoroso, prestativo, amigo, violento, arrependido,…), quem tá em volta nem sempre percebe a violência ou acredita nela e etc. Gostei muito da escrita da Elizabeth Haynes, primeiro livro que li dessa autora, mas com certeza não será o último.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 11 de agosto de 2017
A autora nos traz um assunto que infelizmente ainda é bastante atual que é a violência contra a mulher. É uma história tensa, por vezes até angustiante mas que vale a pena ler. Gostei muito.
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em 16 de junho de 2017
História envolvente e muito bem desenvolvida, contada em dois tempos diferentes. O leitor fica preso à vida da protagonista (o antes e o depois) e é impossível parar de ler. No Escuro tem de tudo um pouco: romance, comédia e suspense. Eu recomendo!!!!
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em 9 de julho de 2017
Muito bom e bem escrito na minha opinião. A história e a forma como é contada prende a gente no início ao fim.
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em 22 de maio de 2017
Boa leitura para quem gosta de suspense! Mas nada surpreendente. Muitos diálogos ( eu gosto) mas muito repetitivos também. Dá para se distrair.
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em 22 de julho de 2017
Prendeu totalmente minha atenção. Linguagem de fácil assimilação. Em alguns momentos prendi a respiração com o suspense. Muito bem escrito.
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em 5 de julho de 2017
Livro fácil de ler, prende o leitor o tempo todo. O final é surpreendente, pra quem gosta de mistério recomendo.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 17 de abril de 2013
O que me deixou um pouco confusa no início são as idas e vindas de tempo na história, coisa que logo se salva pelo ótimo texto de Elizabet Haynes. O suspense que ela cria - mesmo que na sinopse já fiquemos sabendo que sua vida de sonho vira logo um pesadelo - é bem costurado do início ao fim.
Catherine é uma inglesa que vive sozinha rodeada as melhores amigas na cidade de Lancaster. Tem um pai e uma irmã que moram longe e sua mãe já é falecida. Sua vida se divide em trabalhar , sair com as amigas para curtir a noite após uma bebedeira e dormir com estranhos nas boates. Até que um belo dia ela conhece Lee, segurança da boate que logo lhe chama a atenção. Os dois vão viver um romance intenso recheado de sexo que não deixa a dever a nenhum desses livros hot da moda. Lee é tudo que sonhamos: bonito, tem grana, bom de cama e ainda por cima é doido por ela.
Mas nem tudo são flores no relacionamento dos dois e vamos descobrindo isso aos poucos. Entre os relatos de 2003 e 2004 que são no passado e ela conta sua história com o homem que era bom demais pra ser verdade, ela também narra os anos de 2007 e 2008 onde vive em Londres, tem TOC e foge de tudo e todos. Fica claro para o leitor que ela foge desesperadamente de alguém, que tem medo de reviver o passado e chega a irritar o tanto que se nega a gostar do psicólogo fofo que é seu vizinho e só a juda : Stuart.
A autora não errou em nada no livro, soube dar asas ao suspense, caprichou no desfecho e achei assim o final realista.
Um thiller psicológico onde cheguei até a imaginar a melhor amiga traíra Sylvia no papel de uma famosa atriz e de Lee no papel de outro. Tem tudo para virar filme, mas mesmo que não vire já é um ótimo livro que merece ser lido.
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em 6 de março de 2016
TW: Estupro e violência doméstica.

Sabe quando um livro te tira tanto da zona de conforto, que você acaba caindo na zona da incerteza, sem saber se gostou ou não?

Foi isso que eu senti lendo esse livro. Vou copiar a resenha feita em meu antigo blog, pois li No Escuro faz tempo e acho que a resenha é mais fiel ao que eu senti na época. Vou editar algumas partes, para ficar mais dinâmica a leitura.

O livro nos apresenta Cathy, a personagem principal, em dois momentos de sua vida. Um em 2004, quando Cathy é uma mulher feliz, bem sucedida, sensual, divertida e rodeada de amigos, e outro em 2008, quando a mesma Cathy é uma mulher tensa, aterrorizada, completamente rendida a um TOC sério, com estresse pós-traumático e com cicatrizes que vão além de seu corpo outrora cheio de vida. A diferença entre as duas Cathys é gritante, mas bem explicada, à medida que os dois momentos de sua história são contados simultaneamente.

