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Avaliação de clientes

4,9 de 5 estrelas
22

500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 12 de abril de 2017
Em relação à narrativa, ela fisga o leitor dando-lhe uma única alternativa: continuar a ler. Leitura fluida, até certo ponto, onde, magistralmente, há pausas para, por exemplo, descrever a Paris da época retratada (em diversos ângulos) e seus detalhes arquitetônicos! Isto toma tempo e paciência que valem a pena!!! Muita eloquência, minúcias e grandiosos pequenos detalhes que dão sabor à leitura e que são a marca de Victor! Quanto ao livro, tradução muito agradável e com dimensões, texturas e diagramações muito boas! No que concerne ao serviço da Amazon: fora de série!
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em 1 de julho de 2015
Além do pacote ter vindo em perfeito estado, esta edição da Zahar é maravilhosa, é uma edição comentada, e também vem 50 ilustrações originais da peça. É um livro encantador para quem gosta de fantasias e clássicos.
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 18 de novembro de 2015
Antes mesmo de terminar a leitura de Os Miseráveis, eu já sabia que ia querer ler tudo que Victor Hugo escrevera. Então, assim que concluí o que se tornou o melhor livro da minha vida, engatei em O Corcunda de Notre Dame com altas expectativas.

A história se passa na Paris de 1482 e não tem um personagem principal, como pode sugerir o título, mas vários. O Corcunda de Notre Dame nos fala não só do corcunda Quasímodo, mas também da cigana Esmeralda, do poeta pobretão Gringoire, do capitão mau caráter Phoebus e, principalmente, do arquidiácono Claude Frollo.

Assim como em Os Miseráveis, Victor Hugo dá tanta vida a cada personagem e os caracteriza tão incrivelmente bem que ficamos sem saber quem é o protagonista. Talvez a protagonista aqui seja a catedral, ou mesmo Paris e suas ruas. É tudo muito bem fundamentado e ricamente detalhado.

Quasímodo foi abandonado na catedral quando ainda era bebê e foi adotado por Claude Frollo, o arquidiácono, que o criou isolado dentro da Notre Dame e deu-lhe a função de sineiro. Ele, que já era coxo, deformado e caolho, desenvolveu uma surdez devido ao barulho dos sinos.

Esmeralda, muito ingênua, não tinha ideia de sua beleza. Era uma cigana linda, exuberante, que cantava e dançava nas praças com sua cabra, arrancando olhares e suspiros dos homens.

Prefiro não falar no papel de Esmeralda na relação entre Quasímodo e Frollo. Aliás, melhor não contar mais do desenrolar da história, dos amores e desamores, das torturas e crueldades, da miséria e seu contraste com o luxo da realeza.

Victor Hugo é extremamente detalhista, especialmente na primeira metade do livro. Ele fala de arquitetura, de como ela era uma forma de se contar e de se registrar uma história, ou a História. Descreve a catedral, as ruas e os prédios de Paris minuciosamente.

Ele toma capítulos inteiros descrevendo a cidade ou a catedral, e interrompe, aqui e acolá, a história para explicar como funcionava coisa tal na época em questão, o que pode ser cansativo para alguns leitores. O que posso dizer como estímulo é que vale o esforço.

Em um capítulo específico, Victor Hugo nos coloca no alto da catedral, pede que olhemos adiante e começa a descrever tudo, tudo mesmo. Comecei esse capítulo lendo meio rápido, querendo chegar logo ao próximo, querendo voltar aos personagens. Então, parei e pensei “que outra oportunidade de visitar a Paris do século XV eu terei?” Recomecei o capítulo devagar, sem pressa, fechando os olhos e visualizando cada construção à minha frente. Foi um deleite, inebriante. Como arquiteta que sou, talvez tenha sido mais fácil, mas vale tentar.

O Corcunda de Notre Dame fala de amor, de amores, dos vários tipos de amor. Fala do amor de mãe, eterno, único, incondicional, o maior de todos. Fala do amor de um filho renegado para com o pai que o criou. Fala de amor romântico, utópico, sonhador e cego. Fala de amor não correspondido e como cada um reage diferente a ele. Fala do amor obsessivo, cruel, do amor que não é amor. Fala do amor entre irmãos, de compaixão e do amor desprendido, do amor que não quer nada em troca, que deseja a felicidade do outro acima de tudo.

Victor Hugo critica e ironiza a justiça, critica as desigualdades e as penalidades, o autoritarismo e o clero. Fala do perigo das generalizações, fala de preconceitos, de como ele pode afastar de você as coisas boas, de como ele pode afastar de você aquilo que você mais procura.

O livro tem personagens bem marcantes e bem construídos. Quasímodo passa por um conflito interno, uma angústia em relação ao seu pai adotivo e Esmeralda que é quase palpável. Tão real e profundo quanto, é o conflito que Frollo vive durante todo o livro. O que dizer da sachette que tanto mal desejou às ciganas? De partir o coração.

