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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 25 de julho de 2014
É uma breve análise da conjuntura política do país dos últimos 20 anos e como ela resultou nas manifestações populares de 2013, o autor se apoia a maior parte do tempo em uma crítica partidária, cunhando o termo "peemedebismo" que de acordo com Marcos Nobre vem tomando conta da política no país, a estratégia consiste em uma blindagem através de uma maioria parlamentar, resultado de uma aliança com o PMDB em troca de influencia política. Uma leitura que pode complementar nossa visão política e aumentar nossa compreensão do cenário atual.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 9 de maio de 2015
O autor analisa o fenômeno do "pemebismo" a que se assiste (talvez) o ocaso em 2015. O autor mitifica um pouco a mobilização por meio de redes sociais, o que se viu com muito otimismo em 2013. Como destacou recentemente Oliveiros Ferreira, as massas deixadas por si revoltam-se exclusivamente contra o status quo. O autor sem dúvida escreve bem, o que torna agradável a leitura
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em 1 de janeiro de 2017
Este é o típico caso de folhetim (49 páginas em ebook kindle) e, ainda pior, com uma visão errada.
As manifestações de 2013 foram na verdade uma grande micareta (carnaval fora de época), em que um grupo destes que gostam de reivindicar só direitos (passagens grátis para todos) iniciou, e a população entrou na onda. A maioria não sabia nem o que queria e só queria participar da festa.
Muitos diziam: "Eu quero ajudar a mudar meu país." Só faltou trio elétrico. Teve alguma coisa a ver com a crise econômica que estava iniciando.
Porém, como começou também terminou. Ou seja, não tinha consistência nenhuma.
Para piorar as coisas, o governo resolveu congelar tarifas de transporte por todo o país e só agravou a crise fiscal.
A tese do autor é errada e quer retroceder aos anos 80, o que não tem nada a ver; fala até em "peemedebismo".
Não vale nada este folhetim.
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em 11 de julho de 2013
Trata-se de um texto muito bem escrito, claro e objetivo, que traz uma luz racional ao momento turbulento que estamos vivendo na sociedade brasileira.

Para a geração que se formou sob a égide do sistema político atual - o pemedebismo -, torna-se difícil enxergar as armadilhas que esse sistema esconde, assim como a poderosa engrenagem que permitiu que o mundo político se apartasse da sociedade e passasse a ter a sua própria preservação como o fim de toda a vida política brasileira. Nesse sentido, o livro percorre o trajeto da formação do mundo político brasileiro desde a redemocratização até os dias de hoje, e isso é fundamental para o entendimento do momento atual e para a visualização de uma perspectiva alternativa.

O autor demonstra muito bem a carência atual de uma verdadeira oposição - verdadeira no sentido de não pertencer ao sistema pemedebista -, e que toda a ação política acaba migrando para a esfera governamental, em geral através de conchavos e barganhas. Nesse contexto, a ação política torna-se um "jogo de soma zero para a democracia".

Os movimentos de 2013 iniciaram uma ação no sentido de romper a inércia política que vigora no país, mas eles só trarão mudanças concretas se conseguirem uma organização capaz de atacar estrategicamente o coração do pemedebismo. Não se trata de uma tarefa fácil, uma vez que o sistema é altamente blindado, mas algumas rachaduras se tornaram visíveis e há possibilidades concretas de que uma mudança de fundo possa de fato ocorrer no sistema político brasileiro a partir de agora. Se e como isso vai acontecer, essa é uma questão em aberto, e o próprio autor não se arrisca a fazer previsões nesse sentido.
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 3 de agosto de 2013
O autor atribui as manifestações de junho ao desgaste da blindagem construída pelos políticos para se protegerem da reação da população indignada pela não satisfação de seus interesses por parte de seus representantes, que no final das contas visam apenas a satisfação de seus próprios interesses. O autor teoriza muito sobre isso.
Para mim o que está acontecendo é resultado da deterioração da economia (inflação, endividamento das famílias, freada no emprego), que sufoca as pessoas e cria um sentimento geral de insatisfação. Pelo menos em SP a maior reivindicação foi a revogação do aumento da tarifa do transporte público. Após a revogação do aumento, as manifestação perderam praticamente toda sua força.
O autor não aborda esses aspectos. Parece que o livro foi escrito nos anos 80.
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em 12 de setembro de 2013
Faz bela análise crítica sobre as manifestações de junho de 2.013, elencando suas causas desde a redemocratização até o aumento das tarifas dos transportes públicos. Vale a pena ler.
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em 8 de julho de 2013
O prof. Marcos Nobre faz aqui uma análise supra-partidária, profunda e original da política brasileira pós-redemocratização. "Choque de Democracia" vai à raiz das bases da democracia brasileira contemporânea para trazer à superficie o que está por trás e em jogo nas "Revoltas de Junho". No melhor estilo ensaístico, escrtito com bravura no calor dos acontecimentos, "Choque de Democracia" tem um texto ágil, erudito e engajante. Parabéns à Companhia das Letras pela iniciativa da nova coleção, e à Marcos Nobre pelo texto, que seja expandido e se torne um livro. Desde já um clássico da ciência/filosofia política brasileira!

Todo brasileiro deveria ter a oportunidade de encontrar-se com este livro, e ter o privilégio de lê-lo...
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em 19 de julho de 2013
O ensaio do Prof. Marcos Nobre fornece uma interessante hipótese explicativa das manifestações de junho de 2013. A análise que empreende sobre a natureza conservadora da política brasileira, na maioria das vezes impermeável às reivindicações sociais (pemedebismo), é fundamentada. As referências às decisões tomadas nos governos Fernando Henrique Cardoso e Lula são equilibradas e fornecem um quadro interpretativo que merece reflexão de todos quanto se importam com o rumo do país. Resta observarmos como a classe política irá reagir ao movimento ou que resultados concretos poderemos obter num futuro próximo.
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em 5 de setembro de 2013
Considerando o calor do assunto e o pouco tempo para reflexão, todas as tentativas de explicar o que aconteceu em junho de 2013 são apressadas. Isso não quer dizer que não sejam bem vindas. Sobre o livro, não apresenta "razõeS da revolta", mas uma única razão, quanto à qual não é preciso olhar nem mesmo para a revolta. Cuida exclusivamente do processo político que começa quando das "Diretas Já" e segue até hoje, o que o autor chama de "pemedebismo". É um viés muito interessante, mas negligencia, talvez em razão da brevidade da abordagem, questões mais amplas e complexas, como o déficit de democracia que é sentido em todo o mundo, e não só no Brasil, por gente que vê os espaços políticos colonizados pelo dinheiro.
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em 1 de julho de 2013
Vivemos no melhor Brasil dos últimos 513 anos. Mas este fato obviamente não explica a revolta. O que explica? Das poucas tentativas, até agora, esta de Marcos Nobre é insuficiente, mas ainda assim é a mais plausível: no estopim encontramos uma geração que cresceu conhecendo apenas a política pemedebizada, e essa gente quer outra coisa. Quiçá porque creia, arriscando o impossível, que um outro mundo não pemedebizado é possível. Se for assim, a revolta é boa, pois não se confunde com o moralismo antipolítico que só reforça o estado de coisa pemedebizado, isto é aniquilador das diferenças políticas e fiador do conservadorismo.
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