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em 8 de dezembro de 2014
Para quem quer conhecer literatura americana, é uma obra que tem de ser lida.
No mais, interessante a maneira como o autor desenvolve a história, sem rodeios desnecessários e amarrando as pontas. Quanto aos personagens, muito bem desenvolvidos e trabalhados, a superficialidade da burguesia americana pós 1ª guerra. Muito bom!
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em 16 de agosto de 2015
"The Great Gatsby" além de um clássico da literatura americana é um livro delicioso de ler e que nos faz pensar muito sobre o que fazemos sobre nossos sonhos e desejos. Acredito que vá além de mostrar o "sonho americano", fala de como é o nosso passado que sempre impulsiona aquilo que desejamos encontrar no futuro. Ainda assim, nem sempre é possível. PS: a escrita é impecável!
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em 15 de dezembro de 2015
Bastante datado. É um clássico e deve ser lido como tal. Cheguei a ver um pedaço do filme com o Leonardo di Caprio (achei extremamente chato e não consegui ir até o final), o que contamina um pouco a leitura. Texto muito conciso e direto, apesar do palavreado mais antigo. Ouvi o audiobook e recomendo com a leitura do ebook pra auxiliar na compreensão.
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em 31 de outubro de 2017
Otimo livro pra ilustrar as pessoas do seculo passado e seus "sonhos" futeis que ainda nos marca até hoje, pois não os deixamos.
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em 12 de janeiro de 2016
Some classic novels are masterpieces that are hard to get through and demand a lot from the reader. While not a page turner like some recent popular books, this will be a delight to read, even for someone who, like me, doesn't have english as their native language.
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em 2 de junho de 2015
Em O Grande Gatsby encontramos personagens jovens, bonitos e ricos que não conseguem alcançar a felicidade. Em muitos aspectos lembra o filme "A Doce Vida", de Fellini.
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em 29 de agosto de 2017
The great 20s which was not so great because the dream was just a fantasy and nothing was so perfect and eternal as they though it would be.
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em 23 de julho de 2014
É um bom livro, retrata ironicamente a burguesia da época. Porém eu esperava mais deste escritor de renome dos EUA.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 6 de outubro de 2016
Este livro foi uma grande surpresa e me marcou. O que mais me cativou foi o personagem PoV que narra a história. Esta edição de capa dura é um pouco maior que as edições de capa dura padrão, mas trata-se da belíssima sobrecapa da primeira edição de Gatsby, então vale muito a pena ter na estante.
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AVALIADOR Nº 1em 4 de junho de 2016
"Às vezes não sei se eu e Zelda existimos de fato ou se somos personagens de um de meus romances." Essa frase é perfeita para sintetizar a obra do escritor estadunidense F. Scott Fitzgerald (1996-1940). Falecido prematuramente de um ataque cardíaco, ele viveu intensamente a mundanidade da época, dividido entre o glamour de Nova York, Paris e Hollywood onde atuou como roteirista de cinema. Contudo, também paira sobre sua vida, a sombra de um alcoólatra inveterado que consumiu boa parte do que ganhou, custeando o tratamento da mulher esquizofrênica nas mais caras instituições psiquiátricas.

Logo, não é gratuita a complexidade que jorra de suas narrativas, inclusive, "The Great Gatsby", é considerado o maior romance realista norte-americano. Enfim, se você pretende conhecer a burguesia francesa do século XIX, leia Flaubert ou deseja descobrir a Inglaterra da Revolução Industrial, opte por Dickens. Porém, se seu sonho é deixar-se seduzir pelos loucos nos vinte, seu melhor retratista foi Scott Fitzgerald. Embalado pelo som de jazz, regado a álcool e pelo dinheiro fácil da ciranda financeira, esse livro apresenta o luxo, a ociosidade e o vazio que cercava o dia a dia dos ricos e famosos.

Seu foco remonta ao "American Dream". Os Estados Unidos emerge como a terra das possibilidades e Jay Gatsby é o modelo de quem soube conquistar uma imensa fortuna do dia para noite, não importa como, aliás, essa é uma das incógnitas do enredo. Trata-se de um imenso patrimônio erguido em nome do amor ou obsessão por uma mulher, Daisy Buchanan, uma ex-namorada que já havia excluido seu nome da lista de pretendentes, quando ele não passava de um pobretão. Zelda fez o mesmo com Fitzgerald, rompeu o noivado que só foi reatado após o sucesso do seu primeiro romance, "The Side of Paradise". Ambas jamais ousariam dizer "sim" para um homem que não pudesse proporcionar o alto padrão de vida que aspiravam.

Com resquícios autobiográficos, seu narrador, Nick Carraway, é o alter ego do escritor. Primo de Daisy, ele acaba de mudar para Nova York por conta de um emprego em Wall Street. Sem maiores recursos, vai morar num pequeno bangalô ao lado da mansão de Gatsby e não demora a fazer amizade com o enigmático vizinho. Metido entre milionários, Nick observa o que ocorre a sua volta, determinado a não transigir seus valores morais em troca de ascensão e riqueza.

Publicado em 1925, o livro foi recebido com indiferença e só mereceu o reconhecimento após a morte do escritor. Descrevendo o período que antecedeu o "crash" da Bolsa de Valores de Nova York, ocorrido em 1929, um furacão econômico cujas nefastas consequências alteraram o panorama mundial, sua leitura permanece bastante atual, tendo em vista uma crise semelhante ocorrida em 2008.

Finalmente, sua narrativa já foi adaptada seis vezes para o cinema:
- 1926 com direção de Herbert Brenon.
- 1949 com direção de Elliott Nugent.
- 1974 com direção de Jack Clayton.
- 2000 com direção de Robert Morowitz.
- 2002 com direção de Christopher Scott Cherot, intitulada "G".
- 2013 com direção de Baz Luhrmann.
Tive a oportunidade de assistir a dois filmes: o de 1974, que apresenta Robert Redford e Mia Farrow como par romântico, e o último, com Leonardo Di Caprio e Carey Mulligan. Sem dúvida, bons programas, contudo, privilegie o romance. Ninguém como Scott Fitzgerald soube contar quem foi realmente Gatsby, revelando sua maneira de encarar o mundo e o que obteve em troca.
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