Na verdade, de partir o coração mesmo são as linhas finais dessa história. Emocionante, não há outra palavra.

É preciso que se diga ainda que esse livro não chega perto do que é Os Miseráveis, e não por ser fraco ou algo do tipo, mas simplesmente porque nada chega perto de Os Miseráveis. O Corcunda de Notre Dame é um livro excelente, apenas. rs
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em 3 de março de 2017
Livro simplesmente maravilhoso, a narrativa de Victor Hugo é incrível. Recomendo a todos! A edição da Zahar está simplesmente LINDA. Com certeza será um dos livros mais lindos da sua estante. Só para comentar, a diferença entre esta edição e a de bolso (também da Zahar) é basicamente estética. Não vi grande diferença nas notas de rodapé. Tive contato com as duas e preciso dizer que esta é realmente bem mais bonita que a de bolso. Mas, independente da edição, vale muito a pena a leitura!
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1000 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de junho de 2017
O Corcunda de Notre Dame ou Notre Dame de Paris, é realmente uma bela obra. Apesar do início da leitura ser difícil e arrastado, muito por causa das descrições muito detalhadas sobre a arquitetura da época. A história é bem diferente dos desenhos do Walt Disney. Me surpreendeu o personagem "Frollo". Parabéns a editora, material incrível, excelente acabamento. Eu espero que a editora faça mais alguns livros desse excelente autor.
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em 5 de julho de 2017
Uma escrita fascinante, repleta de detalhes riquíssimos, reflexões e história. Victor Hugo nos leva a uma viagem por Paris, em especial a bela e misteriosa Catedral de Notre Dame, além de narrar uma linda história de amor e amizade, mas também de humilhação e miséria, nos levando a um misto de sentimentos que definem claramente os verdadeiros vilões e mocinhos. A edição da Zahar é maravilhosa! Com diagramação confortável e ilustrações. Amei!
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10 PRINCIPAIS AVALIADORESem 21 de julho de 2016
É conhecido o tipo de comprador de livros que gosta de enfeitar sua estante e quase sempre não lê seus livros. Diz-se que adquirem livros "por metro" para fins de decoração. Só por olhar, este livro faz bela figura em qualquer estante!
Mas, apesar das dificuldades, é uma ótima leitura!
Quais dificuldades? Não é um roteiro dos vários filmes e animações, é o texto clássico; um texto antigo, com referências marcantes às coisas da época, e isso demanda uma certa atenção para as notas de rodapé, notas que explicam e ajudam a situar o leitor... Por outro lado: se isso pode dificultar, também é uma grande vantagem dessa edição! Sendo um livro bonito, uma edição bem cuidada, um texto com notas explicativas; torna-se um texto que proporciona diversos retornos. É um livro que depois de lido poderá ser sempre consultado. É muito bom!!
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em 5 de agosto de 2017
Além da história maravilhosa, uma verdadeira obra-prima, a edição da Zahar está impecável: capa, diagramação, ilustração, notas, enfim, mais que recomendado!
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50 PRINCIPAIS AVALIADORESem 26 de julho de 2017
O autor possui um estilo próprio, inconfundível de narrar, nesta obra em especial, há determinados trechos em que se vale de tantos escapismos que inicialmente tomamos por enfadonho, mas que se perseverarmos, veremos que na verdade nos prende à história. A narrativa é chocante, descrevendo verdadeiras atrocidades da época, além de outras fortes emoções.
A narrativa é no formato do gênero novela, e detalha minuciosamente a história e da arquitetura da parisiense de 1482, evidenciando todos os fatos que permeiam a história desde os tempos medievais e todas as épocas, e utiliza de uma notável centralização apelativa que envolve a arquitetura de Notre Dame, dando um ênfase tremendo à história, narra cada rua, cada beco, cada Rei e seus súditos, cada chefe de cavalaria, com seus brasões e fala até da cor que não era permitido em seus uniformes.
Maravilhosa edição em capa dura da Editora Zahar. Excelente aquisição!
Uma leitura forte e tocante. Recomendadíssima!
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500 PRINCIPAIS AVALIADORESem 27 de maio de 2016
Esmeralda e Quasímodo, personagens imortais de uma obra também IMORTAL!!!!! O descritivismo do gótico do autor é milimetricamente arquitetado, retratando uma Paris medieval. E que precisão, que história bela, mas triste! A crítica aqui passeia nas mãos de um autor perfeitamente rascante, mas delicado; ferino, mas humano. E a FATALIDADE?! Que não caia em tentação aquele que sabe sinalizar o estar das coisas! Leitura inesquecível de tão espetacular!!!!!
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