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em 31 de outubro de 2017
Otimo livro pra ilustrar as pessoas do seculo passado e seus "sonhos" futeis que ainda nos marca até hoje, pois não os deixamos.
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em 29 de agosto de 2017
The great 20s which was not so great because the dream was just a fantasy and nothing was so perfect and eternal as they though it would be.
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AVALIADOR Nº 1em 4 de junho de 2016
"Às vezes não sei se eu e Zelda existimos de fato ou se somos personagens de um de meus romances." Essa frase é perfeita para sintetizar a obra do escritor estadunidense F. Scott Fitzgerald (1996-1940). Falecido prematuramente de um ataque cardíaco, ele viveu intensamente a mundanidade da época, dividido entre o glamour de Nova York, Paris e Hollywood onde atuou como roteirista de cinema. Contudo, também paira sobre sua vida, a sombra de um alcoólatra inveterado que consumiu boa parte do que ganhou, custeando o tratamento da mulher esquizofrênica nas mais caras instituições psiquiátricas.

Logo, não é gratuita a complexidade que jorra de suas narrativas, inclusive, "The Great Gatsby", é considerado o maior romance realista norte-americano. Enfim, se você pretende conhecer a burguesia francesa do século XIX, leia Flaubert ou deseja descobrir a Inglaterra da Revolução Industrial, opte por Dickens. Porém, se seu sonho é deixar-se seduzir pelos loucos nos vinte, seu melhor retratista foi Scott Fitzgerald. Embalado pelo som de jazz, regado a álcool e pelo dinheiro fácil da ciranda financeira, esse livro apresenta o luxo, a ociosidade e o vazio que cercava o dia a dia dos ricos e famosos.

Seu foco remonta ao "American Dream". Os Estados Unidos emerge como a terra das possibilidades e Jay Gatsby é o modelo de quem soube conquistar uma imensa fortuna do dia para noite, não importa como, aliás, essa é uma das incógnitas do enredo. Trata-se de um imenso patrimônio erguido em nome do amor ou obsessão por uma mulher, Daisy Buchanan, uma ex-namorada que já havia excluido seu nome da lista de pretendentes, quando ele não passava de um pobretão. Zelda fez o mesmo com Fitzgerald, rompeu o noivado que só foi reatado após o sucesso do seu primeiro romance, "The Side of Paradise". Ambas jamais ousariam dizer "sim" para um homem que não pudesse proporcionar o alto padrão de vida que aspiravam.

Com resquícios autobiográficos, seu narrador, Nick Carraway, é o alter ego do escritor. Primo de Daisy, ele acaba de mudar para Nova York por conta de um emprego em Wall Street. Sem maiores recursos, vai morar num pequeno bangalô ao lado da mansão de Gatsby e não demora a fazer amizade com o enigmático vizinho. Metido entre milionários, Nick observa o que ocorre a sua volta, determinado a não transigir seus valores morais em troca de ascensão e riqueza.

Publicado em 1925, o livro foi recebido com indiferença e só mereceu o reconhecimento após a morte do escritor. Descrevendo o período que antecedeu o "crash" da Bolsa de Valores de Nova York, ocorrido em 1929, um furacão econômico cujas nefastas consequências alteraram o panorama mundial, sua leitura permanece bastante atual, tendo em vista uma crise semelhante ocorrida em 2008.