Os problemas de Cathy começam em 2004, quando conhece Lee, um homem incrivelmente sensual, divertido, sedutor, que logo se apaixona por ela e a envolve com seu jeito atencioso de príncipe. Suas amigas a invejam, suas noites de sexo são incríveis, os momentos de carinho são perfeitos, em suma, sua vida está nos trinques, certo?
Errado. Lee começa a mostrar um lado controlador, obsessivo e ciumento, tornando lentamente sua vida um inferno. Tudo começa devagarzinho, com ele lendo sua agenda de compromissos ou vasculhando a cesta de roupa suja, e vai se agravando, passando por grampos no telefone, controle da quilometragem de seu carro até chegar nas agressões verbais e físicas.

Entramos em um ponto muito bem escrito no livro: todas as violências descritas no livro são extremamente bem escritas, por mais que eu relute em usar a palavra "bem" perto de "agressões". Uma das humilhações acometidas por Lee me fez torcer para que ele caísse sentado em uma vassoura, de tão violenta e chocante que foi. Me fez odiar cada homem semelhante a esse bárbaro desalmado, cada-um-deles. Foi bem dolorido de ler.

A cada dia que se passa, Cathy sente mais dificuldade de fugir dele, o que é compreensível, já que, graças à sua profissão, Lee dispõe de todo um arsenal para rastreá-la e caçá-la. Em 2008, vemos uma Cathy já marcada pelos traumas, checando as fechaduras das portas e janelas por horas a fio, escolhendo caminhos diferentes na volta do trabalho todo dia, não realizando certas atividades em dias ímpares, tendo horários fixos para tomar chá e lutando contra ataques de pânico ocasionados por qualquer barulho ou desconfiança de ter visto Lee no rosto de um desconhecido. Por mais que estivesse preso, seu ex seria solto um dia, e isso tornava Cathy cada vez mais acorrentada ao TOC, ao pânico e à tensão.

Sua situação começa a mudar quando Stuart, doutor em psicologia, se muda para um apartamento em seu prédio. Stuart é preocupado e atencioso, mas sem ser meloso, já que, pelo que Cathy imagina, não parece sentir nenhum tipo de interesse que não profissional em sua vizinha. Ele a aconselha a procurar ajuda profissional, a ajuda com os ataques de pânico e, para alívio de Cathy, tranca bem a porta do prédio. Tudo começa a caminhar para uma calmaria quando a detetive Sam liga para avisar que Lee foi solto. Uma palavra define esse momento do livro: Ferrou.

O livro, como disse antes, possui cenas muito bem feitas e verossímeis. Porém, alguns detalhes me incomodaram, e muito! Por exemplo, o suspense feito em torno da agressão principal de Lee, ou seja, a que mais traumatizou Cathy, é tão grande, mas tão grande, que eu imaginei coisas horríveis e indescritíveis. Sim, o que ele fez é monstruoso, mas antes disso, em um momento que ele quebra metade do rosto dela e a obriga a fazer sexo oral mesmo com todo o sangue e coriza escorrendo e depois a estupra violentamente, me pareceu muito pior e violento do que ele faz no final. Talvez possa ser impressão minha, afinal, acho a violência sexual pior e mais traumatizante do que a violência física "tradicional", sem o estupro envolvido. Pode ser uma besteira imensa de minha parte (provavelmente é), mas eu me sinto mais agoniada na cena do sexo oral forçado do que nas de agressão, ainda que tudo, no final, seja a mesma coisa: uma covardia sem precedentes.

Dito isso tudo, de forma confusa, afinal, é assim que os meus sentimentos perante este livro são, eu digo que não recomendo esse livro como um suspense incrível, por motivos puramente pessoais. É bom, é bem escrito, mas me trouxe mais aflição do que prazer, e, por mais que sair da zona de conforto seja excelente, principalmente quando falamos de violência doméstica, sexual etc., estou numa zona além da do desconforto. Estou na zona da incerteza. E da aflição.