Finalmente, sua narrativa já foi adaptada seis vezes para o cinema:
- 1926 com direção de Herbert Brenon.
- 1949 com direção de Elliott Nugent.
- 1974 com direção de Jack Clayton.
- 2000 com direção de Robert Morowitz.
- 2002 com direção de Christopher Scott Cherot, intitulada "G".
- 2013 com direção de Baz Luhrmann.
Tive a oportunidade de assistir a dois filmes: o de 1974, que apresenta Robert Redford e Mia Farrow como par romântico, e o último, com Leonardo Di Caprio e Carey Mulligan. Sem dúvida, bons programas, contudo, privilegie o romance. Ninguém como Scott Fitzgerald soube contar quem foi realmente Gatsby, revelando sua maneira de encarar o mundo e o que obteve em troca.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 5 de dezembro de 2013
É difícil dizer exatamente do que se trata The Great Gatsby. Poderia dizer que é um romance sobre a Era do Jazz, ou sobre o Grande Sonho Americano. Sendo mais ousado, poderia falar que o livro diz respeito da oposição entre West Egg e o Vale das Cinzas. Todas as definições estariam corretas, mas nenhumas delas englobaria de maneira completa o que é o Grande Gatsby. The Great Gatsby é, em última análise sobre seus personagens, que possuem mais destaque do que o enredo em si. O narrador e protagonista, Nick Carraway parece ser ligeiramente deslocado socialmente, mais observador do que ativo, com a grande virtude de não julgar, fascina o leitor com suas análises, seus cometários por vezes engraçados sobre as situações sociais em que os personagens se envolvem. Daisy Buchanan é uma mulher atraente, ligeiramente misteriosa e cínica. Seu marido, Tom Buchanan, herdeiro da uma das mais ricas famílias americanas, vive em opulência. Jay Gatsby é um milionário, vizinho de Nick, promove festas gigantescas para pessoas que ele não conhece, nem convida. Uma figura misteriosa, cercada de boatos e rumores. The Great Gatsby obriga o leitor a tentar entender os personagens, a imaginar suas motivações, a preencher os espaços deixados em branco. A escrita de Fritzgerald é ótima: lírica, mas não rebuscada. The Great Gatsby é um livro fascinante, que se passa em uma das épocas mais interessantes da história americana, e prende o leitor dentro da mente de seus personagens. Leitura recomendada, livro excelente.
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 3 de novembro de 2016
O "American Way of Life" já foi (d)escrito em muitas obras literárias e de artes visuais; esta parece-me, de longe, a mais preciosa. F. Scott Fitzgerald de certa forma fala de si com alguma isenção quando cria o personagem Nick Carraway como narrador, deixando Gatsby, mais à sua imagem e semelhança, como o vizinho que está sendo narrado. Um personagem misterioso, as festanças em uma parte de Long Island. A obra é tão interessante que você se vê buscando no Google uma referência geográfica para East e West Egg, se não entende (como eu não entendia) qual é o formato de Long Island. Isso é realmente brilhante, essa capacidade de cativar. Além de tudo, há na obra uma profundidade psicológica que muitas vezes passa despercebida: nas relações humanas, a sutileza da sugestão é um talento óbvio do autor. Daisy é um personagem interesssantíssimo também, quase certo que inspirada em Zelda Fitzgerald, e toda essa suposição - que é lógica, de certa forma intuída mas também já escrita e estudada por críticos literários e de cinema há muitos anos - no mínimo dá ainda mais cor à obra. Quem não leu "The Great Gatsby", infelizmente está perdendo o contato com uma obra monumental da literatura.
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em 22 de setembro de 2015
This book gives you a realistic view of the American Dream in the 1920s.
It is beautifully written and so terribly tragic.
This book is beautiful and devastating.
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em 26 de março de 2013
O texto veio odo desencontrado parecia que tinha sido traduzido no Google tradutor . Achei uma falta de respeito disponibilizarem o coneúdo. Devolvi na mesma hora.
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 14 de janeiro de 2014
Excelente texto, envolvente.
Traz um perfeito retrato da sociedade americana pós Primeira Guerra.
Leitura obrigatória para quem quer conhecer a literatura norte-americana.
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em 16 de agosto de 2015
"The Great Gatsby" além de um clássico da literatura americana é um livro delicioso de ler e que nos faz pensar muito sobre o que fazemos sobre nossos sonhos e desejos. Acredito que vá além de mostrar o "sonho americano", fala de como é o nosso passado que sempre impulsiona aquilo que desejamos encontrar no futuro. Ainda assim, nem sempre é possível. PS: a escrita é impecável!
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em 15 de dezembro de 2015
Bastante datado. É um clássico e deve ser lido como tal. Cheguei a ver um pedaço do filme com o Leonardo di Caprio (achei extremamente chato e não consegui ir até o final), o que contamina um pouco a leitura. Texto muito conciso e direto, apesar do palavreado mais antigo. Ouvi o audiobook e recomendo com a leitura do ebook pra auxiliar na compreensão.
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