Não recomendo de modo algum a quem tenha experienciado algum tipo de violência masculina. Ativou gatilhos em mim mesmo sem eu ter passado por algum tipo de agressão em minha vida. Foi cansativo e desgastante, me deixou arrasada e me deixou no maior banzo por dias.

Porém, recomendo para muitas pessoas, em especial a aquelas que dizem que o feminismo não é necessário nos dias de hoje. Leia esse livro e me diga se você continua achando isso. Eu te desafio.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de março de 2017
Muitos thrillers psicológico tem me surpreendido e estou gostando de incluir este gênero (que já se tornou um dos meus queridinhos) em minha lista de leitura. No Escuro é um livro que possuiu uma classificação legal e muitos elogios, me sinto fora de órbita por não ter curtido a leitura como imaginei que seria. Não que No Escuro seja uma obra de todo ruim, mas infelizmente não supriu minhas expectativas, fiquei envolvida com o enredo mas não foi nada marcante e apesar da trama intensa, boa parte dá narrativa foi extremamente maçante e repetitiva.

No escuro nos traz uma atmosfera pesada, violência doméstica, TOC, estrupo, entre outras situações que podem deixar qualquer leitor desconfortável, ainda mais por nossa narradora ser a principal vítima. Cathy traz um relato forte de tudo que viveu nas mãos de Lee, um cara sem escrúpulos e remorso, desses que sente prazer em machucar, é fato que o leitor sente empatia por Catherine e se pergunta como a situação chegou a tal ponto, afinal a protagonista acaba tendo muitos distúrbios psicológicos com esse período de violência e a trama vai girando em torno disto, do mistério que foi a vida de Cathy e as consequências de seu relacionamento, a todo momento sentimos a intensidade dá história e como tudo afetou a protagonista.

No Escuro apresenta uma narrativa em primeira pessoa, mas seu diferencial é que temos duas versões de Catherine e a atual é tão fragilizada que nos perguntamos a todo momento o motivo que acarretou tudo isto, mas talvez este seja tanto um ponto positivo quanto negativo do livro, afinal este é um motivo que nos faz continuar a leitura até seu final, só que ainda sim a trama acaba ficando repetitiva com as voltas entre passado e presente, principalmente quando Cathy precisava relatar seus rituais para diminuir o TOC, sei que a intenção fosse deixar o leitor angustiado, mas comigo não funcionou totalmente desse modo pois fiquei maior parte dá leitura entediada.

Até os 60% do livro não senti aquela tensão e urgência desesperada pela leitura, por mais fluida que fosse a escrita da autora eu não estava totalmente envolvida, queria sim saber o motivo que levou Cathy a ter o TOC e se sentir tão ameaçada, mas não era algo como “Nossa não posso deixar a leitura justo agora” , talvez o drama do enredo tenha ofuscado a tensão que deveria passar deixando assim uma impressão diferente do que eu esperava e somente quando chegou nesses 60% foi que senti uma melhora no enredo, a tensão finalmente tinha chegado por conta de um detalhe importante só que infelizmente durou por um breve momento e quando se aproximou do desfecho, novamente No Escuro deu a mesma esfriada que foi o início e meio do livro, o final sinceramente não me convenceu e foi fraco na minha opinião, deixando a simples impressão de “ É só isso, acabou?”. Eu esperava algo mais impactante durante esta leitura, não digo que o tema proposto não seja, na verdade é muito doloroso e forte, somente não me atingiu como o esperado e talvez seja pelo fato de boa parte do enredo tenha sido muito repetitivo.

No entanto, No Escuro é um livro que recomendo sim, acredito que muitos leitores possam gostar da leitura, até porque a escrita da autora é boa e o tema por mais pesado que seja, deveria ser lido por todos. Sem mais, No Escuro foi uma leitura que teve altos e baixos para mim, principalmente por conta das minhas expectativas e por esperar que fosse parecido com um livro que li certa vez, mas ainda sim foi uma leitura diferente do que estou acostumada e uma experiência bem legal apesar de não ter sido tão satisfatória como imaginei.
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